Semana 24/52 - 2018

18 de junho de 2018

Chegou o calor, finalmente.
Comprei dois fatos-de-banho que realmente gosto (os primeiros, e acho que os biquínis já eram). 
Os miúdos disseram adeus a este ano letivo na sexta-feira. Fim do 6º, para ela, e do 8º, para ele. 
Eu já só conto os dias para a nossa primeira semana de férias...faltam 11, para ser mais exata. Está quase.
Para já, aproveitam-se as manhãs de domingo na praia, e que sorte é morar perto do mar!
Entretanto, os rapazes lá de casa estão focados no mundial de futebol, que para nós começou no dia 15 com um empate 3-3 de Portugal com a Espanha (confesso que também gosto de ver, já a miúda, não está nem aí).
No sábado, o pai lá de casa aceitou dar jantar a filhos e sobrinhos para eu e a minha mana podermos ir desanuviar um bocadinho com amigas. Íamos levantando voo, tal era a ventania, mas nada bate o sol a pôr-se no mar. Matámos saudades das tostas de galinha com alho do Radical e do melhor chocolate quente da margem sul. É bastante reconfortante quando, mesmo depois de um grande interregno, voltamos e as tostas sabem exatamente ao que sabiam quando éramos adolescentes e o chocolate quente tem a espessura a que sempre nos habituámos. Há no mundo uma grande ânsia por inovação, mas há lugares que são especiais precisamente por não mudarem nada.
Hoje, só o facto de eles ficarem em casa, já conferiu a esta segunda-feira uma atmosfera mais descontraída. O Gabriel já assegura alguns almoços, o que é um descanso para mim. Viva a autonomia!
A Diana passou mal a noite, com dores de barriga. Tadicha! Ontem perguntava-me se era normal sentir-se mal humorada nesta altura do mês. Oh sim, minha querida! ♥ 
E agora vamos lá tocar a semana para a frente! 

Semana 23/52 - 2018

11 de junho de 2018

Verdade que já estamos prontos para dias quentes com o céu azul.
Mas parece que este ano a Primavera está confusa e tem estado a modos que esquisita.
Mesmo assim, ontem, na companhia de amigos, fomos aproveitar o que as festas populares tinham para oferecer, num dia mais calmo.
Lisboa é maravilhosa, mesmo com o céu nublado e cinzento. E pelo menos não choveu.
Subimos por Alfama até à Graça, que estava toda engalanada, repleta de fitas e bandeirolas coloridas, música brejeira a inspirar os bailarinos mais afoitos e desinibidos e com o cheiro dos grelhados e da sardinha assada a impregnar o ar.
Esta também foi a semana de oração de jovens lá na igreja. Os temas foram muito bons. Eu não consegui ir todos os dias, mas os miúdos foram sempre e penso que foi ótimo.
Para minha grande alegria, o Gabriel decidiu batizar-se este ano e penso que acontecerá em breve. Talvez ainda este Verão.

Semana 22/52 - 2018

5 de junho de 2018

Foi uma semana boa e má...
Boa, porque Maio chegou ao fim da melhor forma, com um feriado.
Arriscámos ir um pouco mais para sul e fomos brindados com um dia solarengo. O mar estava com umas cores lindas, a fazer lembrar as Caraíbas. Comemos um peixe grelhado maravilhoso no restaurante O Lobo do Mar (o marido e o Gabriel comeram as primeiras sardinhas da estação). 
Já que estávamos na zona, levámos os miúdos ao castelo de Sesimbra e ao Cabo Espichel. Há anos que eu não ia lá. Julgo que da última vez ainda éramos só namorados. 

Má, porque logo que chegámos a casa, comecei a sentir arrepios de frio, uma ligeira dor de cabeça e a garganta a picar...
As dores de cabeça fizeram-se sentir por todo o fim-de-semana, por isso, hoje quem vos escreve é uma rapariga de olhos inchados, com 3 noites mal dormidas em cima, que fez gazeta ao trabalho ontem para poder descansar o migadinho em que as enxaquecas deixaram este seu pobre cérebro.
Não houve Brufens nem Benurons que me valessem. Só o os comprimidos SOS da sinusite é que finalmente deram conta deste flagelo. Ainda estou a recuperar...
As fotos da segunda colagem são na Ponta dos Corvos, mais conhecida como Ponta do Mato. Se nunca lá foram, vão. É bonito.

À Espera de Moby Dick

28 de maio de 2018

À Espera de Moby DickÀ Espera de Moby Dick by Nuno Amado
My rating: 5 of 5 stars

Aquele livro que terminamos com um sorriso doce e completo nos lábios. Tão, tão bonito. Palavras doces, humor acutilante. Às vezes hilariantemente disparatado. Outras, profundamente desconcertante e triste. Mas sempre fabulosamente rico de emoções honestas.

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Semana 21/52 - 2018

28 de maio de 2018

Semana de muitos testes. Faltam 3 semanas para as férias escolares de verão. É a reta final de mais um ano letivo. A Diana vai despedir-se desta escola e, em Setembro, já estará na escola do irmão.
É um upgrade considerável às manhãs do pai da casa, pois eles passam a ir ambos a pé. Acabam-se as viagens matutinas, a fintar o trânsito suburbano para chegar a horas ao primeiro tempo.
Estou quase a terminar o livro "À espera de Moby Dick". ♥
Ontem fomos conhecer mais um cantinho bonito aqui perto. A Lagoa Azul, em Sintra. É muito bonito. Depois demos um pulinho à Praia Grande, que estava totalmente coberta por um manto de nuvens densas. Aquele tempinho típico da zona. Fomos na companhia dos tios e dos primos.
Como os miúdos dizem: - com os primos é muito mais divertido!
Vamos lá a mais uma semana (e esta tem direito a uma folga pelo meio, yeah!).

Pais...

25 de maio de 2018

Não somos sempre paz, não somos sempre paciência, nem justiça, nem imparcialidade. Não somos sempre perfeição.
Mas somos sempre amor.
Como aquela beleza e arrebatamento que se faz sentir no meio do caos de um tornado, ou na contemplação de um fogo voraz. Ou no mar revolto. Ou no desbaratar impetuoso e incandescente da lava vulcânica que consome tudo no seu caminho até chegar ao oceano.
Cheios de medo, mas extasiados.
Cheios de adrenalina, mas acometidos da mais sincera das humildades.
A adolescência é a poesia da vida. Versos cheios de pontos de exclamação e interrogação, reticências, drama, intensidade...
Morre-se de tudo, e por nada.
Uma hipérbole emocional.
A simbiose perfeita e agridoce entre dor e encanto, que é crescer.
E, nesta peça, umas vezes somos atores principais, outras vezes figurantes, outras vezes espectadores. Até sermos cada vez mais os terceiros.
Desejando muito chegar ao último ato e irromper em aplausos. Tristes por mais uma etapa ter chegado ao fim, quem sabe cheios de vontade de pedir um BIS.
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