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Tala fora

9 de maio de 2017

Mas a verdade é que o dedo ficou torto. O médico diz que vai ao lugar...aguardemos.
Tem dificuldade em dobrar a articulação, mas pode ser da imobilização. Foram 3 semanas e uns pós sem mexer, por isso acredito que daqui a uns dias a realidade seja diferente, para melhor.

Maravilhoso mundo da culinária

1 de abril de 2016

Lição Básica Nº 1: Ovos Mexidos 

Se há coisa que desenrasque a malta num aperto gastronómico é um ovo (mexido, estrelado, escalfado, cozido, you name it).
Seguindo esta ordem de ideias ontem o Gabriel foi iniciado na arte de fazer ovos mexidos, porque cozidos já sabe e estrelados ainda é cedo (eu própria às vezes ainda estatelo alguns e não raras vezes me saltam micro salpicos de azeite a ferver para os olhos, pelo que, o meu coração de mãe ainda não aguenta o risco).


Prova superada.

Sabemos que a pré-adolescência se instalou de vez...

19 de janeiro de 2016

...quando o nosso filho de onze anos acorda dez minutos mais cedo que o normal para lhe enrolarmos a poupa para trás com a prancha.

Manhãs difíceis (dias difíceis)

25 de novembro de 2015

Estou com uma dor tão grande no pescoço (assim a apanhar a omoplata e o ombro, conversa de velha, mas enfim) que me proporcionou uma noite daquelas para esquecer.
Devo ter olheiras daqui até à lua. 
Levantei-me, preparei o lanche da Diana, cozi massa e brócolos para o almoço do Gabriel, que tem a tarde livre e almoça em casa, tomei o meu pequeno-almoço. 
Ao inspeccionar a mochila dela, reparo que a caderneta do aluno nunca foi preenchida (shame on me!) e, em parcos minutos, dedico-me a preencher pelo menos a primeira folha, com os dados essenciais de contacto.
A seguir faço a inspeção à mochila dele. Fichas e testes machucados no meio dos cadernos e livros, quando tem uma capa para os arrumar, evitando que pareçam ter sido achados no lixo. Um sumo e uma barra de cereais que não comeu no dia anterior, apesar das minhas ordens constantes para comer tudo o que mando. Mais uma vez, num dia em que entra às 8h20 e sai às 17h00, esteve o dia inteiro apenas com uma sandes.
Deparo-me com um recado no caderno de português, com data de 20 de novembro (de há cinco dias, portanto) em que a professora informa que ele levou falta de material porque não tinha consigo a caderneta do aluno e que falhou em apresentar o Relatório de Leitura do livro que lhe foi pedido que escolhesse ler para este projeto (logo no início do ano letivo), relatório este que contaria para avaliação. Contaria....
A semana passada já tinha recebido um telefonema da DT, pedindo-me que andasse mais em cima dele. Teve negativa no teste de Inglês e nem se deu ao trabalho de me dizer que a DT tinha marcado uma reunião comigo para me ser entregue o plano de recuperação, elaborado pelo prof da disciplina. Reunião essa a que não compareci, porque ele nunca falou nela. Que dias antes, quando inquirido sobre um trabalho de casa, respondeu que tinha feito, mas depois ao fazer a correção na aula ela se apercebeu que ele estava a responder às coisas na hora e não tinha nada escrito. Quando o confrontei, já em casa, respondeu que se tinha esquecido de colocar o caderno na mochila, mas que o trabalho estava feito. 
Fui acordá-lo. Falei com ele. Mostrei-me triste e desiludida. Zangada até. Afinal, tínhamos tido uma conversa séria há poucos dias sobre o seu desinteresse na escola. Exigimos mudanças. Mais empenho. E hoje isto.
Saí e quando liguei à Diana ela disse-me que as coisas tinham corrido mal com o pai, depois de eu sair.
Esteve 25 minutos enfiado no quarto. Levantou-se a 5 minutos de sairem. O pai já fervia em brasa. Claro. Disse que adormeceu. 
E eu pergunto. Depois de levar um sermão, deita-se e adormece (já vestido) sabendo que o pai estava à espera que ele descesse para tomar o pequeno-almoço e despachar-se? Sabendo que ia ter português ao primeiro tempo (a tal disciplina em que estava em falta com o relatório)? Sabendo que ia atrasar tudo e piorar a vidinha dele, que já não estava famosa?
Ele é um miúdo que comunica muito pouco em casa. Sempre foi de poucas falas. Quando pergunto como correu o dia é monossilábico nas respostas. Sinto que não o conheço e que não sei o que se passa na sua cabeça, quais as suas emoções, porque é que é tão "deixa andar".
Faltam 8 dias para o seu 11º aniversário. Será isto o princípio das dores?

