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Chegou!!

30 de outubro de 2015

A minha agenda hiper-mega-ultra gira da mr. wonderful.
É mil vezes mais bonita nas minhas mãos do que no site.
Lista de compras, orçamento doméstico, calendários, autocolantes, marcadores, pensamentos que nos fazem esboçar sorrisos, you name it. Linda! Linda! 
Vou ter de esperar por 2016. Pois é. Agora com uma pequena motivação extra.
{comprei na madeinpaper mas acho que também há na bertrand e na fnac}

Apontamentos do dia

27 de outubro de 2015

Ontem chegámos a casa quase às 19h, como sempre. Chovia a potes.
O pai saiu logo com o Gabriel, que tinha treino, e eu fui adiantar o jantar, para não variar.
Miss Diana já tinha o pijama vestido e o cabelo molhado indicava que já tinha tomado banho. (mais uma vez por auto-recriação, uau!).
Mas logo o meu embevecimento foi toldado por nuvens negras quando a vi a remexer na mochila à procura do caderno e do estojo.
- tu ainda não fizeste os trabalho de casa? chegas aqui antes das seis e ainda não fizeste os trabalhos de casa?{eu ao fim do dia fico um bocado (mais) bruta, por isso imaginem uma panela de pressão a chiar, mas acreditem que sua excelência nem se comove ou estreme um músculo facial que seja}
- não. Fui tomar banho. - foi a resposta.
- tomar banho? e demoras quanto tempo a tomar banho? uma hora? É que já passou uma hora! Se demoras uma hora a tomar banho prefiro que o tomes depois de eu chegar a casa! É que a água e o gás pagam-se.....and so on, and so on...
Esbaforida, continuei a despejar toda a minha frustração por ser a 10ª vez que temos a mesma conversa sobre o mesmo assunto. A treta das prioridades e tal.
Respirando fundo e tentando retomar a ideia idílica do que seria a minha chegada a casa, que incluiria sempre beijinhos e abraços e outras coisas românticas que tais, pergunto-lhe:
- então, o avô foi buscar-te ou vieste sozinha?
- sim, vim sozinha, mas não faz mal, porque levei o chapéu de chuva. Vim com a Bionda {aka a melhor amiga}
[Visualizar uma lâmpada a acender-se sob a minha cabeça.]
- ah, vieste? Ok...agora percebo. Faço ideia! Vieste direita para casa? E vieste por onde?
- isso agora!!!!! - responde a cachopa que às 19h da tarde ainda não tinha os trabalhos feitos, quando sai da escola às 17h30, depois de eu, pela 10ª vez, lhe ter dado um valente ralhete e prometido uma galheta se ela repetisse a proeza.
Os meus olhos esbugalharam-se épicamente e ela desanuviou rapidamente o ambiente esboçando um sorriso:
- estava a brincar, mamãzita! - explicando de seguida o trajeto que fez.
Pois que deve ter chegado a casa toda molhada e bem mais tarde do que devia, porque a conversa entre as duas é sempre muito interessante e esquecem-se do mundo. E pela primeira vez o irmão não se nos desbroncou. Só vos digo. O nascimento de toda uma nova era despontou ontem. 
Ela sentou-se a fazer os trabalhos. Contas de dividir {outra vez, eu mereço} e mais uma vez, cantoria. A sério. Que mal fiz eu. 
Ao fim de um bocado, já nem é a preocupação por ela não acertar um cálculo que me chateia, é mesma aquela lenga-lenga murmurada que me começa a afetar os nervos.
- ó Diana, se fazes favor cala-te e concentra-te.
- ó mãeeeeeee! tu não tiveste uma infância lá muito boa! tu és muito séria! as crianças do antigamente não sabiam se divertir! 
E é isto. A sorte dela foi eu estar a um passo de conseguir passar de nível no Sugar Crush

