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Hoje o nosso coração está triste...

4 de setembro de 2014

[ilustração da Rita Correia]

Acho que não houve ninguém a par da doença da Nonô que não tenha torcido com todas as suas forças para que ela tivesse um final feliz, de vitória.
Infelizmente, chegou ao fim a Jornada da Nonô...nenhuma criança deveria sofrer tanto, nenhuma mãe ou pai deveriam passar por tamanha dor, depois de tudo o que fizeram para salvar esta filha.
Hoje o meu coração chora com estes pais, pois também eu calço os seus sapatos e a simples ideia do que estão a sofrer me assombra.
Só tendo Deus no coração podemos aceitar e sorrir na dor. Nesta experiência dolorosa, em particular. 
É essa fé que sinto na mãe da Nonô que espero que a fortaleça e conforte. Esta esperança, de que não acabou aqui.

"Mas nós, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça."
II Pedro 3:13

Quando só me apetece é enterrar a cabeça na areia, como a avestruz...

14 de novembro de 2011





Faço um esforço por contemplar coisas que me transmitem conforto e tranquilidade.
Que ao menos o blog se tinja de outras cores, já que a realidade não está a permitir a entrada de luz nos meus dias.  

Há momentos que nos mudam para sempre

11 de novembro de 2011

Nem sempre bons. Ontem foi um desses dias, em que num momento muita coisa mudou. As imprevisibilidades da loucura dos outros podem cair sobre nós sem que possamos defender-nos. 
Estou psicologicamente devastada [sabendo que, pelo menos, as dores físicas hão-de passar].

Coisas más que não acontecem só aos outros

23 de junho de 2011

Foi há quase dois anos que nos assaltaram. Desde esse dia passei a ficar mais alerta sempre que o pai não estava em casa, sobretudo à noite. Nunca imaginei que pudesse voltar a acontecer, muito menos na noite antes do meu aniversário. Ontem, ao regressarmos, após duas horas de ausencia de casa, deparámo-nos com as luzes todas acesas no interior. Fiquei petrificada. Mal abrimos a porta verificamos que o portátil tinha desaparecido e que a porta das traseiras estava aberta. :( O pior foi subir ao andar de cima e ver o nosso quarto competamente devassado. Senti-me frágil. Muito. Exposta. Arrepiada. Todas as gavetas tinha sido tiradas dos móveis, toda a roupa espalhada, caixas, recordações, tudo no chão, arremessado na cama, molduras retiradas das paredes. Depois dei conta da falta da minha máquina fotográfica e dos óculos de sol do meu marido. Até o perfume dele levaram, que estava cheio. Esta manhã ainda demos por falta da máquina de filmar. Enfim...a polícia tomou conta da ocorrência e neste momento nada podemos fazer a não ser esperar que os culpados sejam identificados. Os meus filhos ficaram muito assustados. 
Fiquei sem vontade para nada no dia do meu aniversário. Custa muito vermos serem-nos retiradas coisas que compramos com sacrifício. Claro que agradeço sempre pela graça infinita que é a vida. E pela família e amigos. 

Encruzilhadas emocionais

3 de junho de 2011

Detesto-as. Mas neste caso, apesar de me estar a custar muito, vou ter de fazer algo. A carta para a sede de agrupamento já está redigida. Para a semana segue por correio registado. A minha vontade era de não levar mais a Diana, pois sinto-me insegura, mas não o fiz ainda porque acho que não tenho de ser eu a deixar de levar a minha filha e sim a educadora a ficar em casa. Hoje a ver se falo com a Coordenadora da escola, para saber o que ela pensa e para a pôr a par do que vou fazer, pois também não quero que ela seja apanhada de surpresa caso a sede, entretanto, peça explicações. Mas é triste. E eu estou um bocado em baixo com isto porque sei que a senhora ficará magoada e entenderá tudo mal mas, se não a quero prejudicar de modo algum, ao mesmo tempo sinto que devo fazer isto, no interesse da minha filha.

Das coisas tristes

18 de março de 2010

Há laços, criados ao longo da vida, que se tornam mais fortes do que os de sangue, ou pelo menos que os igualam.
Fui criada com um grupo de meninas e meninos, todos primos. Eu e a minha irmã, mesmo não sendo da família, antes de nascermos já o éramos. Cresci a chamá-los de primos, os seus pais eram os meus tios e a avó deles era nossa também. E isto não se explica. Cresce connosco cá dentro, com a partilha de anos que nunca mais viveremos, de momentos que foram nossos e de mais ninguém.
Um grupo mais pequeno se formou, de cinco meninas, que por terem idades tão próximas, se tornaram inseparáveis. Tenho o maior orgulho em dizer que me sinto próxima delas até hoje e que, apesar das voltas que a vida deu para cada uma, posso passar o tempo que for sem as ver, que quando as vejo é como se não tivesse passado tempo nenhum. Amo-as como se ama uma irmã. E sei que a minha irmã sente o mesmo. Hoje tinha o coração apertado. Duas delas perderam ontem o pai. Só queria sair do trabalho e abraçar a sua dor. A dor que eu espero que me bata à porta daqui a anos a perder de vista. A dor que filho nenhum quer sentir. 
Dia nenhum é bom para se perder um pai, mas uma ironia amarga, que não imagino, é enterrá-lo no dia 19 de Março.

