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Querem bem lá ver!

7 de outubro de 2016

Às vezes sou ditadora, na maior parte das vezes tento ser democrática, mas ainda não chegámos à anarquia. Not on my watch, pelo menos...
À sexta-feira, deixo sempre dois tupperwares no frigorífico com o almoço deles. Quando chegam da escola, aquecem e comem. Simples.
Liguei para saber se estava tudo bem, se tinham comido. The usual. O Gabriel já tinha saído para as aulas da tarde.
Eis senão quando, sôdona Diana me diz, e passo a citar:
"Almocei, mas não comi o que estava no tupperware. Comi pão." Perante a minha incredulidade (que é o mesmo que dizer que a esta altura o meu tom de voz já tinha subido alguns decibéis, o suficiente para virar cabeças na carruagem do metro), resolveu ainda acrescentar, e cito novamente:
"Não sei porque é que insistes em fazer esta comida. Sabes bem que não gosto."
A esta altura, para evitar algo semelhante a um ataque epilético em público, disse que em casa conversávamos. 
Escusado será dizer o que vai ser o jantar da sôdona Lady Di. E mais! Não há lanche para ninguém. Há de estar tão esganada da sua curta vidinha que as batatas cozidas com ervilhas, cenoura, ovo e atum lhe vão parecer o manjar dos deuses.

Das tecnologias (versão feminina)

1 de fevereiro de 2016

Fica aqui devidamente registado que dar um telefone a um rapaz não é a mesma coisa que dá-lo a uma rapariga. 
É isso mesmo. A Diana registou-se com sucesso no whatsapp e agora, durante o dia, eu na sala e ela no quarto, manda-me mensagens como: mãe, és fofinha. E muitos, mas mesmo muitos, emojis.
(versão masculina aqui e aqui)

O mundo devia ser das crianças

29 de janeiro de 2016

- Hoje, pela primeira vez, fiz uma pergunta à minha professora. - declarou ela, ontem, ao jantar.
É conhecido que ela não tem muito à vontade para tirar dúvidas, pelo que a felicitei pela iniciativa.
- A professora disse que a minha pergunta foi muito pertinente. 
Então, consta que a professora falava sobre o ambiente e os danos que o homem tem causado à natureza e os efeitos que isto terá, quer no presente, quer no futuro. E a Diana perguntou-lhe:
- então mas se o homem sabe que vai morrer se continuar a estragar a natureza, porque é que continua?
Simples assim.

A crescer...

29 de janeiro de 2016

A Diana disse-me ontem que quer ser escritora de histórias para crianças, talvez poeta ("sabes, mãe, a minha professora diz que eu tenho jeito para fazer rimas") ou professora.
Há 2 meses queria ser cantora, portanto não posso dizer que desgosto da evolução. ☺
Respondi-lhe que tinha de estudar e ser aplicada. Tirar um curso de línguas.
- não tem matemática, pois não, mãe?
Onde é que eu já ouvi isto...a história repete-se.

Maleitas

21 de janeiro de 2016

Há sempre uma primeira vez para tudo. A miúda está com lombrigas. Ontem esteve todo o dia com dores de barriga. Quando falou em comichão fiquei de antenas no ar e à noite fui inspecionar. Confirmadíssimo. Eu, que abomino minhocas e lesmas...mas uma mãe respira fundo e faz o que tem a fazer. Ela nem queria ir dormir perante a perspectiva de ter seres minúsculos e invertebrados a habitarem-lhe as entranhas. Depois de lhe assegurar umas 20 vezes que não havia hipótese de elas saírem (o que não é, efetivamente, verdade) lá se deitou. Nem duas horas depois, já eu estava prestes a ferrar mas ainda com um olho meio aberto, ouço-a entrar no nosso quarto e perguntar ao pai,  super aflita: - pai, preciso de fazer xixi! Elas não saem, pois não? 
Pobrezinha. Deve ter tido pesadelos esta noite.
E eu própria fiquei perturbada porque, não só vamos ter de fazer TODOS o tratamento, como se avizinha uma maratona de limpezas e de lavar roupa. Desinfetar casas de banho, lavar roupas interiores, lençóis, toalhas. De todos nós.
Malditos vermes!

Da reunião na escola

7 de janeiro de 2016

Em relação às notas, já sabia ao que ia. Não houve surpresas. 
Muitas dificuldades na matemática, mas lá teve positiva. Português, é o que ela domina. Seria bom que gostasse de ler, porque aí então, acho que melhorava para o Muito Bom. Estudo do Meio, desceu a nota, mas a professora  referiu que foi mais ou menos geral. Este ano é dar conceitos à bruta, muitos nomes, definições, etc...já sem falar em história. Imensas datas, nomes de gente e de batalhas para decorar. Os miúdos até ficam atordoados. 
Para finalizar, o reparo de sempre. Fita-cola na boca e, tenho a impressão, que nem assim.