Cadeira da tortura

13 de outubro de 2015

A minha dentista é uma querida, não me interpretem mal, mas nunca é de ânimo leve (a não ser que vá fazer uma limpeza) que lá me sento, de babete no pescoço tentando contar até 100 e respirando fundo até tudo ter terminado.
Por tudo, entenda-se arrancar um molar. Não sou novata na coisa, antes fosse, assim não sabia ao que ia, com a agravante de desta vez não haver quase dente, que se possa chamar por esse nome, onde agarrar o alicate. E a anestesia...não falemos na anestesia, que às vezes é o pior de tudo. Já para não mencionar o brilhante facto de que sou uma flor de estufa que não tolera que lhe toquem no palato ao de leve e lá vem a vontade de ir ao gregório. A minha dentista tem muita paciência. 
É amanhã. Isto foi só um desabafo. Quando é assim gosto de imaginar que no dia seguinte a tormenta fará parte do passado. É isto. Tudo passa. Não vou morrer, mas quem é que gosta de sofrer? Pois...mas antes parir mais 3 filhos, juro. 

Brincadeiras

13 de julho de 2015

No sábado resolvi dar umas dicas de maquilhagem à minha mãe (como se eu percebesse alguma coisa d'horta). Limpei -lhe a pele, apliquei o hidratante, depois o primer, a seguir o BB cream, um bocadinho de pó compacto e o blush para dar o toque final. Ah! E um batom muito suave. Nem rimel coloquei mas acho que se nota bem a diferença. Claro que, um sorriso é um upgrade para qualquer rosto. 

Ganhar o dia logo às 8h30

21 de maio de 2015

Hoje disseram-me: - estás a fazer dieta? é que estás mais magra.

E foi assim que me espetaram um sorriso nos beiços logo de manhãzinha.
Mas não. Não estou a fazer dieta nenhuma. Só perdi 3,5Kg, mas acredito que se note, porque eu também o sinto. Estou a 5 Kgs do meu ideal, mas não estou obcecada com isso.
Já há quase 2 anos que não bebo leite de vaca, há 3 meses deixei de comer carne, zero doces durante a semana (ao fim-de-semana permito-me uns mimos, porque há toda esta parte social no acto de partilhar refeições com família e amigos, mas tenho tentado fazer sobremesas sem ovos e com pouco açúcar), passei a comer só pão escuro, a comer mais fruta, beber mais água...
Só me falta mesmo dormir mais (e melhor) e arranjar tempo e forma de me mexer.
Sim, fiquei contente. ☺

É só isto que me apraz dizer, hoje. 
O Gabriel foi aceite na escola que era a nossa terceira opção.
Quantas vezes na vida a nossa terceira (ou última) opção é a primeira de Deus?
Ele responde sempre às nossas orações. Sempre. 
Nem sempre no tempo que esperamos. Nem sempre da forma que imaginamos. Mas sempre.
E eu agradeço por Ele me fortalecer a pouca fé, de resposta em resposta. 

