Despertar à bruta

3 de junho de 2012

Os meus filhos têm uma propensão para falar de temas da vida, particularmente complexos, ou de manhãzinha ou há noite. Ora é sempre quando o cérebro da mãezinha está ou a fazer iniciar ou a fazer shut down. Anyway, não tendo hipótese, tenho de acelerar ou de travar a coisa, conforme. Hoje começámos em asneiras e no que significavam, logo ali por altura em que se mastigava o Chocapic, avançámos para o quando é que se sai de casa dos pais (sendo que o mais velho tinha ideia que eram os pais que, a dada altura, arrumavam a trouxa e iam para um sítio mais aconchegado enquanto ele ficava na nossa casa de sempre, tive que o esclarecer antes que fosse surpreendida por uma ordem de despejo dentro de vinte anos [ó p'ra mim super optimista!]). E as conversas são mesmo como as cerejas e falou-se de casamento e de viver-se sozinho e de se ter filhos.
As maiores pérolas foram estas:
- ó mãe, ainda bem que escolheste o pai. Era mesmo a vocês que eu queria! [Diana dixit]
- ó mãe, deve ser assim chato teres de tomar os comprimidos todos os dias. Podias não tomar e tínhamos um irmão ou uma irmã. [Gabriel dixit]
E se não estava acordada, passei a estar. O que tem de ser, tem muita força. 
And I wouldn't wanted it any other way.

4 comentários:

  1. Que máximo :D
    Adoro ler os teus escritos!E ainda bem que posso acompanhar os miúdos por aqui :))
    Beijinhos

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  2. LOL LOL

    Das melhores descrições que já li sobre a maternidade, amiga! Fartei-me de rir e tive de traduzir para o meu marido, que também se fartou de rir e disse logo: "Já não falta muito para começarmos a ter conversas dessas com a Anna..."

    Beijinhos! (E há bem piores maneiras de despertar ;-) )

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