Curtas

27 de outubro de 2015

Ainda sobre o Weetabix, no telefonema matinal que faço para a minha filha, quando estou a caminho do trabalho, diz-me ela:
- olha, mãe, provei estas bolachas que compraste ontem e até são boas!
- bolachas? eu não comprei bolachas nenhumas ontem!
- compraste, sim, estas bolachas que vêm num pacote de cereais.


Apontamentos do dia

27 de outubro de 2015

Ontem chegámos a casa quase às 19h, como sempre. Chovia a potes.
O pai saiu logo com o Gabriel, que tinha treino, e eu fui adiantar o jantar, para não variar.
Miss Diana já tinha o pijama vestido e o cabelo molhado indicava que já tinha tomado banho. (mais uma vez por auto-recriação, uau!).
Mas logo o meu embevecimento foi toldado por nuvens negras quando a vi a remexer na mochila à procura do caderno e do estojo.
- tu ainda não fizeste os trabalho de casa? chegas aqui antes das seis e ainda não fizeste os trabalhos de casa?{eu ao fim do dia fico um bocado (mais) bruta, por isso imaginem uma panela de pressão a chiar, mas acreditem que sua excelência nem se comove ou estreme um músculo facial que seja}
- não. Fui tomar banho. - foi a resposta.
- tomar banho? e demoras quanto tempo a tomar banho? uma hora? É que já passou uma hora! Se demoras uma hora a tomar banho prefiro que o tomes depois de eu chegar a casa! É que a água e o gás pagam-se.....and so on, and so on...
Esbaforida, continuei a despejar toda a minha frustração por ser a 10ª vez que temos a mesma conversa sobre o mesmo assunto. A treta das prioridades e tal.
Respirando fundo e tentando retomar a ideia idílica do que seria a minha chegada a casa, que incluiria sempre beijinhos e abraços e outras coisas românticas que tais, pergunto-lhe:
- então, o avô foi buscar-te ou vieste sozinha?
- sim, vim sozinha, mas não faz mal, porque levei o chapéu de chuva. Vim com a Bionda {aka a melhor amiga}
[Visualizar uma lâmpada a acender-se sob a minha cabeça.]
- ah, vieste? Ok...agora percebo. Faço ideia! Vieste direita para casa? E vieste por onde?
- isso agora!!!!! - responde a cachopa que às 19h da tarde ainda não tinha os trabalhos feitos, quando sai da escola às 17h30, depois de eu, pela 10ª vez, lhe ter dado um valente ralhete e prometido uma galheta se ela repetisse a proeza.
Os meus olhos esbugalharam-se épicamente e ela desanuviou rapidamente o ambiente esboçando um sorriso:
- estava a brincar, mamãzita! - explicando de seguida o trajeto que fez.
Pois que deve ter chegado a casa toda molhada e bem mais tarde do que devia, porque a conversa entre as duas é sempre muito interessante e esquecem-se do mundo. E pela primeira vez o irmão não se nos desbroncou. Só vos digo. O nascimento de toda uma nova era despontou ontem. 
Ela sentou-se a fazer os trabalhos. Contas de dividir {outra vez, eu mereço} e mais uma vez, cantoria. A sério. Que mal fiz eu. 
Ao fim de um bocado, já nem é a preocupação por ela não acertar um cálculo que me chateia, é mesma aquela lenga-lenga murmurada que me começa a afetar os nervos.
- ó Diana, se fazes favor cala-te e concentra-te.
- ó mãeeeeeee! tu não tiveste uma infância lá muito boa! tu és muito séria! as crianças do antigamente não sabiam se divertir! 
E é isto. A sorte dela foi eu estar a um passo de conseguir passar de nível no Sugar Crush