Perks of having a ten year old {almost eleven, he would say}

28 de outubro de 2015

Ligar-lhe à hora de almoço para me pôr a roupa a lavar, de maneira a poder estendê-la assim que chego a casa.
Nas primeiras vezes, deixava logo os detergentes dentro dos devidos compartimentos e ligava-lhe, para ele pôr a máquina a trabalhar.
Hoje esqueci-me, por isso aumentei o nível de dificuldade da coisa.
Com mais ou menos destreza lá foi seguindo as minhas instruções, despejando as quantidades certas nos compartimentos certos, (I hope) e já ganhou uma nova competência. 
Way to go, kiddo!


As dores do crescimento

27 de novembro de 2014

A mentira magoa-me.
Sobretudo depois de várias conversas sobre o assunto.
Magoa-me o facto de a consciência não o incomodar o suficiente, para que não o volte a fazer.
É nesta fase que pomos em causa se lá ficou alguma coisa do que já lhes ensinámos, não é?



1º round

6 de novembro de 2014

HGP - Satisfaz
Inglês - Satisfaz
Música - Satisfaz Muito Bem
Educação Física - Satisfaz Muito Bem
Português - Satisfaz
Ciências - Satisfaz Bem
Matemática - Satisfaz Bem

Os Satisfaz (os três muito fraquinhos, a julgar pela quantidade de correcções a vermelho das professoras) são o resultado de não ter estudado, apesar dos nossos variadíssimos apelos.
As notas excelentes a Música e a Educação Física resultam dos seus talentos naturais, que lhe saem sem grande esforço. Já o Satisfaz Bem de Matemática foi uma surpresa agradável. O Satisfaz Bem a Ciências resultou de uma manhã de domingo agarrada aos livros com ele, em que voltei a estudar os solos, a atmosfera e outras coisas mais. Ensinei-o a estudar. Como ler, como sublinhar o mais importante e como fazer alguns esquemas para decorar certas coisas que deve saber de forma encadeada. 
Não foi mau. Não houve negativas. Agora aguardamos pela segunda ronda, lá para o início de Dezembro.

A Diana fez ontem o de Português, hoje o de Matemática e amanhã faz o de Estudo do Meio. Hoje foi noite de rever os distritos, os concelhos e as freguesias. De repetir passo a passo o sistema digestivo e o sistema circulatório. Estou capaz de ir lá amanhã e tirar um Excelente, de tanta vez que repeti o que são veias, artérias e capilares, por onde passa o bolo alimentar, o que transporta o sangue, quantas vezes bate o coração. Isto de ter filhos em idade escolar obriga-nos a uma reciclagem de conhecimentos do caraças.

Não lerás as sms do teu filho...

29 de setembro de 2014

Porque a ignorância às vezes é uma ilusão bonita, mas a tentação é maior.
Eles são, verdadeiramente, outros quando estão fora da nossa alçada.
Uns mais outros menos, mas acho que se passa com todos os miúdos, não é só com o meu.
Este é um choque para os pais. Estou a falar por mim, e não falo de choque, de uma forma dramática, mas no sentido de um acordar para a realidade. Aquele baque. Imaginamos os nossos meninos queridos de uma maneira e depois percebemos que afinal até são mais confiantes e extrovertidos do que demonstram. Ou o contrário, que também acontece.
Tenho um D. Juan em casa e não sabia. 
Enquanto isso não interferir com o seu aproveitamento, a minha boca será um túmulo.


Quase 10 anos...

26 de setembro de 2014

Ontem, o mais velho pediu-me para ir ao youtube descarregar algumas músicas para o seu telemóvel. 
No meio de várias, que fomos seleccionando, diz-me:
- manda-me esta, que as miúdas gostam.

