The most beautiful love story ever (prometo que é o último post sobre a Anne e o Gil)

16 de junho de 2015



Não há nada como crescer a amar o nosso amor da juventude.
Aquele a quem nos demos, o nosso único e verdadeiro.
E como podemos amar tremendamente.
Talvez seja por isso que o peito se me aperta, o coração se me acelera e os olhos se me humedecem.
Porque outrora pude sentir este batimento cardíaco descompassado ao ter de passar por aquele rapaz que me olhava com um ar maroto, lançar um olhar tímido mas, ao mesmo tempo, dono de si.
Fingir que não reparava nele quando, no fundo, era o primeiro rosto que procurava quando chegava à escola de manhã.
O tempo que antecede a conquista, o jogo do querer ou não querer, do não poder...os desencontros, as desilusões, as insistências, as coisas que se disseram sem uma palavra, a ansiedade de imaginar o sabor e o toque dos lábios do nosso amado...e oh, quando esse beijo chega...
O darmos as mãos. O encostar a minha cabeça ao seu peito. O seu cheiro.
O sentir a garganta a fechar, o não conseguir respirar por não o ver.
A única razão que, afinal, me faz tremer de alegria ou tristeza, de emoção é porque afinal, nesta história maravilhosa de amor, revivo todos os belos momentos que vivi.
Quão vazia seria a vida sem isto. 

7 comentários:

  1. Estou com os olhos húmidos, com uma lágrima a teimar em sair... incrível como conseguiram pôr as imagens de forma a contar toda a história, em breves 6 minutos e poucos segundos!

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    1. Ohhhh! Eu também fico assim sempre que vejo...é verdadeiramente emocionante. Vi os dois primeiros filmes no início dos anos 90. Era miúda. Amei. Só há 15 dias consegui ver o último, que já foi gravado em 2000, com eles bem mais velhos. É uma história intemporal, genuína, pura. Estou à espera dos livros (em inglês, não existe a colecção toda em português, com pena minha). Mal posso esperar para os ler. :)

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    2. Onde encomendaste os livros? Eu só li o primeiro livro (em miúda, em português), o resto da história só conheço pelos filmes. Gosto muito de ler em inglês (e faz-me bem), por isso não seria problema. E seria, aliás, uma ótima desculpa para mergulhar novamente na história! Humm, está a dar-me vontade de rever também umas certas cassetes de vídeo que comprei na Escócia na década de 90... ;-) O pior é que não sei se o meu leitor de VHS ainda funciona...

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    3. Encomendei no site The Book Depository.

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    4. Já está encomendado, ihihih!

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