Gratidão - 38º aniversário

27 de junho de 2017

Pois é, no dia 23 completei mais um ano de vida. A gratidão é imensa. Não só no dia de aniversário mas todos os dias. Sobretudo por ter as minhas pessoas comigo...


A felicidade não o seria se não a partilhássemos com quem amamos, não é?
Recebi uns trapinhos novos e comprei outros. Feliz com as minhas compras. 
{H&M}

E a maior surpresa foi mesmo a que me fez o meu marido. Dois bilhetes de avião. Parece que em Novembro lá terei de ir a Roma. Que maçada! SQN!!!! 😅

Mini-férias (IV)

21 de junho de 2017

Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Portela do Homem, Ponte de Lima, Cascatas do Pincho, Viana do Castelo.
Estivémos em todos estes lugares e ainda demos um pulinho à Praia da Amorosa.
Em Arcos almoçámos no restaurante O Lagar. Comida ótima num dia de muito calor. E é chegar cedo, que aquilo perto das 13h fica à pinha.
Adorei Ponte de Lima. Tudo arranjadinho e florido. A ponte romana ao fundo, jantar ao pôr-do-sol na varanda do restaurante O Confrade. As porções são qualquer coisa...em todos os restaurantes, eu não sei como vós, senhoras nortenhas, sobrevivais a tal. Eu já rebolaria, por certo.
As Cascatas do Pincho são de uma beleza selvagem, natural, maravilhosas. Fiquei mesmo deslumbrada. Não tem sítio para estender a toalha, fica no meio da montanha, sentamo-nos nas pedras que ladeiam as margens da cascata e dos riachos que dela resultam, e não estava tão fria como seria de supor. Aliás, o calor era tanto que não queríamos mesmo saber. O caminho que o GPS nos indica está é errado, mas felizmente houve alguns locais que nos indicaram o caminho certo.
E, por fim, mas não menos importante, Viana. Fomos ao Natário, comer as famosas bolas de Berlim que vêm para a mesa ainda mornas. Uma maravilha. Merecem toda a fama que lhes dão. Por dentro nada daquele recheio amarelo (quase fluorescente) que se vê por aí, mas um delicioso creme pasteleiro igual ao que faziam as nossas avós, nada enjoativo, suave e bom, naquela massa polvilhada de açúcar e canela. Já estou com água na boca só de pensar...
Visitei a loja Conto de Fadas, e comprei uma escultura de madeira da Willow Tree, coisa para deixar o meu marido lívido de horror durante algumas horas, tudo porque a minha querida filha resolveu deixar escapar o preço da dita. Há coisas que não se dizem aos homens, filha, a bem da paz mundial. Anota, que a mãe não vive sempre.
Subimos a Santa Luzia perto do pôr-do-sol e que vista! A igreja estava em obras de manutenção e por isso estava coberta de andaimes e rede no lado que dá para a vista da cidade, mas felizmente o outro lado estava descoberto.
À noite fomos calcorrear o centro histórico porque havia feira medieval. Imensa gente. Um bocado confuso, confesso. Havia ginginha sem álcool em copo de chocolate. Os miúdos adoraram. 


Mini-férias (III)

21 de junho de 2017

Quando saímos de Guimarães fomos diretos à Casa da Reina.
Foi lá que ficámos alojados todos os dias que estivémos a norte.
Só tenho a dizer coisas boas. O sossego, a simpatia dos anfitriões, o ambiente acolhedor, rústico como tanto aprecio. Os quartos grandes, todos com casa de banho. A zona da cozinha, onde é servido o pequeno-almoço e onde podemos cozinhar as nossas refeições, se assim o desejarmos. A piscina que nos aliviou do calor várias vezes e que fez as delícias dos miúdos. As várias árvores de fruto, e zonas onde podíamos jogar em família (xadrez, ping-pong, snooker, matraquilhos). Depois, a cereja no topo do bolo, para nós que amamos gatos, foram as duas gatinhas residentes, a Kika e a Mimosa. Afáveis e doces. A Kika estava prenha e os miúdos estiveram sempre na expectativa de assistir ao parto, mas a Kika só deu à luz na noite do dia em que saímos. 
Aconselho vivamente a que visitem. Nós, pela parte que nos toca, queremos lá voltar.

