Tarefas para o dia

4 de maio de 2007

Pó limpo na sala e no nosso quarto. Roupas arrumadas.
1 encomenda de pastéis para fazer.
Pó para limpar nos quartos deles.
Aspirar.
Estender roupa e tentar passar alguma.
Fazer sopa de grão.
Fazer almoço para o Gabriel. (que eu tenho os restos do jantar para mim e a sopa dela fiz ontem)
Pôr mais roupa a lavar.
No meio de tudo isto, mudar fraldas, dar almoços e deitá-los para a sesta. ( sem mencionar o resolver birras e acalmar choros)

E agora, só porque o meu marido diz que sim

3 de maio de 2007

Tenho que estar a gramar a Mega Fm até às 19h... (diz que participou num passatempo e não sei quê...e quer saber se ganhou...pois, pois...)

Deve pensar que eu não tenho mais nada que fazer... ( a bem dizer o passatempo chama-se O fim de semana perfeito, para mim são 5 palavras muito apelativas no momento, por isso lá faço o favor)


nope...não ganhou...pois...era muita fruta...

Sentido prático dele (mesmo agora)

3 de maio de 2007

Estava sentada em frente ao pc, com a Diana ao colo.
Ele sobe as escadas e entra no quarto.

-Mãe qué bincá ca mana...

-Não podes agora, não vês que a mana está ao colo?

-Qué colo!!

-A mãe tem a mana ao colo, não vês?? Não dá...

-Qué essi pénax... (quero esta perna).

Tipo, ela está numa perna, ainda te sobra esta...

Lá tive que os segurar aos dois e engolir em seco.
Tomá lá que o puto agora já está a ficar esperto.

Quando o sentei disse muito contente:

-dôch filhos! (2 filhos)
:)

Até quando contarei os meses... :) ...
Está muito traquinas, muito falador, muito mimado, muito teimoso.
Quer fazer tudo sozinho, vestir-se, escovar os dentes. Largar as fraldas que é bom, nicles.
Em Junho vamos contra-atacar.
Faz muitas birras, anda muito mãezeiro.


His(es)tória(s)

3 de maio de 2007

Quando começaram a construcção da Ponte 25 de Abril (de Salazar na altura), houve muitos desalojados. Quase todos foram realojados no, hoje, meu bairro. Os meus avós foram aqui realojados, quando a casa onde viviam teve de ser demolida para se construir a rotunda do centro sul, o mais directo acesso à ponte.
Foram dos 1ºs a ter TV a preto e branco. A televisão era trazida para a rua, nos dias quentes e os miúdos (e graúdos) ficavam ali presos ao ecran.
Foi aqui que a minha mãe subiu às árvores e brincou à apanhada. As mesmas pedras da calçada que ela pisou, que eu pisei, pisa hoje o meu filho. Foi no sotão, onde dorme hoje o Gabriel, que o meu tio ouviu Zeca Afonso no gira discos e pendurou cartazes contra o regime. O quarto que é hoje da Diana foi outrora da minha mãe, foi lá que brincou com bonecas, foi lá que sonhou com o futuro.
Foi também neste quarto que, mais tarde, faleceu a minha bisa. Nem por isso acho mórbido. Era o que ela mais queria, era morrer em casa e não numa cama de hospital.
Foi no quarto onde durmo hoje com o meu marido, que dormiram os meus avós. Foi também este quarto que albergou os meus pais, eu e a minha irmã até ela completar 1 ano de vida ( eu tinha mais de 2).
Era a esta casa que nós vínhamos de 15 em 15 dias, ao Domingo, brincar e comer os pudins e o arroz doce da minha avó.
Foi na minha sala que o meu pai namorou a minha mãe, sob o prescrutador olhar da minha avó.

Gosto de viver numa casa com tantas memórias. Boas e más. Sinto-a tão minha...

Os ditados já não são o que eram...

2 de maio de 2007

Maio, Maião
manhãs de Inverno, tardes de Verão.

pronto ... acho que também eu meti água...lol... afinal este ditado é de Março...

Ora aqui ficam, para me redimir, alguns ditados populares sobre o mês de Maio.

Em Maio anda a velha a comer as cerejas ao borralho.

Maio me molha, Maio me enxuga.

Maio hortelão, muita parra pouco pão.

Maio pardo, ano farto, Maio ventoso, ano formoso.

Fraco é o Maio que não rompe uma carroça.

Chovam trinta Maios e não chova em Junho.

O feriado

2 de maio de 2007

Valeu pela manhã, em que ele foi até ao parque com o tio e os avós.
Choveu a tarde toda. Esteve frio. Ainda fomos até Alcochete, numa tentativa de ir ver o jogo dos Júniores do Sporting contra os do Benfica (e minhas amigas, a azia do empate de Domingo entre os dois clubes foi tão grande, que aquilo estava cheio que nem um ovo). Foi má ideia. A chuva não desarmou, acabei por ir para o carro com a Diana e o meu marido acabou por vir embora também, passados 10 minutos, com o Gabriel.

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