Preparativos

26 de novembro de 2013

O tempo. O tempo foge-me, por isso o programa das festas vai ser simples e pouco trabalhoso.
Faz anos a uma terça-feira, daí pediu-me um bolo de chocolate com smarties para levar para a escola.
Para o jantar com a família vou tentar fazer um bolo de panquecas pela primeira vez. Talvez as deixe preparadas logo no dia anterior, assim no dia, como não resta muito tempo depois de chegar do trabalho, é só rechear cada camada e cobrir com chocolate, vela e voilá.
No domingo que se segue irei com eles, os primos e 2 amiguinhos, ao cinema ver o tão aguardado Frozen.
O convite, rudimentar, feito por mim, já está alinhavado.

Consulta dos 8 anos

16 de janeiro de 2013

Lembro-me da primeira vez que tive o livrinho azul na mão, na maternidade. De folhear as suas páginas e de as imaginar preenchidas, de o imaginar a crescer naqueles gráficos, de considerar todos aqueles parâmetros de desenvolvimento que apontavam para cada etapa que ele ainda não tinha passado. Tão pequeno e frágil, aquele pedacinho de carne quentinha deitado ao meu lado, que nem gordura tinha o suficiente para encher a pele dos braços e das pernas. 
Lembro-me de me interrogar se ia conseguir dar conta do recado. De sentir a irreversibilidade disto que é ser mãe pela primeira vez. De me sentir pequena para tanto, mas ao mesmo tempo tão capaz. Era meu. Ia protegê-lo, alimentá-lo, aquecê-lo, mimá-lo, repreendê-lo, fazer dele um homem bom.
Animo-me com aquilo que ele tem feito com o que lhe damos. Nuns dias mais do que noutros. Mas a vida é assim mesmo. 

Isto tudo para dizer que a criatura que nasceu com 3.170Kg e 48.5cm, já mede 1.30m e pesa 24Kg. Recebeu elogios pela autonomia e pelos gostos alimentares saudáveis. Teve recomendações para escovar muito bem os dentes, sem os pais terem de o intimar à bruta e começar a usar o fio dental. De corrigir a postura à mesa, seja para comer ou para escrever, porque a coluna está meio desalinhada, nada de preocupante...ainda. Recomendações de ler. Faz bem à cabeça, aos olhos, à imaginação, ao português. 
E volto a dizer que gosto muito da minha (nossa) médica de família. E que, por causa dela, só posso dizer coisas boas do SNS. Afinal de contas, as instituições não são as paredes, são as pessoas. 

Reunião de Pais do mais velho

9 de janeiro de 2013

O 1º período chegou ao fim e, como é costume, recebemos dos professores a avaliação do aproveitamento.
Apesar de as notas dele não serem más, como puderam ver aqui, fico sempre com a sensação de que estas notas, numa escola com outro tipo de exigência, seriam outras.
Divido-me entre o dar-lhe os parabéns e o dizer-lhe que acho que aquelas notas não correspondem à realidade, pois ele pode fazer melhor, correndo, com isto, o risco de o desmotivar. 
Na verdade, interrogo-me como é que um miúdo que ainda se engana e escreve "do" com "du" ou que ainda se engana a empregar os "S" e os "C" e não sabe que antes do "p" e do "b" é sempre a letra M e não o N...enfim...num 3 º ano, na minha altura, já não nos podíamos dar ao luxo de cometer estes erros, e ele tem um Bom.
Será que sou eu que estou a exagerar? Por vezes tenho esse receio.
1 professor por ano não ajuda. Ainda que sejam todos bons, e não me posso queixar, são 3 personalidades diferentes, 3 formas de leccionar diferentes, 3 adaptações. E, pelo que antevejo, para o ano é mais um. Ainda que possa não ser a causa, pode ser mais um motivo. 
:(
E depois a filosofia - ah, e tal, com as crianças vindas do meio envolvente em que a escola está inserida, os resultados já são muito bons... irrita-me solenemente.
Sim senhor, haverão sempre mais casos de insucesso por parte das crianças menos favorecidas, familiarmente, economicamente, socialmente, mas será que a escola, o professor, não deve ser um pólo de incentivo à excelência? Não conhecemos tantos casos de jovens desfavorecidos que fazem percursos académicos brilhantes, apesar de todos os contras? Não deve a escola alargar horizontes a estes miúdos e exigir deles aquilo que em casa não lhes é exigido, em vez de os tratar como coitadinhos ou casos perdidos?
No fundo, ficamos pela mediocridade porque achamos que não há mais nada para além disso. E tenho medo que o meu filho comece a acreditar nisto.
Resta-me fazer a minha parte, em casa. 


