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E foi assim...

19 de agosto de 2011

Para a despedida. 
Estava nublado, mas muito calor.


Os últimos dias

5 de novembro de 2010

Sejam do que for, são sempre horríveis.

Dos acontecimentos desta tarde

4 de novembro de 2010

Já era um desfecho anunciado. Contudo sempre achei que teriam um pouco mais de pejo ao fazê-lo.
Básicamente foi - Raquel, a tua situação já foi decidida. Amanhã passas o trabalho que for necessário à S. e na segunda feira já ficas em casa.
Cru, não?
A minha decisão de enveredar por outro caminho já estava tomada, é certo. No entanto, imaginando que não, esta seria uma situação que me deixaria, a mim e a qualquer pessoa com família e despesas ao fim do mês, completamente devastada e preocupada.
As pessoas não contam para nada. É ponto assente. Pelo menos na grande maioria das empresas. Interessam é os números. 
E, apesar da desilusão com a forma como conduziram tudo isto, acabo por estar fria para com a empresa. Não me deixa saudades. 
Saudades, só mesmo das minhas queridas amigas que lá ficam. E só por tê-las conhecido, já valeram a pena estes 2 anos e meio.

Amanhã é dia de recomeços

5 de setembro de 2010

As férias chegaram ao fim. A Diana já começará a escola enquanto que o Gabriel ainda terá mais uma semana de lanzeira em casa da avó. A reunião com a educadora dele deve ser esta semana. 
Setembro é um mês de gastos, por excelência, numa fase em que as férias nos deixam quase de bolsos vazios e ainda não começou verdadeiramente a doer.
Já disse que eles estão quase despidos e descalços para o Inverno? Pois, a cada mudança de estação é o mesmo. Se no Verão conseguimos aproveitar muita coisa, no Inverno a coisa muda de figura. Direi que ficaremos depenados até ao Natal. Por um lado sei que o dinheiro é pouco, por outro sei que estão a crescer e isso enche-me de muita felicidade. A gratidão pelo pouco que temos é imensa e é com alegria que encaro este novo ano. Gostava de mudar muitas coisas na nossa vida, mas de alguma maneira sinto que devo tirar o melhor do já temos e levar o barco para a frente. 
Só me vai custar horrores levantar às 6:30 outra vez. 
Mas a cada dia o seu mal. Hoje é Domingo, certo?

Setembro é um mês nostálgico

1 de setembro de 2010

As férias estão mesmo a acabar. 
Segunda feira começa um novo ano de trabalho, sem pausas. Horários e rotinas de volta. 
No próximo mês a minha filhota já faz 4 anos.

Da praia de hoje

8 de agosto de 2010

A água estava uma maravilha. Sempre nublado, mas um calor daqueles. Vento quase 0. Estivémos lá muito bem até às 19:30. Os miúdos nem queriam vir embora.
E amanhã já é dia de horários, trabalho e escola. São só 2 semanas. Depois há mais descanso.

Fotos doces, que trazem cheiro a férias

6 de setembro de 2009

Para me relembrar que hoje é o último dia. Amanhã começa um novo ano lectivo para eles, e mais um ano de trabalho para nós...
Agora fico sempre a aguardar cada feriado, ponte, fim de semana grande. Já só penso no aniversário da Diana.
[tiradas pela minha amiga Sophie]

Da vida

20 de agosto de 2009

Ontem recebemos a notícia do falecimento de um ex colega do meu marido. 34 anos. Um filho de 7 anos. Ficámos em choque. Num dia estava bem, no outro caiu para o chão inanimado. E por um momento lembramo-nos que a vida que nos deram sem escolhermos, também se pode ir da mesma forma, sem que possamos escolher o dia, a hora...que isto é tudo aleatório, que nada nos pertence, que este sangue que nos corre nas veias pode parar o seu curso num abrir e fechar de olhos.
Chega-se a uma certa idade em que não dá para pensar que somos de ferro e que nada nos atinge. Porque as coisas não acontecem só aos outros. Que a vida não é só isto, ou seria tudo muito injusto. Quando se têm crenças, como eu tenho, sofre-se um bocadinho por pensarmos que quem amamos não reflecte no futuro como nós, e que não anseia pelo mesmo que nós. E os dias correm num tal frenesim que, só em situações como esta, percebemos o quão triste é não ansiarmos pelo mesmo, como um todo. Mas isso eu já sabia quando me casei...e agora só me resta confiar e esperar, porque a esperança é o que nos move, o que nos anima, o que nos ampara.

