Selfies e Gratidão

30 de outubro de 2015

Mesmo ao fim do dia, cansada que só visto, volta e meia, ela lá me consegue arrancar boa disposição para embarcar nas mini loucuras fotográficas dela.
E hoje acordei com este céu FANTÁSTICO. Comi em paz o meu pequeno-almoço e vim trabalhar mais um dia (manhã, para ser mais exata, que hoje o dia é mais curto, yeah!)
Sempre muito que agradecer. ♥

Chegou!!

30 de outubro de 2015

A minha agenda hiper-mega-ultra gira da mr. wonderful.
É mil vezes mais bonita nas minhas mãos do que no site.
Lista de compras, orçamento doméstico, calendários, autocolantes, marcadores, pensamentos que nos fazem esboçar sorrisos, you name it. Linda! Linda! 
Vou ter de esperar por 2016. Pois é. Agora com uma pequena motivação extra.
{comprei na madeinpaper mas acho que também há na bertrand e na fnac}

Da vidinha

30 de outubro de 2015

Esta semana começou chuvosa.
Na segunda-feira almocei sozinha (não gosto de almoçar sozinha, a menos que tenha um livro para ler, que não era o caso). Comi falafel, mas ia morrendo de tanta cebola que lhe puseram, inclusivé crua (que detesto).
De vez em quando vou passear à loja VIVA e quando lá cheguei era só natal por todo o lado. 
Antes de Novembro acho um bocado cedo (as iluminações na minha terra também já estão quase todas montadas...)
Estreei o meu novo chapéu de chuva e recebi o livro "Vai e põe uma Sentinela" (Go set a Watchman, no original), a sequela do "Mataram a Cotovia" da Harper Lee. A Wook não falha. Sou fã.
Também tenho andado "a dar" nas barras de cereais da OSKRI...eu sei, shame on me, mas não lhes resisto. Sempre é melhor que um bolo, ou não é?? Não?? Ok...

Perks of having a ten year old {almost eleven, he would say}

28 de outubro de 2015

Ligar-lhe à hora de almoço para me pôr a roupa a lavar, de maneira a poder estendê-la assim que chego a casa.
Nas primeiras vezes, deixava logo os detergentes dentro dos devidos compartimentos e ligava-lhe, para ele pôr a máquina a trabalhar.
Hoje esqueci-me, por isso aumentei o nível de dificuldade da coisa.
Com mais ou menos destreza lá foi seguindo as minhas instruções, despejando as quantidades certas nos compartimentos certos, (I hope) e já ganhou uma nova competência. 
Way to go, kiddo!


Neura

28 de outubro de 2015

Ontem o fim de dia foi horrível. Tudo o que podia correr mal, correu.
Estive UMA HORA E MEIA a fazer o jantar, para no final ficar uma valente bosta. Desculpem a linguagem. Mas foi a palavrinha mais suave que encontrei para designar os meus pasteis de tofu.
Já os tinha feito uma vez e ficaram maravilhosos. Ontem, não sei porquê, desfizeram-se todos na fritadeira. Não sei se por causa da qualidade da batata que usei...
Em desespero de causa tentei fritá-los somente num fio de azeite na frigideira antiaderente. A cozinha encheu-se de fumo. O arroz que era suposto ser malandrinho, ficou seco de tanto esperar. Uma frustração.
Para culminar tudo isto, mais tarde, a minha filha resolveu fazer uma birra monstra por causa da roupa que pus para ela vestir no dia a seguir. Eu aguentei-me estoicamente para não "molhar a sopa", mas no fim da choradeira e afins, perguntei-lhe se tinha ouvido o que estava a dizer e ela nada. Nem um aceno, nem um movimento, nem uma palavra. Decidiu ignorar-me e foi a gota de água. 
Chorou. Mas foi do orgulho ferido, por não ter levado a dela avante. Não foi das palmadas pela falta de educação.
Claro que depois fico a sentir-me péssima. Detesto deitar-me de mal com eles ou com o meu marido.
Lá fui ter com ela. Secar-lhe as lágrimas. Explicar-lhe que há quem não tenha nada para vestir e que não somos ricos para que ela coloque roupas na lista das que não que vestir. Que são todas bonitas, mesmo que goste mais de umas que de outras. Que tem de ser mais humilde, menos respondona, menos vaidosa. Que não tenho o menor prazer em lhe dar palmadas, mas que ela também tem de perceber que há limites. Todos os temos. Demos um abraço e beijinhos. Fiquei (um bocadinho) melhor. Mas fico sempre triste quando isto acontece.