1932 - 2010

2 de fevereiro de 2010

"E de novo a armadilha dos abraços.
E de novo o enredo das delícias.
O rouco da garganta, os pés descalços
a pele alucinada de carícias.
As preces, os segredos, as risadas
no altar esplendoroso das ofertas.
De novo beijo a beijo as madrugadas
de novo seio a seio as descobertas.
Alcandorada no teu corpo imenso
teço um colar de gritos e silêncios
a ecoar no som dos precipícios.
E tudo o que me dás eu te devolvo.
E fazemos de novo, sempre novo
o amor total dos deuses e dos bichos."
 
Rosa Lobato Faria

Custa-me sempre tanto, tanto, dizer adeus

11 de setembro de 2009

Nem que seja só um bocadinho, porque no fundo vou continuar a ver aquelas caras, daquelas pessoas que tanto deram ao meu filho. Mas ele já lá não vai estar, a ser acarinhado por aquelas mãos. A L. hoje esforçou-se nítidamente para controlar as lágrimas, quando me dizia:
- a mãe diga-lhes que ele se perde nos pensamentos à hora de almoço e se esquece de levar a colher à boca, que têm de estar sempre em cima dele.
E eu engoli as minhas, para as chorar agora que estou aqui a escrever e a soltar a minha angustiazinha. A L. fica-me no coração. A L. foi o regaço que o acolheu aos 2 anos e 9 meses, altura em que saiu debaixo das minhas asas pela primeira vez. Será sempre especial para mim.
Fica a certeza de que foi ali muito feliz e que deixa imensas saudades a toda a gente que lidou com ele. E eu só desejo que ele seja tão bem tratado na escola para onde vai como o foi ali. Só.
E sou mariquinhas. Sou....

Da vida

20 de agosto de 2009

Ontem recebemos a notícia do falecimento de um ex colega do meu marido. 34 anos. Um filho de 7 anos. Ficámos em choque. Num dia estava bem, no outro caiu para o chão inanimado. E por um momento lembramo-nos que a vida que nos deram sem escolhermos, também se pode ir da mesma forma, sem que possamos escolher o dia, a hora...que isto é tudo aleatório, que nada nos pertence, que este sangue que nos corre nas veias pode parar o seu curso num abrir e fechar de olhos.
Chega-se a uma certa idade em que não dá para pensar que somos de ferro e que nada nos atinge. Porque as coisas não acontecem só aos outros. Que a vida não é só isto, ou seria tudo muito injusto. Quando se têm crenças, como eu tenho, sofre-se um bocadinho por pensarmos que quem amamos não reflecte no futuro como nós, e que não anseia pelo mesmo que nós. E os dias correm num tal frenesim que, só em situações como esta, percebemos o quão triste é não ansiarmos pelo mesmo, como um todo. Mas isso eu já sabia quando me casei...e agora só me resta confiar e esperar, porque a esperança é o que nos move, o que nos anima, o que nos ampara.