No fim de Agosto há mais

19 de julho de 2009

Aproveitámos a tarde para gozar a praia. O mar estava óptimo, mesmo como eu gosto, sem ondas, e a água a uma temperatura muito agradável.
Fomos mentalizando os miúdos de que amanhã já é dia de escola. O Gabriel teve um ataque mesmo antes de se deitar, choradeira - eu não quero ir para a escola!!! eu quero ir de férias!!!
Pois, também eu, também eu...é a vidinha.
Ontem de manhã ainda fomos a uma consulta quase colectiva ao médico. A Diana tem dois dedos infectados que estão consideravelmente melhor, agora...mas já anda assim há 15 dias...
Eu comi alguma coisa a que fiz alergia e fiquei cheia de manchas no corpo, mãos inchadas e uma comichão doida. Já estou medicada.
O Gabriel tem uns nódulos por baixo das orelhas, desde que viémos de Odeceixe. Queixava-se com dores se tocassem ali. Já tinha estado com a minha médica há 1 semana e ela recomendou o Brufen durante 5 dias e depois nova avaliação.
O médico passou-lhe análises ao sangue e na 3ª feira lá terei que ir com ele, pela primeira vez, fazer uma coisa destas. Espero que se porte bem e que não seja nada de grave.
Agora vou ali passar a ferro, que a vida boa acabou-se.

Último dia de férias

19 de julho de 2009

Buáááááááá!!!!!!!!!!!!!!

RIP Michael Jackson

26 de junho de 2009

Tinha só 3 anos quando o albúm Thriller foi lançado, mas acreditem que me lembro com clareza daquelas imagens na TV. Independentemente de ter sido uma pessoa controversa e com alguns problemas psicológicos por resolver, foi um artista genial.
Fica o meu tributo ao Michael que ainda se parecia com gente e que tinha uma voz fantástica e movimentos a condizer...

Uma das recentes que gosto muito...

- Mãe, o que vais fazer?

9 de maio de 2009

-Vou dizer adeus à tia, filho.
-Ela morreu porquê?
-Porque estava muito doente.
-Doente do quê?
...
E as perguntas sucederam-se... fui respondendo o melhor que pude. Sempre com a verdade, mas com palavras leves que ele pudesse entender.

Foi muito triste. Por tudo. Pela situação toda que rodeou os últimos anos da minha tia, pelo ambiente que a presença cínica da minha prima causou em quase todos. Pela minha afilhada que, pela primeira vez, desabou em lágrimas no momento em que fecharam o caixão. Julgo que foi quando percebeu que não havia volta a dar. Tinha acabado. 12 anos...queria guardá-la daquilo tudo. Mas a vida é assim, muito injusta às vezes.
Esteve sempre a chover, um céu negro. Trovejou...
O tempo estava zangado, como nós.

