Antes e depois da reportagem sobre o consumo de açúcar

8 de abril de 2015

Para quem é que aquilo que foi ali dito constituiu uma surpresa?
Às vezes espanta-me que as pessoas fiquem chocadas com os factos e com as estatísticas. Eu acho que já todos sabíamos isto há muito tempo. 
A mim choca-me é alguém dar 4 ice-teas por dia aos filhos (e chocolates, bolicaos e outros que tais desde os 2 anos de idade) sem achar que isso lhes vai fazer mal à saúde. 
Cá em casa sentei-me a ver a reportagem na companhia dos meus filhos. 8 e 10 anos.
Não fazemos uma alimentação desregrada ou exagerada em coisas prejudiciais. Nunca beberam coca-cola, só bebem ice-tea quando comem fora, comemos sempre comida caseira, poucos fritos, muita comida vegetariana, muitos legumes e vegetais, muitas saladas, mas...claro que há coisas que se podem ajustar para melhor.
Do que retivemos, com base na nossa realidade:
  •  a importância de ver os rótulos antes de comprar, seja o que for. 
  • modificar os lanches [substituir o pão de leite pelo pão ou bolachas integrais ou de água e sal (no caso da Diana, porque o Gabriel detesta pão de leite); mandar mais frutos secos e fruta; aumentar o consumo de água em vez de sumos (que não passam de água com açúcar com sabor a fruta)]
  • Aumentar o consumo de fruta no geral
  • Restringir o Chocapic a 1x semana (o Gabriel comia quase todos os dias)
  • Sempre que possível, fazer em casa, em vez de comprar feito (granola, barras de cereais, leite vegetal, bolos)
  • passar a usar só açúcar mascavado, quando necessário (até o amarelo é uma fraude)
  • circunscrever chocolates (comiam 2 ou 3 quadradinhos de chocolate preto todos os dias ao jantar depois da refeição) e sobremesas a fins de semana e dias de festa
E incrivelmente, os miúdos são mais criteriosos do que nós. Não nos deixam pisar em ramo verde. Levaram aquilo muito a sério. Bom para eles!
A minha batalha é com os doces. Por isso, foi bom para mim ter levado este "puxão de orelhas".
O problema é que das duas uma, há aqueles que vão entrar em pânico total e cortam com este mundo e o outro e há aqueles que vão fazer tábua rasa do que ouviram e vão continuar a fazer o que faziam até aqui (bom ou mau). 

Abril também trouxe chuva e trovoada...

6 de abril de 2015

Hoje ficámos em casa, a desfrutar do último dia de férias dos miúdos em conjunto. Aproveitámos a ocasião para pintar o nosso quarto, que estava cheio de humidade, e atrás disso destralhou-se sapatos, roupas e outras coisas que fomos acumulando. Cheira a limpo. Estamos mais leves.
Incrível como, estando em casa, o tempo adquire novos contornos de liberdade. O dia está a durar imenso. Tão bom...que bem que soube este fim de semana de 4 dias.
Amanhã regressamos ao batente e eles à escola. Iniciamos a contagem decrescente para o fim do ano lectivo. Este último período passa sempre a correr. Esperamos que os resultados sejam positivos. 
Depois disso vem o meu aniversário e as (tão aguardadas) férias de verão. 
O bom da vida é que, apesar dos momentos de maior desânimo, temos sempre o que ansiar. Graças a Deus por essa bênção. Há quem não tenha essa benesse.


Já a pensar no verão...

5 de abril de 2015





No lugar de sempre [vertbaudet]

Abril trouxe sol e calor

5 de abril de 2015

 Fomos à Fonte da Telha, um destes dias, depois do trabalho, absorver os últimos raios de sol do dia.
Fugir à rotina. Preciso disso como de pão para a boca. 

O Congresso de Jovens terminou hoje. O meu irmão fez 16 anos na sexta-feira. O meu sobrinho Miguel foi operado de urgência à apêndice. As férias dos miúdos terminam amanhã. 

I wish I could be more enthusiastic, though...

1 de abril de 2015


Ando numa fase mázinha. Março é sempre um mês longo demais...
Acho que há momentos em que desligamos. Queremos usufruir da parte boa dos dias. Dos abraços e da serenidade. 
Ralhar, insistir, dizer que não...há dias em que não apetece esta luta. Nem obstáculos, nem atritos. 
E a ordem, e o básico dos básicos, e os deveres e tarefas...tudo nos parece gigante e pesado.
Eu ando assim. Cansada de carregar o fardo de ser polícia sinaleiro, grua, retroescavadora, árbitro, poste de luz, e o que mais preciso for, nesta rotina diária maluca.
Tenho andado perdida ultimamente. Mais desequilibrada, com menos filtros, com a irritabilidade à flor da pele e dos lábios. E isto desgasta-me tanto...sobretudo quando à nossa volta o que as pessoas vêem em nós é a harmonia personificada. Não vos iludais...
E isto não é uma queixa, é uma constatação. Pode ser que se a disser, estes sentimentos se vão embora para longe. 

