Do Instagram

12 de julho de 2017

Sabem aqueles perfis em que, dê por onde der, vá aquela malta para onde vá, o pantone da bendita foto combina sempre com o da anterior e assim por diante. 
Não é uma crítica. Porque eu adoro ver o feed destas almas. Há qualquer coisa de calmante naquilo.
Mas expliquem-me lá como é que se vive a quatro tons, que eu não sei. 

Semana 27/52

7 de julho de 2017

E foi assim, num abrir e fechar de olhos, que metade do ano se foi. 
Esta foi a semana dos meus pais fritarem a pipoca, com a prole de netos lá por casa durante o dia. Como a minha irmã mora mesmo ao lado e o tempo que passam juntas lhes parece sempre curto, as miúdas suplicaram por uma sleepover e lá ficaram, de quarta para quinta, sendo que o mais velho também aproveitou para se colar à iniciativa, dando-nos a oportunidade de termos um fim de dia diferente.
Passeámos pela zona da Graça, fomos ao miradouro Sophia de Mello Breyner olhar Lisboa, parámos no Jardim da Cerca para nos refrescarmos e depois jantámos no restaurante "O Pitéu" (que recomendamos). Fila imensa que saía do restaurante, passava um pequeno hall e chegava à rua, mas valeu a pena (da próxima vez talvez seja sábio marcar mesa com antecedência). 
Lisboa é sempre linda. Não cansa. Sobretudo os bairros típicos, de ruas estreitas, escadinhas, janelas com roupa no estendal, varandas floridas e fachadas de azulejo. 
Fintar a rotina sabe pela vida. 
A Diana está, qual serpente a mudar de pele, com a cara numa desgraça, por conta de um dia de piscina em que não colocou uma grama de creme protetor "porque estava vento, mãe!"
O Gabriel, ontem, estava particularmente sensível e disse-me que eu não podia morrer porque depois não tinha a quem abraçar (enquanto me abraçava). Isto já naquele momento em que eu, deitada na cama, apesar de sensibilizada, já tinha a minha mente a navegar entre o limbo da consciência e da inconsciência, morta de sono. Pior, depois disse: e se eu morrer? A sério, dissertações filosóficas quando metade do meu cérebro já desligou? Tenham misericórdia. 
Só fui capaz de balbuciar aquele tão sábio ditado popular que diz que "para morrer basta estar vivo". 
Sim, aquela coisa que vemos nos filmes, em que as mães proferem frases inspiradoras para a vida na hora de deitar os filhos na cama nem sempre (quase nunca) acontece na vida real. 

Recebi também ameixas da árvore do quintal da minha mãe e cogumelos shiitake, que enviou um amigo do meu marido. Muita gratidão por estas coisas boas que me dão.

Acabei de ler o livro "O luto de Elias Gro". Confesso que demorei a entrar no espírito inicial da história, que é down, negro, cru mesmo. Vinha de um livro com uma toada completamente oposta e foi um choque. Mas depressa ultrapassado, porque a forma de escrever é maravilhosa. E a história cresce em nós, página após página, e faz-nos olhar para dentro. Foi o primeiro livro que li deste autor (João Tordo) e vou seguir para o próximo desta trilogia "O paraíso segundo Lars D.", não sem antes terminar o "One Fine Day" da Mollie Panter-Downes, que tinha deixado em pausa. 

Falida

3 de julho de 2017

Acabei de comprar os livros escolares para o próximo ano letivo. 
Acho que estou demasiado deprimida para ir de férias.

Compras

29 de junho de 2017

Enquanto eles estão a divertir-se na piscina eu já ando a acautelar o próximo ano letivo. A mochila dela do ano passado está feita em fanicos, com os fechos estragados. Não era de marca, como não era nenhuma das que lhe comprei até aqui e a verdade é que não duram muito. O ano passado comprei uma da Eastpak ao Gabriel e ainda está inteira, pelo que comprei esta para ela (bolinhas!!!!). Está em promoção AQUI.

Gratidão - 38º aniversário

27 de junho de 2017

Pois é, no dia 23 completei mais um ano de vida. A gratidão é imensa. Não só no dia de aniversário mas todos os dias. Sobretudo por ter as minhas pessoas comigo...


