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Querem bem lá ver!

7 de outubro de 2016

Às vezes sou ditadora, na maior parte das vezes tento ser democrática, mas ainda não chegámos à anarquia. Not on my watch, pelo menos...
À sexta-feira, deixo sempre dois tupperwares no frigorífico com o almoço deles. Quando chegam da escola, aquecem e comem. Simples.
Liguei para saber se estava tudo bem, se tinham comido. The usual. O Gabriel já tinha saído para as aulas da tarde.
Eis senão quando, sôdona Diana me diz, e passo a citar:
"Almocei, mas não comi o que estava no tupperware. Comi pão." Perante a minha incredulidade (que é o mesmo que dizer que a esta altura o meu tom de voz já tinha subido alguns decibéis, o suficiente para virar cabeças na carruagem do metro), resolveu ainda acrescentar, e cito novamente:
"Não sei porque é que insistes em fazer esta comida. Sabes bem que não gosto."
A esta altura, para evitar algo semelhante a um ataque epilético em público, disse que em casa conversávamos. 
Escusado será dizer o que vai ser o jantar da sôdona Lady Di. E mais! Não há lanche para ninguém. Há de estar tão esganada da sua curta vidinha que as batatas cozidas com ervilhas, cenoura, ovo e atum lhe vão parecer o manjar dos deuses.

Manhãs difíceis (dias difíceis)

25 de novembro de 2015

Estou com uma dor tão grande no pescoço (assim a apanhar a omoplata e o ombro, conversa de velha, mas enfim) que me proporcionou uma noite daquelas para esquecer.
Devo ter olheiras daqui até à lua. 
Levantei-me, preparei o lanche da Diana, cozi massa e brócolos para o almoço do Gabriel, que tem a tarde livre e almoça em casa, tomei o meu pequeno-almoço. 
Ao inspeccionar a mochila dela, reparo que a caderneta do aluno nunca foi preenchida (shame on me!) e, em parcos minutos, dedico-me a preencher pelo menos a primeira folha, com os dados essenciais de contacto.
A seguir faço a inspeção à mochila dele. Fichas e testes machucados no meio dos cadernos e livros, quando tem uma capa para os arrumar, evitando que pareçam ter sido achados no lixo. Um sumo e uma barra de cereais que não comeu no dia anterior, apesar das minhas ordens constantes para comer tudo o que mando. Mais uma vez, num dia em que entra às 8h20 e sai às 17h00, esteve o dia inteiro apenas com uma sandes.
Deparo-me com um recado no caderno de português, com data de 20 de novembro (de há cinco dias, portanto) em que a professora informa que ele levou falta de material porque não tinha consigo a caderneta do aluno e que falhou em apresentar o Relatório de Leitura do livro que lhe foi pedido que escolhesse ler para este projeto (logo no início do ano letivo), relatório este que contaria para avaliação. Contaria....
A semana passada já tinha recebido um telefonema da DT, pedindo-me que andasse mais em cima dele. Teve negativa no teste de Inglês e nem se deu ao trabalho de me dizer que a DT tinha marcado uma reunião comigo para me ser entregue o plano de recuperação, elaborado pelo prof da disciplina. Reunião essa a que não compareci, porque ele nunca falou nela. Que dias antes, quando inquirido sobre um trabalho de casa, respondeu que tinha feito, mas depois ao fazer a correção na aula ela se apercebeu que ele estava a responder às coisas na hora e não tinha nada escrito. Quando o confrontei, já em casa, respondeu que se tinha esquecido de colocar o caderno na mochila, mas que o trabalho estava feito. 
Fui acordá-lo. Falei com ele. Mostrei-me triste e desiludida. Zangada até. Afinal, tínhamos tido uma conversa séria há poucos dias sobre o seu desinteresse na escola. Exigimos mudanças. Mais empenho. E hoje isto.
Saí e quando liguei à Diana ela disse-me que as coisas tinham corrido mal com o pai, depois de eu sair.
Esteve 25 minutos enfiado no quarto. Levantou-se a 5 minutos de sairem. O pai já fervia em brasa. Claro. Disse que adormeceu. 
E eu pergunto. Depois de levar um sermão, deita-se e adormece (já vestido) sabendo que o pai estava à espera que ele descesse para tomar o pequeno-almoço e despachar-se? Sabendo que ia ter português ao primeiro tempo (a tal disciplina em que estava em falta com o relatório)? Sabendo que ia atrasar tudo e piorar a vidinha dele, que já não estava famosa?
Ele é um miúdo que comunica muito pouco em casa. Sempre foi de poucas falas. Quando pergunto como correu o dia é monossilábico nas respostas. Sinto que não o conheço e que não sei o que se passa na sua cabeça, quais as suas emoções, porque é que é tão "deixa andar".
Faltam 8 dias para o seu 11º aniversário. Será isto o princípio das dores?