Reflexão do dia

31 de março de 2015



"Na maior parte das vezes, quando dizemos que dependemos de Deus, é depois de termos tentado fazer as coisas por nós mesmos. Depois de termos tentado resolver o problema sozinhos.
Então, nessa altura, viramos-nos para Deus. O que temos de aprender a fazer é a confiar em Deus primeiro. A abrir a Sua Palavra, ler a Sua Palavra. Obter uma compreensão clara acerca do que Ele pretende para nós, e as bênçãos que nos quer dar." 

Elaine Oliver

O tanto de teimosa que é...

30 de março de 2015

Sexta-feira passaram a manhã com o pai. Vieram a Lisboa e depois o pai foi deixá-los comigo.
À sexta-feira tenho o privilégio de sair à hora de almoço. Best thing ever.
Fomos comer ao vegetariano. Era ver os olhares dos adultos presentes a contemplarem os pratos dos meus filhos atestados de salada, brócolos, grão com açafrão e cenoura, soja picante com feijão, e tantas outras iguarias que lá há. Não sobrou nada para contar a história.
Depois fomos à Conchanata, comer os melhores gelados de sempre.
- querem cone ou copo?
- cone! - em uníssono.
- Olhem que comeram muito e o cone é de bolacha e para além do mais depois escorre tudo e sujam-se todos.
- não, eu quero o cone! eu como tudo! eu gosto da bolacha! - responderam os dois.
O Gabriel come gelados em menos de nada. Não deu para chegar à chafurdice e a bolacha marchou toda.
A sôdona Diana, porém, pôs-me os nervos em franja. Ela era gelado nos dedos, à volta dos lábios, na mesa [e eu a ver que as mangas lá iam resvalar], num monte de guardanapos que foi tirando para amenizar a badalhoquice, enfim...
E finalmente, o esperado: - mãe, estou super cheia. Não quero a bolacha. 
Às vezes, contar até 100 é manifestamente insuficiente, quanto mais até 10.



Vá, que me fazem rir...eu perdoo-lhes o resto.

Cozinhados e ventanias

27 de março de 2015


Bifinhos de seitan (feito por mim) com cogumelos e natas vegetais. Uma delícia.


Na quarta-feira fui matar saudades da comida do Espaço da Rosa. A verdade é que é um bocado dispendioso e não dá para ir todos os dias, mas é um pequeno luxo ocasional que vale muito a pena!


A minha especialidade, jardineira de soja, também não fica a dever em nada ao menu dos melhores restaurantes vegetarianos. Tive a melhor escola e uma excelente professora, a minha mãe.
Esta foi uma semana marcada pelas ventanias constantes e pelo frio, mas diz que para a semana passamos do 8 para o 80. Vem aí o calor!

Carros e fases da vida

23 de março de 2015

Os carros marcam etapas. Sempre os tivemos em 2ª mão. Não há dinheiro para comprar carros a estrear. Quando casámos tínhamos um Fiat Punto comercial, preto. Quando fiquei grávida do Gabriel comprámos um Renault Clio. Poucas semanas antes da Diana nascer comprámos o Volkswagen Golf, carrinha que tínhamos até ao presente.
Hoje dissémos-lhe adeus e estreámos o nosso leãozinho. Um Peugeot 307, carrinha. Os miúdos estão maravilhados porque passa cd's, tem 2 tabuleiros, um tecto de abrir e dois lugares extra na bagageira "just in case". É usado, mas para nós é novo e esperamos que ande muitos quilómetros connosco e nos transporte ao longo de muitas aventuras, gargalhadas, cantigas e conversas. 

Fim de semana

23 de março de 2015


Os Clubes de Desbravadores das igrejas de Corroios, Almada, Paivas e Barreiro juntaram-se para distribuir garrafas de água e abraços grátis pelos transeuntes numa das praças mais conhecidas de Almada. Também se dinamizaram rastreios de saúde gratuitos a quem passou e quis medir a glicémia, a tensão arterial ou ter aconselhamento médico com alguns dos enfermeiros e enfermeiras presentes.
E cantámos. Muito. É bom cantar o amor de Deus para quem quiser ouvir. Eu, pela parte que me toca, foi até a voz me doer, literalmente. Cada um é para o que nasce. ☺
O domingo foi um de muitos mimos, filmes e sofá.
À tarde ainda fomos ver o Gabriel jogar e vivi o meu momento "dona dolores" versão benjamins da distrital, quando os responsáveis da equipa adversária me tentaram aliciar a deixar o Gabriel treinar para eles.
Tirem-me deste filme! ☺
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