Mini-férias (II)

20 de junho de 2017

Tenho dois filhos em tudo diferentes. Nisto do coração e da tristeza também. Ele observa tudo, não desvia o olhar, ela quer fintar a dor.
Ele vê em silêncio tudo o que é reportagens, depoimentos, documentários sobre o que se tem passado.
Ela só pede para mudarmos de canal, para vermos um filme, para pensarmos em coisas alegres. 
Já chega! - diz. 
Na nossa viagem, passámos por muitos sem abrigo, pedintes. Em Guimarães, mas sobretudo no centro do Porto. Corta o coração. 
O Gabriel questionava-nos sempre. Porque não deste nada, mãe? 
São tantos, filho. - disse-lhe. Não podemos acudir a todos...
E ver-lhe aquela desilusão e tristeza silenciosa no baixar de olhos, a fitar o chão. 

Mini-férias (I)

20 de junho de 2017


 Depois dos acontecimentos trágicos dos últimos dias ainda ando aqui à procura das palavras para deixar registada a nossa viagem ao norte do país.
Já noutras alturas passei por isto. Dias felizes coincidirem com momentos de profundo pesar e invadir-me este sentimento de culpa e indignidade, que quase me deixa incapaz de falar sobre coisas boas, porque há quem tenha perdido tudo. Pior, há quem tenha deixado de existir...
Mas a verdade é que se há coisa que deve resultar desta desolação toda é uma profunda reflexão sobre o que somos, temos, fazemos. E agradecer. Muito. E viver. E amar quem está ao nosso lado. 
Foi o que vivemos nestes 5 dias que planeámos longe de casa. ♥
Descansar, desfrutar, conviver, criar memórias.

...


Guimarães foi a primeira paragem. Fomos direitos ao castelo e nos jardins alguns trovadores tocavam gaita de foles, tambores, pandeiretas. Criou uma atmosfera medieval que ajudou a relembrar os antepassados que por ali devem ter palmilhado. 
O centro histórico é adorável. As casinhas são amorosas e respira-se história por ali. Muitos turistas a preambular por aquelas praças pitorescas. Esplanadas vibrantes, igrejas bonitas.
Ao fim da tarde subimos à Senhora da Penha para ver a vista e valeu muito a pena.
O pai e os filhos ainda provaram o petisco da zona (cebola em vinagre, para mim não, obrigada) na Adega do Ermitão, que fica num local maravilhoso. A luz de fim de tarde a penetrar pela ramagem das árvores, os bancos de madeira pintados a verde, as mesas de pedra, o forno a lenha, os gatinhos em cima das rochas, as pedras cobertas de musgo e ladeadas de pequenas flores lilases.
continua -> -> -> ->

Fim-de-semana (23)

12 de junho de 2017

Junho é tudo de bom.
Este foi um fim-de-semana de calor e há que aproveitar cada dia o melhor possível.
E a benção que é morar perto da praia...
Ter primos também dá outra cor aos dias dos meus filhos. Enche-me o coração ver a felicidade que trazem uns aos outros.
A escola termina amanhã. Fim. The end. Em Setembro há mais.

Semana 23/52

9 de junho de 2017

Foi a última semana "a sério" de aulas.
Já andamos os quatro com a cabeça noutras paragens. As nossas mini férias estão quase aí. 
Lá no bairro, as hortenses da vizinha estão ao rubro. Lisboa já se vestiu de bandeirolas, fitas e manjericos. Comi os primeiros alperces da temporada e já esteve calor suficiente para eu ir à Conchanata pedir a combinação infalível de bolinhas de gelado para me refrescar. Gulosa, eu sei...nada a fazer. É verdade que sou. Tento controlar-me, mas admito que os gelados são uma grande fraqueza. 
Aguardamos ansiosamente as notas dos testes para encerrarmos mais um capítulo académico na vida dos nossos miúdos e desacelerarmos as rotações dos dias.  
Já cheira a Verão.
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