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Ontem fizémos 13 anos de casados

9 de setembro de 2015



Fomos até Sintra, à Casa do Fauno e por lá ficámos quase até ao sol se pôr.
Depois rumámos ao Hotel Tivoli e lá jantámos.
Foi bom. Como estes 13 anos. Com dias que não são todos maravilhosos, povoados apenas de palavras bonitas e românticas, como nos filmes, e de gestos nobres em que os temperamentos nunca se chocam. É verdade que é uma viagem, nem sempre a direito, às vezes por terrenos acidentados, mas tem sido bom. E não gostaria de a fazer com mais ninguém.
É a tua pele que me aquece na cama, a tua mão que procuro quando preciso de sentir que não estou sozinha nisto, o teu abraço que me conforta. Continuas a ser tu.
Não estou apaixonada por ti como quando me faltava o ar se não te via um dia inteiro, ou quando me batia o coração descompassado se os nossos olhares se cruzavam. Mas isto não é uma coisa má.
Cresceu, o nosso amor. Conhecemos os nossos defeitos, as nossas qualidades. Construímos uma família. Partilhamos dois filhos e todos os desafios que isso encerra. Já vivemos despedimentos, ansiedades, chatices, doenças, alegrias, muitos natais e aniversários, etapas no desenvolvimento dos nossos filhos. 
Temos uma história. A nossa história, que em si nada encerra de extraordinário, mas que é única.
Os meus verdes anos são teus e os teus são meus. 
Prossigo para o futuro, certa de que quero continuar a dar-te os anos todos que ainda me faltam.
No dia anterior a Diana, com a doçura que sempre a caracteriza, entregou-nos esta mensagem. ♥

Do amor...

11 de dezembro de 2011


Declara-se aberta a época do chocolate

11 de dezembro de 2011


Somos os 4 viciados, uns mais que outros e muito embora cá em casa nunca falte todo o ano, nesta altura comemos muito mais. Já sei que vou chegar a Fevereiro a precisar de perder uns quilinhos. Mas sabem tão bem. 
Rafaellos e After Eight para mim e Mon Cheri para o pai...são os preferidos. Eles gostam de quase tudo, especialmente de Ferrero Rocher e de qualquer chocolate preto em geral.

Não há nada como o Chiado à noite

8 de dezembro de 2011

Tanta, mas tanta gente àquela hora na rua...
Jantámos na nossa margem, fizemos as compras de Natal para a criançada (sem a criançada, que foi dormir aos avós) e depois fomos beber um chocolate quente a um café com uma esplanada muito simpática, no Largo do Picadeiro. Soube-me tão bem...estava bastante frio. 
O meu maridinho aproveitou para me dar a minha prenda de Natal (não somos muito convencionais nestas coisas de prendas e normalmente aproveitamos estes momentos a sós para estes mimos e afinal, uma prenda pode dar-se em qualquer altura).


9 anos depois

8 de setembro de 2011

E o casamento continua a ser para o resto das nossas vidas. Fazemos por isso todos os dias. Nos bons e nos maus momentos. 
Love You dearly!

Coisas boas

14 de março de 2011

O marido fazer o jantar. 
Quem passa muito tempo na cozinha sabe do que falo. Nada se compara a ter quem cozinhe para nós.

Ontem foi dia de saída a dois

20 de fevereiro de 2011

Há muito tempo que já não o fazíamos. E que falta faz. Fomos jantar fora, passear um pouco e depois cinema. 


Ainda comprei (em saldos) uns óculos de sol em condições, pois há muito tempo que não tinha uns.
Donna Karan, adoro.

(já) São 15 anos

16 de fevereiro de 2011

Não de casamento, mas de amor. 
 

Em modo regresso ao passado

7 de setembro de 2010

Há 8 anos atrás, esta foi uma noite em que dormi pouco, mas bem.
O dia tão aguardado estava a umas horas de distância. Depois de 6 anos e meio de namoro, apesar de hoje em dia acharmos que éramos dois miúdos, aquilo era o passo a dar. O sabor da independência, do tempo e do espaço só nosso, era mais do que apetecível. 
1 semana antes, com tudo preparadíssimo, fui acometida de um torcicolo gigantesco, que me deixou noites a fio a dormir com um cachecol enrolado no pescoço depois de uma massagem vigorosa com uma pomada que tresandava a cânfora. Isto tudo com temperaturas de fim de Verão, a passarem os 30º. Consegui superar o dito a tempo de me poder manter direita a olhar o meu noivo no grande dia.
Ah...e o vestido...eu jurara ódio de morte aos vestidos de tule. Sempre que os meus olhos pousavam num daqueles, pelo meio das revistas de vestidos de noiva que folheei frenéticamente naquele ano que antecedeu o casamento, fazia caras de tédio e nojo, prometendo que nunca seria um tufo de merengue pérola. Tudo isto para grande desgosto da minha mãe, que amava todos os que tinham o malfadado tecido. 
Não sei que feitiço me lançou. Naquela tarde, experimentei todos os vestidos que haviam, que correspondiam a tudo o que eu dizia adorar, passei as mãos por AQUELE...e passei depressa, porque achava que não era nada daquilo. Por último, a minha mãe - vá, experimenta, ninguém diz que vais comprar, é só para ver...
Pois que se deu o clique, e eu estava entre o deslumbrada e o horrorizada. Nem sabia bem o que pensar, porque o que sentia era que o vestido tinha sido feito para mim, para o meu dia de Cinderela. E foi...

I'm a vintage person

23 de julho de 2010

E sim, isto poderia passar-se lá em casa... :)
Resumindo, as mulheres dos old times também podiam perfeitamente ser azelhas na cozinha...já os homens, nunca mudam, certo??

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