Meh

11 de fevereiro de 2016

Aquele dia em que não dá vontade de pôr maquilhagem e em que as olheiras se adensam depois de várias noites a dormir mal, o buço e as sobrancelhas já precisam de ser arranjados e a barriga, já de si gorda por causa dos quatro quilos a mais que o Natal deixou em nós, ainda está mais inchada por causa do dito cujo e o cabelo apanha-se num rabo de cavalo porque não há paciência para o arranjar.
A roupa não nos favorece, propriamente, e parece que envelhecemos 10 anos da noite para o dia.
Estou num destes dias.

Água com sal

10 de fevereiro de 2016

Dizem que é remédio santo para a ansiedade. Mas não se bebe. Cheira-se, sente-se na pele.
Na terça-feira estava demasiado frio para me aventurar em mergulhos, mas fui ouvir as ondas e cheirar a maresia. E que bom que é. Gosto muito da praia no inverno.
As casinhas coloridas à beira do areal são a coisa mais amorosa que existe. Mesmo com a madeira a acusar as agressões dos elementos.

Os miúdos foram logo de manhã, bem cedo, para uma atividade de exterior com os Tições, pelo que eu e o marido aproveitámos bem as horas de silêncio e calmaria. Pequeno-almoço na cama para ele. Almoço simples, nas calmas, depois de regressarmos da praia. Eu caminhei e tirei fotografias, que é a minha onda e ele foi correr (ou "expurgar" os excessos do corpo, como ele tem por hábito referir).
Ainda deu tempo para conhecer mais um sítio giro para se beber um chocolate quente, ali para os lados de Cacilhas, na rua mais gira de Almada. 

Dias para respirar fundo

10 de fevereiro de 2016

Não ligamos patavina ao carnaval.
Mas como os miúdos têm 3 dias de pausa escolar, gosto sempre de passar dois dias com eles.
Vai daí, pus férias e fomos respirar ar puro até ao Prado, ali para os lados de Santarém.
Soube muito bem.
Ver a Bisa Zulmira, que está ótima, com as maleitas da idade mas com um sentido de humor ainda apurado, ver os tios e primos do pai (parte deles, pelo menos).
Havia festa na aldeia, pelo que vimos o rancho dançar, leilões, rifas, bolo da noiva, jogo do pau e tantas outras coisas que não se veem na cidade. 
E o cheiro dos eucaliptos pela manhã, depois de uma noite de chuva...é esvaziar os pulmões e inspirar profundamente. ♥
E não há nada mais reconfortante que o calor de uma lareira. Que pena não termos uma em casa...

Assim que chegámos, tomei um banho, dei um jeito às coisas e fiz cupcakes para receber os amigos Irina e Rafa e a minha sis também. 
Bolinho de coco com cobertura de ganache.

Do fim-de-semana

10 de fevereiro de 2016

A minha sobrinha completou 10 anos no sábado.
Dois dígitos. Fiz cupcakes de laranja com natas de coco e um laço para enfeitar.
Sempre inspirada pelo meu velhinho livro de receitas que nunca me deixa ficar mal. 

Recebi a minha chaleira, que a minha amiga Irina teve a amabilidade de trazer especialmente de Inglaterra para a minha cozinha. Agora beber chá passou a ser ainda mais prazeroso.
Finalmente, no sábado à noite, consegui convencer o marido (apesar da chuva) a ir ao Fabrica Coffee Roasters e não me decepcionei. Sítio giro e cappuccino, ainda melhor. 

Algo por que ansiar

4 de fevereiro de 2016

Há dias assim, em que acordamos da mesma maneira de sempre, cumprimos a dança da rotina com mais ou menos rigor mas a certa altura, uma ideia, uma palavra, um impulso...e muda tudo. Pode ser bom ou mau, é verdade. 
Hoje foi bom. De repente, uma pesquisa inocente, um desejo que se agiganta, um sonho que se materializa. 
E não vou sozinha. Pois não, mana?
E celebramos lá o seu aniversário. Vai ser mesmo especial. Espero que não chova...muito...


Das tecnologias (versão feminina)

1 de fevereiro de 2016

Fica aqui devidamente registado que dar um telefone a um rapaz não é a mesma coisa que dá-lo a uma rapariga. 
É isso mesmo. A Diana registou-se com sucesso no whatsapp e agora, durante o dia, eu na sala e ela no quarto, manda-me mensagens como: mãe, és fofinha. E muitos, mas mesmo muitos, emoticons.
(versão masculina aqui e aqui)

Mais queixinhas

1 de fevereiro de 2016

A verdade é que, desde o problema de pele com que comecei o ano, até à dor de ouvidos com que encerrei o mês de janeiro e dou início ao de fevereiro, este não tem sido um começo de 2016 muito auspicioso.
As dores, aparentemente, foram-se, mas continuo surda que nem uma porta, o que é bastante aflitivo, quer na rua, quer quando me deito para o lado do "ouvido bom" e sinto que o mundo deixa de existir à minha volta, porque o silêncio é quase ensurdecedor (perdoem-me o paradoxo)!
Sabem aquela sensação que temos quando estamos a levantar voo? Ou quando nos entra água para o ouvido na praia e não conseguimos que saia? É isso, 24/24.
De segunda-feira até ontem, emborquei um total de 14 Brufens, coloquei as gotas com antibiótico 3 vezes ao dia e continuo neste estado. 
Sim, uma perna partida era bem pior, mas fica o desabafo.

Adeus, Janeiro!

1 de fevereiro de 2016

Não foste grande coisa. Mas também tiveste coisas boas.
Venha Fevereiro.

O mundo devia ser das crianças

29 de janeiro de 2016

- Hoje, pela primeira vez, fiz uma pergunta à minha professora. - declarou ela, ontem, ao jantar.
É conhecido que ela não tem muito à vontade para tirar dúvidas, pelo que a felicitei pela iniciativa.
- A professora disse que a minha pergunta foi muito pertinente. 
Então, consta que a professora falava sobre o ambiente e os danos que o homem tem causado à natureza e os efeitos que isto terá, quer no presente, quer no futuro. E a Diana perguntou-lhe:
- então mas se o homem sabe que vai morrer se continuar a estragar a natureza, porque é que continua?
Simples assim.

A crescer...

29 de janeiro de 2016

A Diana disse-me ontem que quer ser escritora de histórias para crianças, talvez poeta ("sabes, mãe, a minha professora diz que eu tenho jeito para fazer rimas") ou professora.
Há 2 meses queria ser cantora, portanto não posso dizer que desgosto da evolução. ☺
Respondi-lhe que tinha de estudar e ser aplicada. Tirar um curso de línguas.
- não tem matemática, pois não, mãe?
Onde é que eu já ouvi isto...a história repete-se.
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