Semana 49/52

9 de dezembro de 2016

Sexta-feira. Finalmente. Esta semana, ainda assim, tivemos uma benesse, porque ontem foi feriado. Mas também é verdade que isso ainda torna mais difícil não fulminar o relógio que nos acorda às 6h15 da matina do dia seguinte.
Não querendo agoirar, parece-me que as minhas dores de estômago amainaram. Pelo menos ontem passei melhor o dia...aguardemos.
Uma hora antes do pôr-do-sol rumámos a Lisboa e fomos espreitar o MAAT. Aproveitar que a euforia da novidade já passou (e até porque o passeio marítimo de Belém já era apelativo antes do museu lá estar). Não desiludiu. O pôr-do-sol de Lisboa, à beira rio é esplendoroso. E a vista do terraço do museu vale a pena. Estava (e tem estado) uma temperatura estranhamente amena e agradável para o mês de Dezembro e fomos espreitar parte das iluminações de natal da cidade. Os miúdos comeram pela primeira vez comida mexicana no Mez Cais. Espreitem, vale a pena!
Agora é aguardar pelo fim-de-semana para descansar, respirar fundo, agradecer.




O difícil equilíbrio entre a justiça e o amor

7 de dezembro de 2016

Entre a educação e a misericórdia. Entre a firmeza e a longanimidade. Entre disciplina e condescendência.
Ando por aqui, a fazer equilibrismo. A ver se não caio.
Se os filhos viessem com manual de instruções e os pais já nascessem ensinados...

Dias especiais ♥

5 de dezembro de 2016

Este foi um sábado duplamente especial.
O Gabriel completou mais um ano de vida. 12 anos 💕.
Teve também o privilégio de trocar de lenço na cerimónia de investiduras e sou agora a orgulhosa mãe de um Desbravador.



Agradeço a Deus pela vida do nosso filho e espero que ele continue a crescer com os valores que tem aprendido.

Semana 48/52

2 de dezembro de 2016

Novembro acabou. A minha barriga continua a recusar-se a dar-me dias normais. Não consigo comer e o intestino também resolveu fazer greve. Têm sido dias maravilhosos...só que não. Os miúdos estão em semana de testes, tem chovido, o estendal partiu-se, a roupa está acumulada e os dias sucedem-se comigo meio que a arrastar-me como posso.

Ontem foi feriado e eu passeio-o no quentinho da minha casa, pena que sem grande ânimo. Durante todo o dia comi uma canja e bebi uma caneca de chá. Mesmo assim cumpri a tradição de ver as "Mulherzinhas" com a Diana e o ponto alto do dia foi o meu filho oferecer-se para fazer o jantar. Fê-lo com a ajuda das minhas instruções, claro, mas saiu-se muito bem e é bom ver que tem gosto pela cozinha. (ah! e o estendal já foi arranjado graças às habilidades de um amigo do meu marido para soldar coisas. muito gratos!)


Venha o fim-de-semana! Este vai ter sabor especial.

Pensamento do dia

30 de novembro de 2016

"(...) caminhamos sempre na ténue fronteira entre a máxima alegria e a pior tristeza."
Rui Zink

Semana 47/52

28 de novembro de 2016

Isto tem andado atribulado. Mas, feito o balanço, que todas as tribulações sejam estas...
Desta vez foram dores de estômago para todos, só escapou o pai.
Começou na terça-feira, com a Diana, alastrou rapidamente ao Gabriel no dia seguinte e na quinta-feira já eu estava off
Sábado foi dia de retemperar forças e experimentar comer novamente uma refeição cozinhada.
Em casa dos meus pais o ar por esta altura é mesmo frio e húmido, mas em contrapartida tudo está viçoso e verdinho. Adoro ver as pedras cobertas de musgo.
Ontem foi dia de espalhar o natal lá por casa. Foi o primeiro domingo da contagem decrescente para o advento. Também fiz pão de Nutella. Não experimentem! 😏 {receitinha da Francielle}

Essa cena de se ser crescido num mundo apressado

24 de novembro de 2016

Hoje, num mundo ideal, acordavam à hora que o vosso corpo quisesse. Fazia um chá de erva-príncipe para o Gabriel e uma torrada, porque lhe dói a barriga. Ficavam de pijama o dia todo, enquanto viam desenhos animados ou dormiam no sofá enrolados numa manta. 
Hoje, num mundo ideal, não tinha de vos mandar para escola, porque afinal de contas não têm febre nem estão a vomitar. Mas, num mundo ideal, podemos parar, fazer um bocadinho de ronha, apenas porque não nos sentimos bem.
Hoje, num mundo ideal, eu faltava ao trabalho sem culpas, só para vos dar mimo.
A realidade foi bem o oposto. 
A realidade foi dizer-vos que a mãe não pode faltar à mínima coisa, porque depois quando for preciso mesmo a sério já tenho muitas faltas. A realidade foi dizer-vos que, às vezes, mesmo quando não nos sentimos muito bem, temos de fazer um esforço e ir à luta. A realidade foi uma porcaria. Às vezes ser adulto é isto.

Assim vai a vida

23 de novembro de 2016

Estou a chá e torradas. Dores de estômago não muito fortes, mas chatas. Vim trabalhar na mesma.
Miúda está igual, mas acresce em dores de cabeça. Ficou em casa.
Miúdo acordou de noite, assarapantado, igualmente queixoso e meio sonâmbulo. Tomou um ben-u-ron, mas seguiu para a escola de manhã.  
O que virá para aí? Em semana de testes não davam jeito estas maleitas.

Pensamento do dia

22 de novembro de 2016

“. . . eu deixá-lo-ia ir, um dedo de cada vez, até que, sem ele se aperceber, estaria a flutuar sem mim. E depois pensei, talvez ser pai e mãe signifique isto mesmo - ensinar os nossos filhos a viver sem nós.”
Nicole Krauss

Do fim-de-semana

21 de novembro de 2016


Um dia de sol e outro de chuva. Foi assim o fim-de-semana.
Na sexta-feira perdi-me. Ter uma loja destas mesmo ao lado da porta do escritório, não ajuda. 🎄😀
No domingo fizemos vista grossa à chuva e aproveitamos o facto de os miúdos terem uma festa de aniversário para ir beber algo quentinho à praia. Chovia a potes, mas soube mesmo bem o ambiente acolhedor do bar de praia, a música ambiente, o mar na retaguarda e as gotas de chuva na janela. 
Ao jantar, antecipamos a comida tradicional de natal, um dos pratos preferidos cá de casa e foi sofá e mantinha até chegar a hora de ir dormir.
(também vivi um dos meus piores momentos enquanto mãe mas, sinceramente, não me apetece esmiuçar o assunto. Não porque não quero expôr os meus defeitos, mas porque há coisas que não vale a pena deixar para a posteridade. Pedi desculpa. Fui perdoada. Os pais e as mães também erram. Mas reconhecem o mal que fazem/dizem. Pelo menos comigo funciona assim. Estamos continuamente a aprender coisas boas e a despirmo-nos das más que já percebemos que não contribuem para o nosso bem, nem para o bem dos outros.)
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