Caminhamos à luz da fé e não do que se vê

26 de junho de 2014


Faz hoje 21 anos que me baptizei. 
21 anos passados sobre a decisão mais importante, de todas as que tomei até hoje. 
Era uma adolescente de 14 anos cheia de esperança, certezas e convicções.
Muito aconteceu depois disso. Cresci, aprendi, escolhi...mas mesmo nos momentos menos bons, sempre senti a mão de Deus sobre mim.
Não sei como é viver sem acreditar em Deus. A fé também se aprende. Mas se não for experimentada, morre. Por isso é que a aprendemos dos nossos pais, mas não a compramos a eles. Temos de a buscar por nós mesmos, fazê-la crescer, prová-la e torná-la nossa. Se não for assim um dia acordamos e sentimos-nos vazios. 
21 anos depois posso dizer que nunca acordei vazia. Uns dias triste, sim. Outros desanimada, claro. Outros, com medo...sim. Mas vazia, nunca. Sozinha, também não. 
Isto da fé não nos traz a solução para todos os males, nem nos torna imunes aos problemas que existem no mundo. Os cristãos também ficam doentes, também perdem o emprego, também estão expostos às perdas e às decepções, mas certamente que temos este sentimento de pertença, esta confiança em alguém maior do que nós, esta visão de graça e amor sobre todas as coisas que nos acontecem. Não é fácil, até porque o nosso ego está sempre à espreita e o desafio maior é esse. A rendição do nosso ego a Deus. Achamos sempre que sabemos melhor. Que Deus demora muito a responder. 
Depois, quem acredita em Deus, acredita no Diabo e em tudo o que este tem feito para destruir o que de bom Deus criou, o que de bom Deus é em nós.
Mas 21 anos depois, sei em quem tenho crido. Trago as certezas, as convicções e a esperança daquele 26 de Junho de 1993 sempre comigo e oro para que Deus me ajude a nunca lhe largar a mão. 

Wake up call...

3 de junho de 2014

Há pouco mais de uma hora, fui almoçar. 
Normalmente não vou sozinha, mas hoje calhou não ter companhia.
Estava já na direcção de um sítio para comer qualquer coisa rápida, quando disse para os meus botões: - não, vou ao do costume, ao menos já sei que sou bem servida e não pago muito. E voltei para trás.
Estava prestes a entrar quando fui abordada por uma mulher. Falava muito baixinho, tinha sotaque. Tive de me aproximar dela para poder perceber o que dizia.
[pensei logo...mais uma a pedir dinheiro e eu não tenho aqui moedas]
Mas não. Disse-me que estava grávida e que já não comia uma refeição há quase quatro dias. O meu coração quase parou. Pediu-me que lhe pagasse uma sopa.
Pus a minha mão sobre o seu ombro e entrámos.
Comeu uma sopa, uma tosta e uma salada. Quando fui ver se estava bem, agradeceu-me e disse-me que não tinha nada para dar de jantar aos filhos. Que estava separada do marido. Que estava a fazer uma formação para ver se conseguia arranjar um trabalho. 
Eu já nem tinha fome.  Pedi que lhe embrulhassem sopas e dois pratos do dia, para ela levar para os filhos.
Agradeceu-me muito. 
Não fiz nada de mais...e fiquei tão, mas tão agradecida por ter podido ajudar. Não sei se a verei outra vez. Mas sei que a incluirei, e aos filhos, nas minhas orações. E que a primeira abençoada nesta história fui eu. 

O objectivo de escrever isto não é o de me vangloriar por ter ajudado, mas o de incentivar todos os que lêem a estarem abertos a fazer o bem. 
Nem sempre estamos. Andamos tão embrenhados no rodopio que é a nossa vida que nem prestamos atenção.
No outro dia houve um velhinho que me fez sinal e eu ia tão depressa para apanhar o metro que pensei que era mais uma pessoa a pedir e disse-lhe: agora não posso! quase sem olhar para trás.
E depois ainda pude ouvir ao longe o senhor a praguejar:
- mas eu só quero saber que horas são!
Pensei, BRUTA!!! Porque é que não paraste!
E é isto gente. Temos que parar mais vezes. 

I'm a green kind of person

21 de maio de 2014




With some sprinkles of pink...
Partilho convosco as cores que me fazem feliz. 
Verde menta, verde esmeralda e pelo meio uns apontamentos de rosa.

Mãe. Uma pessoa que faz o trabalho de vinte. De graça.