As dores do crescimento

27 de novembro de 2014

A mentira magoa-me.
Sobretudo depois de várias conversas sobre o assunto.
Magoa-me o facto de a consciência não o incomodar o suficiente, para que não o volte a fazer.
É nesta fase que pomos em causa se lá ficou alguma coisa do que já lhes ensinámos, não é?



Always in a hurry...

20 de novembro de 2012

Por vezes, naqueles instantes em que a vida me deixa parar para reflectir, dou por mim a desesperar com a utilidade que dou aos dias. Na verdade ninguém sabe quando será o nosso último...e ponho-me a pensar - que raio fiz eu nos dias que Deus me deu este ano?
Os miúdos andam sempre num virote à nossa frente, à frente das nossas horas e dos nossos minutos contados. Despacha-te, que está na hora de ires para a escola, despacha-te, que tens os trabalhos de casa para fazer, despacha-te que tens de ir tomar banho, despacha-te que estás a demorar muito, despacha-te e vai dormir, despacha-te...
Antes de os deitar, a roupa fica preparada, em cima da cama, para o dia seguinte. Tenho de ver se chove ou se faz sol, se está frio ou nevoeiro...porque no dia a seguir não estou lá, não tenho direito a ajustes de última hora. À hora que o pai os acorda já eu estou a chegar ao outro lado do rio. Não tive direito a bons dias, fiz tudo quase às escuras, com o mínimo de barulho possível, saí sem aqueles braços à volta da cintura e sem aquelas bochechas terem tocado nas minhas. 
Ao fim do dia, chego com os minutos contados para fazer o jantar, porque afinal, as crianças não podem comer às tantas e ainda há os banhos para dar e a história para ler (que tantas vezes fica para trás, porque eles não conseguiram fazer tudo à velocidade que programámos e acaba por ser vestir o pijama e cama). E depois aquele egoismozinho de querer estar no computador, ver um filme ou outra porcaria qualquer e os poucos minutos que tinha para estar com aquelas criaturas vão-se e no dia a seguir é tudo igual e chego ao fim da semana, igual às outras todas, sem o senso de que espremi todo e qualquer instante para os cheirar, abraçar, beijar...(e não estou a dizer que não o faço, mas não chega)
Atropelam-se nas palavras para nos contar as coisas e nós sempre, despacha-te, vai lavar os dentes, agora não dá, faz o que te estou a dizer, não ouviste?
Que raio!
Muda! Reinventa! Substitui! Acrescenta! Adapta! Pára! Acorda! Reage! Muda!

One of those moments...

29 de fevereiro de 2012

Tenho a felicidade de ir falando com a educadora da minha garota todos os dias, por trabalharmos na mesma escola. Hoje confidenciou-me, em jeito de "vá lá reflectir mas não se auto flagele", que a Di, por conversas que tem mantido com ela, construiu uma muito má imagem dela própria. Por coisas que ouve em relação à sua personalidade vincada, por comparações, pelo próprio dia-a-dia, por considerar que eu, a mãe, sou perfeita, tão perfeita que ela não consegue alcançar o mesmo patamar. 
Acha-se naturalmente propensa a fazer asneira, como se fosse uma coisa que lhe está por dentro da pele e à qual ela não consegue fugir. 
E sim, não me vou auto flagelar, mas que isto me dá que pensar, dá. E muito... 
Porque talvez tenha ajudado a montar esta imagem que ela tem de si e que os outros, que a vêem de fora, por sua vez, também lhe transmitem. E não era nada disto que eu queria. Não. Porque a minha filha, que tem muitos defeitos, como eu, também tem muitas características maravilhosas e que eu se calhar não lhas faço brilhar aos seus olhos tantas vezes quantas deveria. Porque o meu receio de que cresça torta talvez avive as minhas exigências em demasia e me tolde a necessidade de expor ao mundo o bom que é ser mãe desta miúda. Por tudo. Pela sua tenacidade, independência, criatividade, espontaneidade, carisma. Pela forma como nada é silencioso nem monótono nesta casa, quando ela está por perto. Pela forma como espevita o irmão ou como não nos deixa adormecer na nossa dormência. Faz asneiras, pois faz. Mas nada grave que não seja normal a uma criança fazer. É difícil educar e criar um ser que nos desafia e nos questiona a todas as horas. Não vou mentir. Mas adoro-a. E tudo o que ela é a distingue. E por tudo isso a amo mais do que à vida.
Por todos estes motivos não quero, de modo algum, que ela pense que não é suficientemente boa para agradar à sua mãe.
No meio das reflexões, reli este texto, que escrevi há 4 anos atrás, ainda ela era uma bebé de ano e meio.
É e continua a ser isto tudo. Não o inventei e imaginei. Tenho dois filhos, em quase tudo diferentes.
Só não é diferente o amor que lhes tenho. Igual, enorme, maior do que eu.