A felicidade não o seria se não a partilhássemos com quem amamos, não é?
Recebi uns trapinhos novos e comprei outros. Feliz com as minhas compras. 
{H&M}

E a maior surpresa foi mesmo a que me fez o meu marido. Dois bilhetes de avião. Parece que em Novembro lá terei de ir a Roma. Que maçada! SQN!!!! 😅

Mini-férias (IV)

21 de junho de 2017

Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Portela do Homem, Ponte de Lima, Cascatas do Pincho, Viana do Castelo.
Estivémos em todos estes lugares e ainda demos um pulinho à Praia da Amorosa.
Em Arcos almoçámos no restaurante O Lagar. Comida ótima num dia de muito calor. E é chegar cedo, que aquilo perto das 13h fica à pinha.
Adorei Ponte de Lima. Tudo arranjadinho e florido. A ponte romana ao fundo, jantar ao pôr-do-sol na varanda do restaurante O Confrade. As porções são qualquer coisa...em todos os restaurantes, eu não sei como vós, senhoras nortenhas, sobrevivais a tal. Eu já rebolaria, por certo.
As Cascatas do Pincho são de uma beleza selvagem, natural, maravilhosas. Fiquei mesmo deslumbrada. Não tem sítio para estender a toalha, fica no meio da montanha, sentamo-nos nas pedras que ladeiam as margens da cascata e dos riachos que dela resultam, e não estava tão fria como seria de supor. Aliás, o calor era tanto que não queríamos mesmo saber. O caminho que o GPS nos indica está é errado, mas felizmente houve alguns locais que nos indicaram o caminho certo.
E, por fim, mas não menos importante, Viana. Fomos ao Natário, comer as famosas bolas de Berlim que vêm para a mesa ainda mornas. Uma maravilha. Merecem toda a fama que lhes dão. Por dentro nada daquele recheio amarelo (quase fluorescente) que se vê por aí, mas um delicioso creme pasteleiro igual ao que faziam as nossas avós, nada enjoativo, suave e bom, naquela massa polvilhada de açúcar e canela. Já estou com água na boca só de pensar...
Visitei a loja Conto de Fadas, e comprei uma escultura de madeira da Willow Tree, coisa para deixar o meu marido lívido de horror durante algumas horas, tudo porque a minha querida filha resolveu deixar escapar o preço da dita. Há coisas que não se dizem aos homens, filha, a bem da paz mundial. Anota, que a mãe não vive sempre.
Subimos a Santa Luzia perto do pôr-do-sol e que vista! A igreja estava em obras de manutenção e por isso estava coberta de andaimes e rede no lado que dá para a vista da cidade, mas felizmente o outro lado estava descoberto.
À noite fomos calcorrear o centro histórico porque havia feira medieval. Imensa gente. Um bocado confuso, confesso. Havia ginginha sem álcool em copo de chocolate. Os miúdos adoraram. 


Mini-férias (III)

21 de junho de 2017

Quando saímos de Guimarães fomos diretos à Casa da Reina.
Foi lá que ficámos alojados todos os dias que estivémos a norte.
Só tenho a dizer coisas boas. O sossego, a simpatia dos anfitriões, o ambiente acolhedor, rústico como tanto aprecio. Os quartos grandes, todos com casa de banho. A zona da cozinha, onde é servido o pequeno-almoço e onde podemos cozinhar as nossas refeições, se assim o desejarmos. A piscina que nos aliviou do calor várias vezes e que fez as delícias dos miúdos. As várias árvores de fruto, e zonas onde podíamos jogar em família (xadrez, ping-pong, snooker, matraquilhos). Depois, a cereja no topo do bolo, para nós que amamos gatos, foram as duas gatinhas residentes, a Kika e a Mimosa. Afáveis e doces. A Kika estava prenha e os miúdos estiveram sempre na expectativa de assistir ao parto, mas a Kika só deu à luz na noite do dia em que saímos. 
Aconselho vivamente a que visitem. Nós, pela parte que nos toca, queremos lá voltar.
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