19 de maio de 2014

Este sábado na igreja, na festa de homenagem às mães, pediram-me que descrevesse a minha. Fui apanhada de surpresa e normalmente a espontaneidade não me traz palavras perfiladas e definidas, alinhadas de forma perfeita com o meu pensamento. Gostava de poder ter dito mais e melhor. 
É-me sempre mais fácil falar do meu pai, porque convergimos tanto, em personalidade. E porque talvez chocamos menos com o sexo oposto. Sou uma menina do papá...é um facto. 
Enfim, para vos dizer que respondi, tão somente que, agradecia o tempo que ela tinha tido para mim e que eu hoje não tenho para os meus filhos.
A relação com a minha mãe não foi sempre fácil e em linha reta. Sob um certo ponto de vista fui uma criança perfeita (se é que isso existe). Mansa e obediente. Mas depois veio a pré adolescência, logo ali pelos 11 anos de idade. Pomos em questão tudo o que nos foi ensinado. A relação entre os nossos pais deixa de ser aquela coisa abstracta, que nos passa ao lado e passamos a compreender que isso do amor não é bem como a Disney nos vendeu. Ao fim e ao cabo, é a lamentável perda da inocência ideológica, o cair do filtro pueril entre nós e a vida. E a mais pura das verdades é que não é fácil ser-se a filha adolescente da nossa mãe. A minha mãe tem o seu feitio, eu tenho o meu e até conseguirmos encaixar estas duas peças uma na outra foi preciso a distância da separação física. Quando saímos de casa ocorre esse milagre da saudade que nos faz valorizar as pessoas de outra maneira e que permite a pais e filhos verem as qualidades com óculos de "ver ao perto" e os defeitos com óculos "de ver ao longe".
São estas lentes especiais que me deixam à vontade para concordar com o Rui Veloso quando ele diz  que, "é mais o que nos une do que aquilo que nos separa".
São elas que me dizem que a minha mãe sempre foi uma excelente cozinheira, que foi uma mãe firme e dedicada, que sempre esteve presente, que à sua maneira sempre me amou e incentivou. Não fez tudo bem, pois não...mas eu também não faço. E essa é a irónica aprendizagem que todas as que são mães fazem, de uma maneira ou de outra. Vamos emendar alguns erros que achamos que os nossos pais cometeram (e vamos repetir outros tantos). Vamos fazer perdurar nos nossos filhos todas as pequenas coisas que eles nos ensinaram e que nos deixaram felizes. E vamos acrescentar uma pitada de quem somos a tantas outras frases, decisões e formas de educar. Quantas vezes não soamos exactamente como as nossas mães? Já perdi a conta a esses momentos... Casou aos 16 anos, deixou certamente tanto por fazer e realizar, teve-me com 19. Eram outros tempos. Cresceu ela própria comigo. Mas isso soube-o depois, sei-o agora.
O bom e o menos bom, ambos me ensinaram alguma coisa.
No fim, o que sei é que, na sua imperfeição humana, me ama e me quer bem. Tal como eu, na minha imperfeição, a amo a ela.
Mais do que mãe e filha, somos pessoas. As pessoas desiludem-se umas às outras. Mas é este amor, que sobrevive às desilusões que dividimos, que constrói os laços que dificilmente a vida quebrará. 
Olha mãe, podia ter dito só: - amo-te...obrigada. 
Mas fazer resumos nunca foi o meu forte.

Do sair à noite depois de "velha"

28 de abril de 2014

Tenho duas palavras para vós: Mebocaína Forte.
Estou que nem posso, com o pingo no nariz e com a garganta a dar de si.

Behind the camera...

22 de abril de 2014

Aqueles que andam de máquina fotográfica em punho percebem-me.
Normalmente, não aparecemos nos registos, mas estivemos lá.
Esta é uma das poucas fotos da minha pessoa que ficou para recordação deste acampamento.
Obrigada a quem a tirou.
Olheiras visíveis e um ar sério, que não atestam o quanto me diverti.


[não é o meu melhor ângulo, o meu nariz é enorme...obrigado, avô!☺]

Sales

13 de janeiro de 2013


Há coisas que aborrecem a classe masculina. Por isso, hoje foi a nossa primeira ida aos saldos sem a companhia dos homens da casa. Eles foram ver um jogo do distrital e nós fomos ver se havia descontos que interessassem. Ela ajudou bastante, não houve birras a assinalar, carregou com alguns sacos, foi buscar-me uma saia num número acima daquele que eu tinha levado para o provador e não se queixou, como habitualmente das dores nas pernas. Correu muito bem. A repetir. 
Esta foi a compra mais gira, para ambas.


