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Do dente

15 de outubro de 2015

Gelo, brufens, papas, batidos e gelados.
Nesta altura não apetece, a sério. 
Não foi horrível, mas também não foi maravilhoso. Pelo menos, desta vez, não fui cosida.
Siga para bingo.

Cadeira da tortura

13 de outubro de 2015

A minha dentista é uma querida, não me interpretem mal, mas nunca é de ânimo leve (a não ser que vá fazer uma limpeza) que lá me sento, de babete no pescoço tentando contar até 100 e respirando fundo até tudo ter terminado.
Por tudo, entenda-se arrancar um molar. Não sou novata na coisa, antes fosse, assim não sabia ao que ia, com a agravante de desta vez não haver quase dente, que se possa chamar por esse nome, onde agarrar o alicate. E a anestesia...não falemos na anestesia, que às vezes é o pior de tudo. Já para não mencionar o brilhante facto de que sou uma flor de estufa que não tolera que lhe toquem no palato ao de leve e lá vem a vontade de ir ao gregório. A minha dentista tem muita paciência. 
É amanhã. Isto foi só um desabafo. Quando é assim gosto de imaginar que no dia seguinte a tormenta fará parte do passado. É isto. Tudo passa. Não vou morrer, mas quem é que gosta de sofrer? Pois...mas antes parir mais 3 filhos, juro. 

Chiffon de chocolate

4 de março de 2012


E publico esta foto a partir do Magalhães do meu filho. Filho esse que "matou" o meu portátil (que ainda estamos a pagar by the way) ao tentar fazer o pino no sofá. Filho esse que está de castigo até à maioridade se, por acaso, as notícias que o pai me trouxer da loja onde o compramos (visto estar na garantia) não forem animadoras.

(news: parece que tem arranjo. vai para a marca, não sem antes termos de desembolsar uma certa quantia para ver se a loja consegue sacar a informação contida no disco [fotos, senhores...tantas fotos...], porque segundo consta, na marca formatam o disco e não perdem tempo a retirar coisa nenhuma. estou que nem posso!)

- Diana, onde é que se escreve???

5 de dezembro de 2011

- nas folhas.
Pois. Pena que o cérebro lhe tenha parado e agora esteja de castigo 1 semana sem poder mexer nos brinquedos ou ver Tv. 
O pior é que ela debate-se e insiste sempre vá-lá-prometo-que-já-não-faço-mais-isso e o diabo a sete. Não vou ceder. Chega. Tenho de ser firme. Aos 5 anos já sabe bem que estava a fazer asneira.
Agora digam-me lá, como é que tiro caneta dos móveis sem danificar a madeira?

O meu filho foi tão corajoso...

25 de novembro de 2011

Já sabe o quão desagradável é uma anestesia na gengiva. Levou 3 picadas, daquelas que ficam ali uns segundos a massacrar o osso. As lágrimas escorriam, soltou uns gemidos, mas aguentou-se sem fazer um circo. Depois acalmou e a Drª lá arrancou o dente que, inevitavelmente, não iria nunca cair sozinho pois estava exactamente do mesmo tamanho que tinha em Janeiro de 2007. Morreu no dia da queda, apenas não saltou como o outro. A raiz que nunca foi absorvida estava mesmo a perfurar a gengiva por cima do dente, de tão grande que era. 
Já passou. E ele foi um valente. Segue-se nova ortopantomografia e a quase certeza de que irá precisar de aparelho daqui a uns anitos, para corrigir o maxilar que perdeu espaço com a falta do dente de leite por tantos anos. Se repararem o freio não está simétrico, desvia ligeiramente para o lado direito.

Tudo está bem quando acaba bem

1 de novembro de 2011

Mas hoje morri um bocadinho [um bocadão]. 
Fomos aproveitar os 25% de desconto da C&A e estávamos na fila para pagar quando a minha filha estava atrás de mim e 5 segundos depois já não estava. Deixei o pai na caixa e fui procurar, com a ajuda do Gabriel. Chamei-a, procurei em todos os recantos e nada. Pedi imediatamente à senhora da caixa que lançasse um aviso ao segurança da loja com a descrição da roupa que ela trazia vestida e ele começou a ajudar na procura, já que a loja tem 2 pisos. O pai entretanto pagou as compras e foi procurar no andar de cima e nada. Nesse momento comecei a entrar em pânico. Já tinham passado quase 10 minutos. Nem sombra dela. Pedi, já desesperada, que lançassem o alerta para a central de segurança do centro comercial pois tinha entendido que ela já não estava dentro do perímetro da loja. Toda eu tremia e acreditem que eu não fico assim facilmente. O Gabriel já chorava. O pai saiu à frente e começou a procurar fora da loja, quando a senhora da caixa me diz que alguém entregou uma menina com a descrição que eu tinha feito ao segurança do Jumbo. Voei....voei....
A senhora que fazia segurança tentou acalmar-me, disse-me que ela estava bem. Finalmente chorei, desabafei, deitei cá para fora o sufoco. O pai chegou com ela ao colo pouco depois. Foram 15 minutos eternos. Vi a minha vida a andar para trás, literalmente. Não desejo a ninguém. Este entrou definitivamente para o grupo dos piores momentos de sempre, em toda a minha existência.