- às vezes, "porque não" ou "porque sim" são mesmo resposta

19 de fevereiro de 2012

Há manhãs mais difíceis. Se nuns dias é um anjo e colabora com tudo, noutras, nada lhe agrada e tudo lhe faz confusão. Para agravar a coisa começa logo nos primeiros minutos do dia a maldizer a sua pouca sorte e a pedinchar ir aqui ou ali, fazer isto ou aquilo.
Na grande maioria das vezes respondo com as frases acima e o pingente, do "alto" dos seus 5 anos mal medidos diz logo: - "porque não" não é resposta! porquê que não posso???
E desculpem-me os mais liberais, mas honestamente, se há alturas em que acho maravilhoso e desejável explicarmos o porquê de certas coisas aos nossos filhos, há outras em que têm de ter muita paciênciazinha e o "porque não" ou o "porque sim" vai ter de servir e não têm de refilar. Porquê?? Porque sim! Porque somos os pais e fim da conversa. E há coisas que não temos de justificar.

Há dias em que me é particularmente difícil lembrar. Porque me é difícil colocar-me no seu lugar. Porque estou demasiado cansada e saturada para jogos mentais. Porque só o som da minha voz, a repetir as mesmas frases, me fere os ouvidos.
Há dias em que o imenso amor maternal que lhes tenho consegue ser suplantado pela vontade enorme de os deitar na cama só para poder ter silêncio. 
A tarefa de educar é repetitiva e aborrecida. 
A outra parte da maternidade, a que todas gostamos de contar ao mundo, aquela que nos alimenta as emoções e o amor desmedido, nem sempre é a que vem ao de cima todos os dias. Os maus momentos intercalam-se com os bons e há dias em que os bons são tão poucos que  nos apetece desistir. Deixá-los ir na maré das vontades próprias, deixá-los...que se dane se se riem mesmo quando acabámos de os repreender, que se dane se o quarto está de pernas para o ar depois de 3457 avisos para arrumarem o que desarrumam quando terminam de brincar, que se dane se comem a fruta ou se tomam banho, que se dane se andam descalços e se constipam, que se dane se fizeram os trabalhos de casa, que se dane! Afinal, depois do esforço, no máximo ouvimos um lamento meio berrado:
- possas! também nunca nos deixas fazer nada!
- o quê??? chocolates à la carte?? mas é claro!
- playstation até à meia noite?? sem problemas.
A sério...
Isto de ter filhos é, no fundo, passar o testemunho do que temos, sabemos, aprendemos de melhor. E nem todos os dias nos apetece estar, ser, dar o nosso melhor. Apesar disso o que é certo e sabido é que, no futuro, receberemos na mesma medida em que demos e esta é uma responsabilidade que temos, de nos elevarmos acima do nosso cansaço. Hoje foi um dia cansativo. É como se andasse sistematicamente a pôr algo nos carris certos e esse algo se desviasse outras tantas vezes. E isto vale o que vale. Um desabafo. Amanhã é outro dia. Mas por via das dúvidas, são mesmo ossos que sustentam este corpinho e é mesmo sangue que corre nestas veias. É que às vezes pode correr-se o risco de achar que somos mesmo uma entidade heróica com super poderes.

Minuto 0

3 de dezembro de 2011


E é deste momento que me recordo a cada aniversário, com muito carinho, saudade, da minha maternidade tão virgem, das novidades que cada dia encerrava. 
Nasceu ele, mas eu nasci também para uma nova parte de mim.

Trabalhos manuais

28 de novembro de 2011

Para decorar a escola. Pedido feito a semana passada, mas eu só hoje é que me inspirei para fazer isto com eles. 

Fim de dia

6 de novembro de 2011


"The most important work you will ever do will be done within the walls of your own home."

Harold B. Lee

Teasing her...loving her...

24 de agosto de 2011


Gosto de a provocar, porque ela ignora, aguenta estoicamente o riso e personifica o total desprezo. Mas há aquele momento, em que os músculos descontraem tanto que ela cede, sorri e solta a tão esperada gargalhada.
E por breves fracções de segundo, dou-me conta de que está tão crescida, tão menina, quase nada bebé.
Quase 5 anos...

Na ordem do dia

19 de maio de 2011

Limpar vomitados, fazer chá e arrancar dentes. A vida de uma mãe nunca é monótona.