Últimamente tudo me acontece

6 de agosto de 2009

Esta madrugada vivemos momentos de verdadeiro medo.
Eu deitei-me eram 23h mas nunca preguei olho, devido às dores de garganta. Pouco antes da uma da manhã, lembrei-me que não tinha posto os lençóis da miúda a secar e que ela precisava deles de manhã.
Lá desci ao r/c e pus a máquina a funcionar. Temos uma porta de correr que separa a sala da cozinha. Fecho-a sempre, para que não se ouça o barulho das máquinas lá em cima nos quartos, e desta vez não foi excepção.
Perto das 3 da manhã, e como nunca adormeci realmente, comecei, do nada, a ouvir a máquina a trabalhar, coisa que só seria possível se abrissem a porta. Eu tinha a certeza absoluta que a tinha fechado. O meu coração disparou. Ouvi passos no andar de baixo e barulhos de quem remexia nas coisas. Acordei o meu marido, que pensou que eu estivesse louca. Lá se levantou, e eu gritei-lhe que acendesse a luz e foi aí que a pessoa fez um movimento mais rápido e ele ouviu e gritou-lhe impropérios ao mesmo tempo que produzia sons, como quem descia as escadas a correr.
A pessoa fugiu e ele arriscou a descer, eu fui logo atrás. Teve receio que estivesse armado ou que fosse mais do que um. Por isso tentou assustar para ver se afugentava quem quer que estivesse lá em baixo.
Senti-me verdadeiramente indefesa.
Nunca mais serei a mesma descontraída de sempre.
Já não estava lá ninguém. Mas a sala tinha sido remexida. O portátil já estava desligado da ficha, a carteira toda aberta, os nossos telemóveis tinham desaparecido, mas...a pessoa em questão, com a pressa de fugir, deixou o seu telemóvel para trás, mesmo em cima do sofá.
Reconheci o rosto que estava no visor. Um miúdo lá da rua, com quem o meu filho até costuma brincar. Era o telemóvel do pai. Tive a certeza disso. É toxicodependente. Ligámos para a polícia.
Os miúdos, com toda aquela algazarra acordaram. A Diana ficou agitada até de manhã.
Eu acho que nunca mais vou esquecer aquela sensação de invasão e medo. Inacreditavelmente, ontem esquecemo-nos de trancar a porta das traseiras e foi por aí que ele entrou.
Agora resta-me acreditar que ele vai ser apanhado e preso. Soubemos depois, pelos agentes, que tinha tentado assaltar mais uma casa antes de entrar na nossa.

Directamente do litoral alentejano

9 de julho de 2009

Só para matar o bichinho e dizer que estamos a gostar imenso.
O parque de campismo é tudo o que esperávamos. Os miúdos adaptaram-se lindamente e têm espírito para a coisa. A praia é fabulosa. Acho que iremos voltar mais vezes.
Infelizmente, e para ensombrar as nossas férias, tivémos que fazer uma viagem relâmpago a casa, apenas por algumas horas, de modo a que eu pudesse assistir ao último adeus à minha última avó, que faleceu horas depois de eu ter chegado cá abaixo.
(o que vale os miúdos ajudam a desanuviar e, muito embora este acontecimento triste vá ficar ligado a estas férias, a vida continua...já não tenho avós vivos...enfim...)
Voltamos na 2ª feira!!!

- Mãe, o que vais fazer?

9 de maio de 2009

-Vou dizer adeus à tia, filho.
-Ela morreu porquê?
-Porque estava muito doente.
-Doente do quê?
...
E as perguntas sucederam-se... fui respondendo o melhor que pude. Sempre com a verdade, mas com palavras leves que ele pudesse entender.

Foi muito triste. Por tudo. Pela situação toda que rodeou os últimos anos da minha tia, pelo ambiente que a presença cínica da minha prima causou em quase todos. Pela minha afilhada que, pela primeira vez, desabou em lágrimas no momento em que fecharam o caixão. Julgo que foi quando percebeu que não havia volta a dar. Tinha acabado. 12 anos...queria guardá-la daquilo tudo. Mas a vida é assim, muito injusta às vezes.
Esteve sempre a chover, um céu negro. Trovejou...
O tempo estava zangado, como nós.

Fui ao hospital

3 de maio de 2009

Ali estive, quase uma hora com as miúdas...na sala de espera. A alegria delas contrastava com o meu pesar interior, mas consegui manter-me forte, dar sorrisos e fingir que estava tudo bem.
A minha afilhada tem uma coisa boa, típico de adolescente, nunca lhe falta assunto. Falou, falou e ajudou a que não houvessem aqueles minutos incómodos em que o silêncio fere.
Percebi que não gosta que a mãe apareça lá em casa, pelas palavras amargas que, do alto dos seus 12 anos, proferiu: - não faz nada de jeito, mais valia não vir...
Falou-me da escola, da viagem ao Zoomarine que se aproxima: - eu sei que agora estamos mal de dinheiro, mas o avô já me disse que posso ir...
É assim, crescer à força, aprender o que se tem que aprender, mas a mim doeu-me, aquele banho de realidade. Vivo demasiado para a minha bolha...tenho que sair muito mais de mim, dar...
- hoje fiz uma canja para o almoço, daquelas da Knorr, mas fica muito saborosa! e o avô fez amêijoas, comi taaaaanto...
Perante o facto incontornável de que não a deixariam ver a avó a B. (irmã mais nova - 4 anos) protestou:
- quero ir lá dar um beijo à avozinha, hoje é dia da mãe...
E eu engoli as lágrimas, para não deixar cair a máscara.
Não as contive mais tarde, após sair do quarto.
Ninguém deveria ter de sofrer assim...ninguém. Está toda ligada às máquinas, tubos por todo o lado, geme de cada vez que inspira.
- Tudo me pesa...ainda conseguiu dizer-me...
E eu saí minúscula, dormente, com as lágrimas que consegui chorar.