O tempo está murcho

2 de agosto de 2011

Eu, murcha fico. 
Ontem aspirei e lavei o chão da casa toda. Hoje acho que me vou dedicar à roupa deles que, desde que voltámos do Algarve, está no cesto para passar a ferro. Com os miúdos em casa é mais a preocupação do almoço. Hoje tenho de fazer sopa. 
A minha sobrinha tem vindo ficar connosco e brincam muito, ela e a Diana. Algumas birras e zangas pelo meio, claro. O Gabriel, por sua vez, já anda a ressacar de actividade e de rua.
E assim se passam os dias por aqui.

Estou quase surda do ouvido esquerdo

11 de maio de 2011

E a confusão que isto me causa é inimaginável. Quando estava grávida da Diana, tive uma otite devido a entrada de água no ouvido e que não consegui que saísse, a primeira e única em toda a minha vida. O que é certo é que mesmo depois de tomar o antibiótico e de as dores se irem embora, o meu ouvido nunca mais foi o mesmo. Sinto que produz uma quantidade exacerbada de cera e que volta e meia isso me provoca esta surdez que me deixa louca. Incrível como uma coisa destas, tão simples, nos pode afectar tanto o humor e a vidinha. 
Já pedi ao marido para comprar os cones de cera de abelha que me têm ajudado quando estou mesmo aflita.

A Bimby está off

6 de maio de 2011

E eu pergunto-me o que mais avariará nesta casa.

Já passou quase 1 mês

24 de março de 2011

E eu tenho tantas saudades da minha "bichinha".
A ressacar, mesmo. Mais ainda por não saber se a terei de volta, operacional.

Calibre .50

29 de janeiro de 2011

Diana a mexer na minha agenda. Diana com a minha caneta na mão, perto da minha agenda. 
- Diana, está quieta.
Diana continua a avançar, como quem não ouviu nadinha e com evidentes intenções de asneirar.
- ó Diana, não ouves a mãe? Está quieta se faz favor, senão fazes asneira e depois vou ter de me aborrecer contigo!
Diana não faz caso. Diana leva palmada na mão.
- Diana, era preciso levares para parares?
- então!!! Não disseste que era para parar de mexer na caneta!!!!

1 hora antes de sair para a consoada, o que é que vinha mesmo a calhar???

24 de dezembro de 2010

Descobrir piolhos na cabeça dos putos.
Wonderful! 
Estou com uma neurose....

Da sinusite

13 de outubro de 2010

Ranho dos olhinhos até á nuca. Não sai nada. Entupidíssima de uma narina. Olhos quase a sair de órbita. Dor de cabeça em banho-maria...avizinha-se uma noite inesquecível.

e como se não bastasse, ainda me lembrei de furar os bons hábitos,  fui comer pão com a minha marmelada caseira e agora estou com uma ligeira azia, toma lá que é para aprenderes!

Tarde em casa

2 de outubro de 2010

Sinónimo de miúdos em modo parvoeira. Já não os consigo aturar. Socorro!!!!!!!!!!

Têm sido dias difíceis

14 de agosto de 2010

Com a Diana. Achei, honestamente, que uma semana após termos entrado de férias, em que me debati com ela até à exaustão, estava mais calma, mais obediente. Uma semana após ter recomeçado na escola, o caos instalou-se novamente. Sinto-me muito saturada. São muitas as vezes, senão quase sempre, que me sinto uma falhada na minha tarefa de educar. Esta semana tive um princípio de noite de cão. Nem consigo encontrar palavras para descrever o estado de nervos em que fiquei, devido ao comportamento dela, muito menos conseguir explicar o circo que ela armou por uma insignificância. Sei que me descontrolei, que levou a primeira tareia, que lhe dei um banho de água fria, tal era o histerismo em que ela estava, que se mijou pelas pernas abaixo enquanto subia as escadas e gritava desalmadamente (coisa tão histérica para a deixar rouca no dia seguinte, não foram uns gritinhos). 
E isto tudo porquê? Tão simples como eu a ter chamado umas 3 vezes para vir para a cama e ela ter feito ouvidos moucos. Comecei a subir as escadas com o Gabriel e ela ainda me disse: mas eu quero colo! Eu disse que não havia problema nenhum, era só ela vir até às escadas que eu a apanhava (das escadas ao sofá, onde ela estava, são 2 metros, se tanto). Estive ali uns 5 minutos a insistir com ela e nada. Cansei-me. Disse:
- ou vens ou a mãe vai subir e depois tens de vir sozinha. Vens ou não?
E não se mexeu. Subi. E o espectáculo deplorável começou segundos depois. 
Sei que o coração quase que saía pela boca, de tão descompassado e que as pernas ficaram fracas.
Depois de já a ter deitado, chorei. Sentia-me a pior criatura à face da terra. Secou-se-me a garganta de a saber deitada sem um beijo meu. Ao mesmo tempo revolta-me ela ser assim. Não sou assim tão intransigente, o que será que faz com que me prove a este ponto? Que mal faço eu? 
E andamos nisto. Ela acha que temos de nos vergar perante as exigências dela, quando e como quer...e eu sei que não posso facilitar, mas nunca sei se estou a fazer a coisa certa.