Lá foi ele

21 de abril de 2011


Estava todo contente. Eu, confesso que não dormi lá muito bem.
Nestas ocasiões há sempre uma luta interior entre a mãe galinha, que quer ter os filhos sempre protegidos e debaixo das suas asas e a mãe consciente, que sabe que tem de libertar os filhos para eles ganharem aptidões sociais, responsabilidade e rijeza física e emocional. É uma luta difícil, mas tenho sabido encontrar o equilíbrio entre ambas. Afinal, os azares podem acontecer mesmo debaixo do nosso nariz ou quando estão na escola. Não posso estar sempre lá e não devo priva-lo destas experiências. Revimos a mala os dois, para que ele soubesse onde estava cada coisa. Espero que não chova como choveu esta madrugada. Sábado vou lá, à tarde, matar saudades e Domingo já estará de volta.
À Diana caiu-lhe finalmente a ficha. Chorou. Custa-lhe muito ficar para trás. 
Tudo a seu tempo minha linda. Tudo a seu tempo...

Ainda não vos disse

26 de fevereiro de 2011

Que a minha filha portou-se lindamente no médico. Mas isto sou eu a sonhar.
Na altura de pôr as gotas, não tive de lutar com ela, enquanto batia mãos e pés e cerrava os olhos, não senhor. A doutora também não teve de despejar meio frasco no olho para ver se entrava alguma coisa, enquanto ela tentava sacudi-la. Não. Isto também não aconteceu.
No fim, só para terem uma ideia, ela só me disse:
- bom, mãe...depois da litrosa de gotas, veja lá se ela não fica com alucinações!
Que mal fiz eu...

Da ternura...

13 de outubro de 2010

Esta noite a minha miúda teve um pesadelo. 
Diz-se por aí que sonhamos com os nossos maiores desejos e com os nossos piores medos. 
De manhã, no nosso momento mãe&filha, ainda enroscadas nos lençóis ela disse-me - sabes mãe, tive um sonho mau, sonhei que o mano precisava de ajuda e eu não consegui ajudar.

Daquele trabalho que se tem com prazer

7 de outubro de 2010

Estou desejosa de, no Domingo, me atirar de alma e coração à cozinha e produzir a doçaria e salgadinhos do lanche para a Diana. Desejosa de ver o bolo de aniversário ganhar forma pelas minhas mãos.
Também vou fazer um bolo com cobertura cor de rosa para ela levar para a escola, a cor que ela tanto continua a gostar (embora este ano o auge da sua satisfação seja com o roxo).
Estou desejosa de lhe ver a cara ao abrir os presentes.
Está quase.

?

21 de setembro de 2010

Tenho uma filha com um papo enorme na pálpebra, tão grande que o olho mal abre. Até faz impressão. Ontem trazia a zona da testa, mesmo acima do sobrolho, inchada. Perguntei-lhe se tinha batido em algum lado, não se soube explicar muito bem, mas disse que tinha sido na sala, que nem chorou e não disse às professoras. 
Agora a dúvida. Ela tem algumas picadas de melga nas bochechas. Será que isto foi da batida que ela menciona (e que não parece ter tido importância) ou de alguma picada mais feroz? A educadora disse-me que não deu por nada e que não viu marca nenhuma na cara dela até a hora de se ir embora. 
Que está feio, está.

Tpc's

20 de setembro de 2010

Hoje, uma ficha. Honestamente, durante a semana acho um exagero enviar trabalhos de casa a crianças de 1º ano, que chegam a casa tarde (os meus por acaso não são dos mais prejudicados pois às 18:30 já costumam estar em casa), cujos pais vêm cansados do trabalho e que merecem ter tempo para brincar e relaxar. O pai preparou o jantar, enquanto eu estive com ele a fazer a tal ficha. Não conseguiu terminar, pois entretanto chegou a hora de comer.
No fim da refeição foi terminar o TPC. Eram 21:30 quando finalmente consegui ir dar-lhe um banho para o deitar. Acho mesmo escusado. Basta haver trabalhos de casa à sexta feira, é a minha opinião.

E a pergunta veio, a seu tempo...

14 de setembro de 2010

E eu engasguei-me um bocado, de tão apanhada de surpresa que fui.
Acordo-a todos os dias, deitando-me ao seu lado, na cama. Ali ficamos uns 5 minutos até eu dar por terminada a ronha.
Hoje, mal abriu aqueles olhos:
- oh mãe,  como  é que o bebé foi para a barriga da tia???
Eu, meia azamboada, que de manhã também me custa carborar assim de repente:
- qual bebé, filha? 
- o João, mãe! como é que ele foi para a barriga da tia?
- pois, sabes...as meninas têm uns ovinhos na barriga, e os meninos têm umas sementes. quando decidem ter um bebé, o pai põe uma semente na barriga da mãe e ela junta-se ao ovinho e formam um bebé.
Felizmente, não perguntou como é que o pai põe a semente, senão eu ficava embasbacada a tentar inventar qualquer coisa à pressão e ia correr mal, de certeza.
Tenho de começar a  pensar nisto ASAP.
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