Esta manhã fiquei paralizada

2 de maio de 2009

A avó da minha afilhada, tia da minha mãe, está a morrer. Assim, de uma hora para a outra. A minha garganta secou, o coração acelerou. Acho que ainda não quero acreditar...
Falei com o meu tio há pouco, e a força interior dele esmagou-me.
- já não tenho mais lágrimas para chorar...de ontem para hoje ela começou visivelmente a desaparecer...tenho que levar isto para a frente, vamos ultrapassar isto...
Vai ser só ele e as netas daqui para a frente. A médica falou de uma esperança máxima de 15 dias, mas podem ser só 3 ou 4...o cancro tomou conta do corpo dela.
A morte desfaz-me, ultrapassa-me.
Penso na minha afilhada, com 12 anos, que tem uma mãe que nunca quis saber nada dela, a ver a avó, a única que sempre esteve ali para o que desse e viesse, a ir-se. Tivesse eu dinheiro e mais um quarto e traria mais vezes a menina para minha casa. O que dizer a uma miúda que sabe que a sua avó/mãe vai morrer? Até eu estou atordoada!!!
Triste...tão, tão triste...

Aflige-me tanto esta ignorânciazinha de quem está em posição de fazer alguma coisa

6 de abril de 2009

Não tem desculpa.
Antes alarmar as pessoas por algo que pode ou não acontecer, do que ignorar um aviso de alguém com conhecimento de causa.
Agora pesam-lhe estas mortes todas na consciência que é muito melhor (se bem que deve estar a lixar-se para isso, acaba por se resumir tudo a estatísticas). Agora alarmar as pessoas é que não! Coitadinhas. Antes morrer que ficar alarmado.

Do que se tem passado

6 de outubro de 2007

Fomos ao casamento, foi bonito. A Diana não estava a 100%. Fez febre durante a tarde e tive que lhe dar Ben U Ron antes de irmos.
Ela estava muito constipada (assim como todos na família, eu inclusivé).
Correu tudo bem. Ontem lá nos fomos despedir da avó...custa sempre. Mas sei que ela agora está em descanso. Acabaram as dores. É sempre triste ir a um cemitério. Já passou.
Logo a seguir fomos com a filhota às urgências do SAP. Ela tinha passado mal a noite e notei-lhe grandes dificuldades a respirar. Fiquei logo com o fantasma da bronquiolite a pairar no ar e preferi não arriscar.
Não era assim tão grave mas não nos escapámos ao antibiótico (o 1º) e ao Maxilase. Claro que, a máquina dos aerossóis também já foi desarrumada.
Hoje aproveitámos o dia de sol para, ao final da tarde irmos ver os patos e deixar o Gabriel andar de triciclo um pouco mais à vontade.


Da minha (falta de) sorte

3 de outubro de 2007

Deus deve achar que eu tenho uma medida de paciência bem cheia. Porque estas provações só podem ser uma forma de refinar o meu modo de ser. Eu tenho um ego forte, mas hoje senti-me humilhada e desconsiderada.
O pior de tudo é eu só conseguir organizar as minhas emoções em palavras depois das coisas terem passado. Fica tudo a borbulhar dentro do peito como um vulcão prestes a explodir. Mas como já não faz sentido, desabo sozinha.
Ontem marcaram e desmarcaram a entrevista 3 vezes. Eu sempre a dançar conforme a música deles. Até parecia que não tinha vida...como preciso, disse que sim a tudo. A hora final acordada foi as 12:45. (que raio de hora, não é?)
Infelizmente, cheguei 15 minutos atrasada (eu que odeio atrasos e que até prefiro chegar antes da hora). Perdi o barco por segundos...e depois foi uma bola de neve.
Cheguei lá e depois de 1 minuto a recepcionista informou-me que devido ao meu atraso já não me iam receber. -O Sr. Dr. está de saída para almoço.
Ora, deixem ver se eu percebi bem. Atrasos acontecem. Quem anda de transportes sujeita-se a isso. É comum. Foi só um quarto de hora. Se a hora de almoço do senhor era às 13h porque carga de água me marcaram para 15 minutos antes?
Se tinham mais gente para entrevistar do que horas no dia, porque não repartiram por 2 dias?
Senti-me do tamanho duma ervilha. Desprezada e desconsiderada. Fui a voar. Corri escadas no metro. Corri para o barco. Cheguei lá com os bofos de fora...perdi a manhã.
- Se quiser venha às 18:30, sem compromisso. (eram 13h, e eu não moro em Lisboa)
Pois que para bom entendedor meia palavra basta. Eu era só mais uma. E a mensagem era, se quiser vir, venha, se não quiser, a nós tanto se nos dá.
Como se tivesse sido eu que tivesse impingido a minha ida até lá. Que eu soubesse fui lá chamada por eles.
Estou enervada. Senti-me reles.

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