Extremamente cansada

19 de julho de 2010

Os olhos ardem-me depois de 2 noites sem dormir em condições à conta de uma dor de cabeça brutal. Até os olhos estão inchados quem nem os de um besugo. Ontem, acabei por ir com os miúdos, juntamente com a minha irmã e mais uns amigos à Feira Medieval de Óbidos. Eu, sob o efeito de drunfos, para estar mínimamente operacional. Mas foi bom. Gostamos muito. Espero lá voltar com mais pilhas.
Depois ponho fotos.

Comprei um biquini

9 de julho de 2010

O que é sempre uma experiência traumatizante. Deve ser das poucas vezes em que me vejo num espelho de corpo inteiro, o que é, por si só, algo enervante. Mas, como só tinha um biquini do ano passado e gosto de ter, pelo menos dois, lá me aventurei na "casinha dos horrores" que é um vestiário de underware.
Pior ainda do que tudo isto é ir com o nosso filho de cinco anos que, do alto da sua sinceridade pueril, ao nos comtemplar no nosso despojo, diz algo como:
- estás gordinha, mãe.
Devo confessar que, mesmo depois de lhe ter ripostado com um "isto são as calças que apertam um bocadinho a barriga à mãe", me ocorreu ir chicotear-me até infinito e mais além. Mas não. Mantive-me firme e hirta, experimentei o dito e disse para comigo, isto são chichas de amor e há piores (funciona sempre um bocadinho).
Apesar de tudo, o miúdo abraçou-se a mim, e tive a certeza que o que ele sente ao fazê-lo era o mesmo que eu sentia sempre que me dava a lamechice e me abraçava à minha mãe. O regaço de uma mãe é sempre fofinho, não é?
Whatever...depois de ter dado uma curva poética mental voltei à ideia base. 
Há piores e o marido até é da brigada anti fatos de banho, afinal.

Note to self

5 de julho de 2010

Não esquecer de usar chapéu quando pensar em passar um dia tórrido fora de casa. (a idade não perdoa e as dores de cabeça adoram-me). O resultado pode muito bem ser uma enxaqueca valente a acrescer à dificuldade que é dormir numa casa quente. 2 horas de sono é muito bom.

Ah, e desencaixei-me toda de manhã, tal não era tensão que carregava no lombo. Tenho a sensação de carregar 5 quilos em cima do pescoço, do lado esquerdo. Que os azares aconteçam todos antes de dia 27, ok??

Estão abertas as hostilidades

27 de junho de 2010

A história dos meus dias, neste momento, resume-se a mediar conflitos constantes entre filhos. O Gabriel deixou de ser manso com a irmã. Isto é difícil. Provocam-se, baralham-me, por vezes já nem sei quem terá razão e acabo por incorrer na política do não-se-entendem-escolham-outra-coisa-para-brincar (quando não ficam ambos de castigo). Ele brinca melhor sozinho do que ela, regra geral. Ela quer sempre companhia, na maior parte das vezes, há dias excepcionais em que não a ouvimos enquanto cozinha, dá banho e papa aos seus bebés. 
Ele está numa fase em que sente especial prazer em vê-la chorar e leva-a a isso quando pode, achando imensa graça ao desespero alheio. Eu estou a ficar maluquinha...o que restava de sanidade mental está a ir-se. Help!!!

Chateada

22 de junho de 2010

Ninguém se lembrou de avisar os pais que os meninos que vão para o 1º ano vão deixar de ter CAF (complemento de apoio à família), uma espécie de prolongamento de horário. Ou seja, havia a hipótese de o ter inscrito no ATL do centro, logo do outro lado da rua, em frente à escola, mas ninguém avisou que as inscrições decorriam no mês de Maio, que já terminou ao tempo.
Não sei como vou fazer se ele entrar na escola primária. É que as aulas começam às 9h e a essa hora já eu estou a entrar ao serviço em Lisboa. Fiz o choradinho, hoje, e ficaram lá com os nossos dados, mas terei de aguardar por Setembro.
Streeeeeeess!!!
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