Ferrugem e caruncho

2 de maio de 2016

Quando, através da dor, passamos a saber da existência de músculos que nunca antes tínhamos sentido na vida, percebemos que andamos a dar pouco uso à máquina que transporta o nosso cérebro.
Estou à beira da invalidez, depois do treino de ontem.
Há bocado espirrei e pensei que me iam saltar peças. 
Só há uma coisa a fazer.
Amanhã tenho de ir correr.

E foi assim ♥

29 de abril de 2016


Ficou muito feliz! E eu também. Agora é esperar que faça bom uso dele e que não seja "sol de pouca dura".

Do eczema agudo crónico no ouvido

28 de abril de 2016

Saudades de ter uma audição stereo.
Saudades de dormir uma noite seguida, de 7/8 horas, tipo pedra, sem me lembrar de nada. 
Ofereço olheiras.

Coisas de mãe

28 de abril de 2016

Há pouco mais de um mês a Diana começou a ter aulas de música. Uma querida amiga, que é professora de violino, ofereceu-se para ensinar pro-bono, 2 vezes por mês, quem desejasse aprender.
E ela quis. 
Hoje, depois de muitas contas de cabeça, comprei-lhe um violino, em segunda mão.
Estou desejosa de ver a cara dela, logo à tarde, quando lho der.

Feriado

26 de abril de 2016

E este foi um fim-de-semana ainda melhor porque tivémos direito a um dia extra. Para além de ser o Dia da Liberdade, é também o dia em que celebramos o aniversário do meu sobrinho João Pedro.
Aproveitámos o sol (vantagens de morar "a dois passos" da Costa da Caparica) e depois experimentámos o restaurante Pita.gr. Recomendamos!
E já lá vão 6 anos de Johnny P. neste mundo. ♥

Da vidinha

26 de abril de 2016

Finalmente tivémos um fim-de-semana de sol. Larguei de vez as pantufas e pus os pés ao ar, nos meus flip-flop.
Também voltei às origens e comprei o Benamor (creme de rosto que já a minha avó usava, que a minha mãe usou e agora chega a minha vez de continuar a tradição). Passem no Café na Drogaria. Para além de venderem este creme e outros produtos antigos portugueses também há café, sumos naturais, tostas e bolos variados. Adoro a zona onde trabalho.
 No sábado a minha sobrinha veio dormir cá em casa (acontecimento que, por elas, era prerrogativa de todos os fins-de-semana). No dia a seguir fomos tomar o pequeno-almoço fora (yu-hu!) e depois de comprarmos a prenda de aniversário para o João, fomos à loja low-cost sensação do Almada Forum, onde eu ainda não tinha colocado o pézinho. 
Fiz beijinhos de côco e um bolo-pudim e, não fosse o raio do forno andar a falhar-me como as notas de mil, teria sido um sucesso visual, tanto quanto foi para as papilas gustativas. Mas não. Só 70% do pudim é que ficou cozido. Claro que se comeu, esbarrondado ou não. Estava 5*!

Habemus fato-de-banho

26 de abril de 2016

 made by {hopiness} ♥

O corpinho é que não é o da modelo, o que é pena...mas enfim. Há coisas piores. ☺

Quanto mais velhos...

21 de abril de 2016

Isto de lidar com a mentira, para mim, até agora, tem sido das coisas mais difíceis na educação deles.
Ela tem sido sempre uma criança frontal, que assume as asneiras, que "oferece o peito às balas".
Com ele a história tem sido outra bem diferente e, nesta fase, em que já vai a caminho dos 12 anos, é coisa que me deixa triste, frustrada e até preocupada.
Têm sido vários os episódios. Têm sido várias as conversas, as chamadas de atenção. Mas, infelizmente, os casos continuam a acontecer.
Ontem foi mais um. Liguei-lhe para que tomasse banho, estava ainda em Lisboa. Sim, senhor. Ok. Tudo muito bem. Chegámos a casa, alô criançada, e o dia como foi e tudo e tudo. Ele já estava de pijama. Ok. Tomou banho. Mas eis que reparo que as meias não foram trocadas. E eis que o confronto. 
- olha lá, filho, tomaste banho, como te pedi?
- tomei.
- então porque é que tens calçadas as mesmas meias sujas?
- ah, esqueci-me de mudar.
Nesta altura, desconfiada ao máximo, puxo-o para junto de mim e cheiro-lhe o cabelo.
O óbvio aroma de quem não fez uso da água e do shampoo.
Mentiu. Foi descoberto e, ainda assim, insistiu na mentira inicial.
O pavio do meu marido é infinitamente mais curto que o meu e os seus métodos estão longe de serem totalmente pedagógicos (eu só sou um ogre depois das 22h, tipo cinderela versão alternativa, porque acordo às 6h da matina e a minha paciência precisa de recarga ao fim de mais de doze horas "acordada"). 
Eu sou um bocado "What??", reajo logo à bruta e mando um grito, mas depois converso. O pai é um bocado assert(gress)ivo com as palavras. Digamos que, atinge nevralgicamente a auto-estima dele, para o chocar e provocar-lhe alguma reação. Isto porquê?
Depois de ter ralhado com ele, de lhe ter manifestado a minha desilusão a criatura foi tomar banho sem ter admitido a mentira, cantou o tempo todo, não se esforçou minimamente por ser rápido a realizar a tarefa. Teve de ser chamado à atenção também por isso e estava como se nada fosse. 
Eu penso em mim, com a idade dele na mesma situação. Era coisa para me pôr doente e a piar muito fininho e andar sobre cascas de ovo com os meus pais.
Ao jantar voltei à carga. Muito diplomática e calma, explicando-lhe tudo isto.
Ele tem uma tremenda dificuldade em nos olhar nos olhos quando estamos a falar com ele depois de um desaire. Tenho de pedir constantemente que olhe para mim. Um stress! O pai ferve com isto. Eu respiro fundo para equilibrar os ânimos.
Voltei a sublinhar a minha tristeza. Disse-lhe que quero que seja um homem de palavra. Um homem de confiança. Disse-lhe que estava triste e que esperava que não voltasse a acontecer. E que o mínimo que podia fazer era mostrar um mínimo de arrependimento e consternação por ter errado.
E a esperança de que aprenda é a última a morrer...mas isto é desgastante.
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