Consulta com a ortodontista

3 de janeiro de 2013

Diz que vamos gastar algum [uma pipa] dinheiro na boca do mais velho. Diz que sim.
Falta de espaço no maxilar, blá-blá-blá, dentes enormes, blá-blá-blá...e ainda não nasceram os caninos, blá-blá-blá. Freio torto, dentes encavalitados. E eu que pensava que lhe ter saltado um dente aos 2 anos era a parte pior.
Pronto. Começar um mealheiro. Marcar uma ortopantomografia [saúde, obrigada!] e um raio-x de perfil. Fotografar os dentes, fazer moldes em gesso próprio e esperar que isto não seja tão doloroso na boca dele como o é na nossa carteira.

Out of this world

11 de dezembro de 2012

Os meus filhos lutam, literalmente, por mais uma garfada de salada. Não deixam de ser gulosos, e também lutariam pelo último bombom da caixa mas, no outro dia estava eu a preparar a minha marmita e chegou a vez de acondicionar os bróculos no tupperware.
- tchiii!!! vais comer bróculos!!! G'anda sorte!!! - disse o meu filho com o ar mais desconsolado desta terra.
Ontem fiz peixe cozido para o jantar (com batatas, cenoura e ... BRÓCULOS). Coloquei os verdinhos em quantidades generosas, porque o rapaz às vezes pede para repetir só os ditos. 
A irmã, que até se recusaria facilmente a comê-los acaba por ser influenciada por ele e põe-se a dizer que são uma delícia e tal, em género de auto mentalização, mas o que é certo é que marcharam todos.
:)

Mais um aniversário

3 de dezembro de 2012



O tio P. fez-lhe uma surpresa e construiu uma pista personalizada para ele treinar com os seus tech decks. Tem muito mais valor do que se fosse comprada na loja. É única. Recebeu mais Playmobils que continuam a ser os seus brinquedos favoritos. Soprou as velas com a irmã e todos os primos à sua volta (falta a Lara). 
Só quero vê-lo feliz. Sempre...

Parabéns, filho!

3 de dezembro de 2012


Tarde a fazer bolos

2 de dezembro de 2012



Foi um enorme sacrifício que fiz hoje, pelo meu querido filho. Acordei com um jeito no pescoço. Ao longo da manhã as dores foram intensificando e por volta da hora em que me dediquei aos bolos estava já no auge do insuportável. Estou quase entrevada. A cabeça parece pesar-me toneladas em cima dos ombros. Como sempre, estas chatices têm um timing perfeito. 
Mas está feito. Por nada neste mundo falharia ao meu rapaz.
Os cupcakes seguem amanhã de manhã para a escola, onde os coleguinhas lhe cantarão os parabéns e o bolo é para partilhar com a família pós o jantar.

Chiffon de chocolate

4 de março de 2012


E publico esta foto a partir do Magalhães do meu filho. Filho esse que "matou" o meu portátil (que ainda estamos a pagar by the way) ao tentar fazer o pino no sofá. Filho esse que está de castigo até à maioridade se, por acaso, as notícias que o pai me trouxer da loja onde o compramos (visto estar na garantia) não forem animadoras.

(news: parece que tem arranjo. vai para a marca, não sem antes termos de desembolsar uma certa quantia para ver se a loja consegue sacar a informação contida no disco [fotos, senhores...tantas fotos...], porque segundo consta, na marca formatam o disco e não perdem tempo a retirar coisa nenhuma. estou que nem posso!)

Diz que as matrículas para o 1º ano do 1º ciclo são já Abril

29 de fevereiro de 2012

GLUP!

[e por esta ordem de ideias, quer dizer que em Setembro já terei um filho no 3º ano. MEGA GLUP!]

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