Esse karma da matemática

13 de outubro de 2015

Devem haver poucas pessoas que consigam cantar ao mesmo tempo que fazem contas de multiplicar e dividir.
Por isso, das duas uma. Ou a miúda é um génio ou então aquilo no fim é uma trapalhada só.
Vou pela segunda opção, claro.
Foram tantas as vezes que a mandei calar, enquanto fazia o jantar, que às tantas desisti.
Ela explicava-me, como que falando de um facto incontrolável, "ó mãe, isto está na minha cabeça, não consigo parar, percebes?"
Não, não percebo, mas adiante.
Comeu um marshmallow, para se animar, depois pediu um abraço, depois levantou-se para ir ver o gato que tinha saltado para a janela da cozinha, depois foi à casa-de-banho, depois caiu o lápis ao chão, depois perdeu a borracha, enfim...isto tudo, sempre com cantoria pelo meio.
Eu percebo. A matemática também era a minha tormenta. Mas convenhamos que vai piorar e isto das contas é um passeio no parque. 
Resumindo. Os meus miolos ficam moídos. Ela esteve até ao jantar para fazer 2 contas e a seguir ao jantar fez mais 4, tomou banho e foi dormir.
Não corrigi. Espero que a senhora professora não tenha um treco.
FIM

9 anos, hoje

11 de outubro de 2015





Agradecemos a Deus por mais um ano que lhe concedeu.
É uma benção na nossa vida.
Também agradecemos por todos os amigos e família que sempre estão connosco nestes dias especiais.
A Diana desejou ardentemente que o dia não acabasse e até disse que seria bom poder fazer anos todos os meses.

All is well

9 de setembro de 2015


A Diana está bem. Não conseguimos ver o corte, pois está assim, cheio de adesivos, mas na sexta feira já poderá tomar banho sem a perna estar tapada e em princípio os adesivos saem em contacto com a água.
Tudo está bem quando acaba bem.

Quando a mãe está longe

4 de setembro de 2015

Vim 4 dias para o norte a trabalho. Hoje liga-me o meu marido a dizer que a Diana se cortou numa perna. Ia passar a noite em casa da minha irmã e depois do banho resolveu sair sem a toalha no chão. Escorregou e cortou-se. - Não é grande mas é profundo. - diz ele.
A tantos quilómetros de distância, para mim é igual a uma cratera. 
Se pudesse ter um super poder era ser omnipresente. 
O meu pai levou-a ao médico e uniram o corte com adesivos. Terá de os manter durante uma semana. E eu só quero que domingo chegue logo...

Curtas

25 de agosto de 2015

- Mãe, tu sabes mesmo o que é que eu queria nos meus anos?
- Não.
- Uma família! (olhos de carneiro mal morto, mãos cruzadas no peito, estilo romântico-dramático)
Logo depois muda completamente de tom e diz:
- Estava a brincar, eu queria mesmo era brinquedos.

Quase 8 anos...

28 de setembro de 2014

- mãe, este filme é de piadas?
- não.
- é de matar?
- não, filha, é de amor.
- ah, então quero ver.

#o melhor do meu dia

10 de abril de 2014

É ter a minha filha (e a Sardinha) penduradas na janela do primeiro andar, quais princesas na torre, a dizer-me adeus, quando saio de casa às 7:30.
- vai deitar-te, filha, é muito cedo para estares a pé!
- mas eu gosto de ver-te, mãe!
E aceno-lhe até a perder de vista. ♥

#o melhor do meu dia

8 de abril de 2014

- mãe, deixa-me dar-te um abraço! Gosto tanto de te abraçar...

Rinite/Rhinitis

22 de janeiro de 2013


Já veio medicada e eu sinto-me mais descansada por ter ficado hoje com ela em casa. Está frio e muito vento. Este vai ser o cocktail para os próximos dias. Espero que ela melhore. Hoje vamos aproveitar o tempo juntas. 

She's already medicated and I feel so much better for staying at home with her today. It's cold and windy. This'll be the cocktail for the next few days. I hope she gets better. Today we'll enjoy our time together.

Sales

13 de janeiro de 2013


Há coisas que aborrecem a classe masculina. Por isso, hoje foi a nossa primeira ida aos saldos sem a companhia dos homens da casa. Eles foram ver um jogo do distrital e nós fomos ver se havia descontos que interessassem. Ela ajudou bastante, não houve birras a assinalar, carregou com alguns sacos, foi buscar-me uma saia num número acima daquele que eu tinha levado para o provador e não se queixou, como habitualmente das dores nas pernas. Correu muito bem. A repetir. 
Esta foi a compra mais gira, para ambas.


Apreciação Global da filhota

10 de janeiro de 2013

"A Diana conhece as letras dadas e já lê palavras e pequenas frases. Faz a correspondência de letra de imprensa para letra manuscrita com correcção. Distingue sílabas e ditongos. 
Na Matemática, a aluna conhece os números, localiza-os na recta numérica e também consegue compor e decompor algarismos até 10. Constrói gráficos e interpreta-os com correcção. 
No geral, a Diana é uma aluna interessada e participativa. Precisa ainda de desenvolver mais a sua capacidade de trabalho para conseguir terminar os trabalhos."
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