Fui ao hospital

3 de maio de 2009

Ali estive, quase uma hora com as miúdas...na sala de espera. A alegria delas contrastava com o meu pesar interior, mas consegui manter-me forte, dar sorrisos e fingir que estava tudo bem.
A minha afilhada tem uma coisa boa, típico de adolescente, nunca lhe falta assunto. Falou, falou e ajudou a que não houvessem aqueles minutos incómodos em que o silêncio fere.
Percebi que não gosta que a mãe apareça lá em casa, pelas palavras amargas que, do alto dos seus 12 anos, proferiu: - não faz nada de jeito, mais valia não vir...
Falou-me da escola, da viagem ao Zoomarine que se aproxima: - eu sei que agora estamos mal de dinheiro, mas o avô já me disse que posso ir...
É assim, crescer à força, aprender o que se tem que aprender, mas a mim doeu-me, aquele banho de realidade. Vivo demasiado para a minha bolha...tenho que sair muito mais de mim, dar...
- hoje fiz uma canja para o almoço, daquelas da Knorr, mas fica muito saborosa! e o avô fez amêijoas, comi taaaaanto...
Perante o facto incontornável de que não a deixariam ver a avó a B. (irmã mais nova - 4 anos) protestou:
- quero ir lá dar um beijo à avozinha, hoje é dia da mãe...
E eu engoli as lágrimas, para não deixar cair a máscara.
Não as contive mais tarde, após sair do quarto.
Ninguém deveria ter de sofrer assim...ninguém. Está toda ligada às máquinas, tubos por todo o lado, geme de cada vez que inspira.
- Tudo me pesa...ainda conseguiu dizer-me...
E eu saí minúscula, dormente, com as lágrimas que consegui chorar.

Esta manhã fiquei paralizada

2 de maio de 2009

A avó da minha afilhada, tia da minha mãe, está a morrer. Assim, de uma hora para a outra. A minha garganta secou, o coração acelerou. Acho que ainda não quero acreditar...
Falei com o meu tio há pouco, e a força interior dele esmagou-me.
- já não tenho mais lágrimas para chorar...de ontem para hoje ela começou visivelmente a desaparecer...tenho que levar isto para a frente, vamos ultrapassar isto...
Vai ser só ele e as netas daqui para a frente. A médica falou de uma esperança máxima de 15 dias, mas podem ser só 3 ou 4...o cancro tomou conta do corpo dela.
A morte desfaz-me, ultrapassa-me.
Penso na minha afilhada, com 12 anos, que tem uma mãe que nunca quis saber nada dela, a ver a avó, a única que sempre esteve ali para o que desse e viesse, a ir-se. Tivesse eu dinheiro e mais um quarto e traria mais vezes a menina para minha casa. O que dizer a uma miúda que sabe que a sua avó/mãe vai morrer? Até eu estou atordoada!!!
Triste...tão, tão triste...

Mudança

18 de outubro de 2007

Uma nova etapa aproxima-se.
Graças à LP, agora sei como transformar os meus blogs em livro.
Vou dar este por terminado de hoje a 1 semana.
Estou a preparar a nova casinha.
Quem quiser continuar a acompanhar pode manifestar-se aqui na caixa de comentários ou então escreve para o mail que está aqui ao lado indicado.
Até breve.

Adeus

4 de outubro de 2007

Apesar da paz que a morte te trouxe... Apesar do término do teu sofrimento. Mesmo assim, tudo na morte é triste.
Fica-me a culpa de não ter inventado uma forma de te poder ter ido visitar nesta última fatídica semana.
Tiveste uma vida tão sofrida. Poucas coisas te correram bem. Estavas rodeada de tanta gente e, ainda assim, tantas vezes sozinha.
Ficamos nós, a tua semente neste Mundo.
Ficam-me o cheiro da tua sopa de feijão que eu adorava e mais ninguém a faz assim. Fica-me o teu espírito de sacrifício perante as adversidades da vida, tantas vezes levado ao máximo.
Gostava que tivesses sido mais feliz.
A vida não foi muito boa para ti.
Fica a esperança de te rever um dia, no Céu que Deus está a preparar para nós.
Adeus.

Decisão

19 de julho de 2007

Acabou-se o Drenafast. Vou continuar a beber, mas água. 1,5l por dia. Aquilo andava-me a mexer com o intestino.
Vou continuar a abster-me de doces e fritos, a não ser em dias de festa.
Vou continuar a comer em poucas quantidades, mas meus amigos, venha o arroz, as massas, a batata e o pão (este, apenas 1 por dia).
Pode demorar mais tempo, mas hei-de lá chegar.
Não vou andar em sofrimento psicológico por causa disto.
Tá decidido.
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