Curtas

27 de outubro de 2015

Ainda sobre o Weetabix, no telefonema matinal que faço para a minha filha, quando estou a caminho do trabalho, diz-me ela:
- olha, mãe, provei estas bolachas que compraste ontem e até são boas!
- bolachas? eu não comprei bolachas nenhumas ontem!
- compraste, sim, estas bolachas que vêm num pacote de cereais.


Apontamentos do dia

27 de outubro de 2015

Ontem chegámos a casa quase às 19h, como sempre. Chovia a potes.
O pai saiu logo com o Gabriel, que tinha treino, e eu fui adiantar o jantar, para não variar.
Miss Diana já tinha o pijama vestido e o cabelo molhado indicava que já tinha tomado banho. (mais uma vez por auto-recriação, uau!).
Mas logo o meu embevecimento foi toldado por nuvens negras quando a vi a remexer na mochila à procura do caderno e do estojo.
- tu ainda não fizeste os trabalho de casa? chegas aqui antes das seis e ainda não fizeste os trabalhos de casa?{eu ao fim do dia fico um bocado (mais) bruta, por isso imaginem uma panela de pressão a chiar, mas acreditem que sua excelência nem se comove ou estreme um músculo facial que seja}
- não. Fui tomar banho. - foi a resposta.
- tomar banho? e demoras quanto tempo a tomar banho? uma hora? É que já passou uma hora! Se demoras uma hora a tomar banho prefiro que o tomes depois de eu chegar a casa! É que a água e o gás pagam-se.....and so on, and so on...
Esbaforida, continuei a despejar toda a minha frustração por ser a 10ª vez que temos a mesma conversa sobre o mesmo assunto. A treta das prioridades e tal.
Respirando fundo e tentando retomar a ideia idílica do que seria a minha chegada a casa, que incluiria sempre beijinhos e abraços e outras coisas românticas que tais, pergunto-lhe:
- então, o avô foi buscar-te ou vieste sozinha?
- sim, vim sozinha, mas não faz mal, porque levei o chapéu de chuva. Vim com a Bionda {aka a melhor amiga}
[Visualizar uma lâmpada a acender-se sob a minha cabeça.]
- ah, vieste? Ok...agora percebo. Faço ideia! Vieste direita para casa? E vieste por onde?
- isso agora!!!!! - responde a cachopa que às 19h da tarde ainda não tinha os trabalhos feitos, quando sai da escola às 17h30, depois de eu, pela 10ª vez, lhe ter dado um valente ralhete e prometido uma galheta se ela repetisse a proeza.
Os meus olhos esbugalharam-se épicamente e ela desanuviou rapidamente o ambiente esboçando um sorriso:
- estava a brincar, mamãzita! - explicando de seguida o trajeto que fez.
Pois que deve ter chegado a casa toda molhada e bem mais tarde do que devia, porque a conversa entre as duas é sempre muito interessante e esquecem-se do mundo. E pela primeira vez o irmão não se nos desbroncou. Só vos digo. O nascimento de toda uma nova era despontou ontem. 
Ela sentou-se a fazer os trabalhos. Contas de dividir {outra vez, eu mereço} e mais uma vez, cantoria. A sério. Que mal fiz eu. 
Ao fim de um bocado, já nem é a preocupação por ela não acertar um cálculo que me chateia, é mesma aquela lenga-lenga murmurada que me começa a afetar os nervos.
- ó Diana, se fazes favor cala-te e concentra-te.
- ó mãeeeeeee! tu não tiveste uma infância lá muito boa! tu és muito séria! as crianças do antigamente não sabiam se divertir! 
E é isto. A sorte dela foi eu estar a um passo de conseguir passar de nível no Sugar Crush
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