A boa aluna que existiu em mim, assim como a adolescente parvítica

11 de dezembro de 2012

Este fim de semana a minha mãe entregou-me o meu dossier de fichas de avaliação da escola primária. Uma relíquia, senhores! 
O meu filho, perante os Bons e os Muito Bons só perguntava:
- então e quando é que aparecem os errados??
Eu sei que o ditado diz que "Presunção e água benta cada um toma a que quer", mas a verdade é que eu era boa aluna, gostava da escola, naqueles que foram os tempos áureos em que eu ainda pescava de Matemática. 
- não há errados, filho. - respondi-lhe, perante o seu ar incrédulo.
A acrescentar a esta preciosidade veio outra, não tão preciosa, pelo menos na riqueza do conteúdo. As cartas de amigas e os bilhetes trocados nas aulas entre mim e as minhas melhores amigas. Oh, céus! A decadência da conversação adolescente é uma coisa...com uma única diferença, que tem de ser realçada, o português rico e imaculado, mesmo em bilhetes parvinhos é inquestionável. Primavamos pela excelência gramatical, mesmo a debitar tolices e impropérios. 
Enfim, tenho de guardar aquilo a sete chaves até a minha filha ser maior de idade. :) As séries do Disney Channel ao pé daquilo são desenhos animados para bebés.

Se era mulher antes?

8 de março de 2012

Certamente. Mas agora, depois dos filhos, ao fim de quase 10 anos de casamento e depois dos 30, a experiência, a maturidade, a vida...tudo me tem ensinado. E isso resulta naquilo que sou hoje. Os revezes, os sonhos, as cedências, as expectativas, defraudadas ou não. A vida humilha-nos o ego exacerbado, os filhos amansam-nos o egoísmo adolescente. Definitivamente era mulher antes, mas sou uma mulher melhor agora.

Friorenta

27 de janeiro de 2012

Parece que não há roupa que me aqueça. Ando sempre gelada.
Deve ser a idade a entranhar-se nos ossos. :)

So it goes

19 de janeiro de 2012

Tenho bolhas no polegar direito, de tantos lápis que afiei hoje. Também tenho tido a oportunidade de dar o almoço a um dos meninos da Unidade de Apoio a crianças com necessidades educativas especiais, que tem paralisia cerebral.. Gosto muito de o fazer. Faz-nos dar valor aos filhos saudáveis que temos duma forma muito mais abrangente e ponderar o esforço que aqueles pais, mas sobretudo mães, fazem para cuidar deles todos os dias, a todas as horas e as transformações que isso implica nas suas vidas. 
Hoje foi dia de comer pizza em frente à tv, pois não temos o pai em casa.
A Diana deu um tralho na escola e tem um dedo todo raspado. Vai ser um festival para lhe dar banho. Ando um bocado desanimada, tentando encontrar a minha motivação para o dia a dia no meu local de trabalho. Todos os dias é um desafio mental para me sentir impelida a dar o meu melhor, apesar dos pesares. Que saudades de estar em casa a fazer os meus cupcakes e a disfrutar de dias sem stress e com tempo para estar com os meus filhos. 

(já disse que detesto o meu horário rotativo? uma semana a entrar às 7:30 e a sair às 17:30 [com duas horas de almoço pelo meio], outra semana a entrar às 10:30 e a sair às  19:30 e outra ainda a entrar às 11 horas e a sair às 20:00 [que nunca saio, pois despacho as limpezas antes disso] mas ando muito saturada, até porque acordo sempre cedo na mesma, para ajudar a despachar os miúdos de manhã...)
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