Mostrar mensagens com a etiqueta afectos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta afectos. Mostrar todas as mensagens

Parabéns mana!!

15 de outubro de 2009

O bebé está bem e a minha mana hoje é pequenina. Já lá vão 29 anos!!
Que continuemos a partilhar as nossas vidas uma com a outra.
Love you sis!!

Fall

20 de setembro de 2009

Amanhã começa o Outono. Mais uma segunda feira. O meu miúdo tem os joelhos todos esfolados, mas aguenta estoicamente, porque jogador da bola à séria não se queixa dessas coisas. Andou toda a tarde com o equipamento da equipa do coração e chama-me muitas vezes para me mostrar os "truques" que já sabe fazer com a bola.
Lentamente sinto-o descomprimir. Na sexta feira, finalmente, deixou escapar muitas coisas em relação à escola nova. Que jogou ao jogo do lenço e do telefone estragado, que assistiu à inauguração da biblioteca, no ginásio, onde estavam muitos meninos, todos os que havia na escola.
- sabes mãe, uma biblioteca é um sítio onde há muitos livros.
Foi buscar a irmã à escola antiga mas recusou-se a sair do carro. Ele é assim. Cheio de sentimentalismos. Receou que a tristeza o invadisse ou que não soubesse o que dizer. Mas o T. perguntou por ele, com aqueles olhos grandes e levei-o até ao carro, para que dessem um aperto de mão. Como foi a saudade a ir ter com ele, lá ficou com os olhos brilhantes a explicar ao T. que a escola dele era para meninos crescidos e que tinha uma biblioteca e tudo. No fundo, o nosso coração é maior do que o sabemos e há sempre espaço para mais.

Das nossas viagens matutinas

16 de setembro de 2009

Se antes lutavamos por ter momentos breves de silêncio, agora estranhamos a ausência de ruído. Ela, que acorda sempre eléctrica e que ia no carro a espicaçar o irmão, a cantar ou a fazer todo o tipo de perguntas que ninguém quer responder aquela hora, vai a olhar pela janela, calada que nem um rato, porque o mano já não está, então já não dá pica fazer estrilho...tadica...

Feliz! Feliz! Feliz!

10 de setembro de 2009

As saudades de um bebé pequenino são muitas. E hoje soube que vou ser tia novamente. Depois de muitas peripécias, tristezas e sofrimento, a minha irmã vai ser mãe novamente e a Luna vai ter o bebé que já pede há tanto tempo.
Não estou grávida, mas.......é quase como se estivesse. Vou ser uma irmã muito chata :)

Da vida

20 de agosto de 2009

Ontem recebemos a notícia do falecimento de um ex colega do meu marido. 34 anos. Um filho de 7 anos. Ficámos em choque. Num dia estava bem, no outro caiu para o chão inanimado. E por um momento lembramo-nos que a vida que nos deram sem escolhermos, também se pode ir da mesma forma, sem que possamos escolher o dia, a hora...que isto é tudo aleatório, que nada nos pertence, que este sangue que nos corre nas veias pode parar o seu curso num abrir e fechar de olhos.
Chega-se a uma certa idade em que não dá para pensar que somos de ferro e que nada nos atinge. Porque as coisas não acontecem só aos outros. Que a vida não é só isto, ou seria tudo muito injusto. Quando se têm crenças, como eu tenho, sofre-se um bocadinho por pensarmos que quem amamos não reflecte no futuro como nós, e que não anseia pelo mesmo que nós. E os dias correm num tal frenesim que, só em situações como esta, percebemos o quão triste é não ansiarmos pelo mesmo, como um todo. Mas isso eu já sabia quando me casei...e agora só me resta confiar e esperar, porque a esperança é o que nos move, o que nos anima, o que nos ampara.

Vai continuar internada

19 de agosto de 2009

Disseram que está tudo a correr bem, mas que a zona intervencionada está inchada e um pouco roxa, por isso preferem mantê-la lá até terem a certeza de que não vai infectar nem ter outras complicações. Mais um dia no hospital. Logo irei vê-la.

Ansiosa

18 de agosto de 2009

A minha irmã foi submetida a uma microcirurgia hoje. Pensei que fosse tudo rápido e quase indolor, mas afinal foi tudo ao contrário. Esteve desde manhã a soro, à espera que chegasse a vez dela ir para o bloco, o que só aconteceu a meio da tarde. Reagiu mal a um medicamento (náuseas e tonturas) que lhe foi dado a par da anestesia, que penso ter sido local, e à pouco, perguntando ao meu cunhado se ela estava animada, disse-me que não, que estava bastante queixosa com as dores...humpf! Fico mesmo desconsolada com estas coisas. Eu aqui bem da vida e sabê-la no hospital, sem sequer ter acesso ao seu telemóvel, a noite toda...

Da minha afilhada

12 de junho de 2009

Confunde-me, entristece-me, até me revolta, pensar que tanto mãe como pai não se preocupam com ela (e irmãs). Como é que deitam a cabeça na almofada, todas as noites, sem pensar sequer se comeram bem, se estão doentes, se precisam de um carinho...
Aos 12 anos não ter ninguém que olhe por nós é do mais triste que há. Principalmente porque já temos a noção da realidade.
O meu tio faz o seu melhor, mas também não se consegue desdobrar em dois e a idade já não lhe permite a elasticidade mental que implica acompanhar uma pré adolescente.
Dei-lhe muito carinho nestes dois dias. Sei que gostou e se sentiu bem connosco, porque ontem pediu para ficar mais tempo. Não pude aceder, porque o meu tio disse que era importante ela hoje ir à escola e não quero, de forma alguma, interferir.
Percebi que está numa escola algo problemática (se é que isso existe hoje em dia...começo a concluir que são todas), cultura do hip-hop abunda, alguma delinquência e acima de tudo muitos jovens sem valores e educação, por virem de famílias igualmente desestruturadas.
Penso que nesta idade é normal cair-se em certas experiências, mas quando são crianças sem rede de apoio por trás e com uma dose pequena de auto estima, aquilo que seria apenas uma experiência acaba por ser uma escolha que influencia toda uma vida.
É só isso que não quero para ela.
Li-lhe a amargura e a desilusão nas palavras quando disse:
- quando for grande não quero ter filhos. quero uma casa minha, talvez um cão ou um gato...e chega.
No entanto disse que gostava de ser pediatra ou veterinária.
Torço tanto para que a vida lhe conceda estes desejos , já que em tantos outros planos não foi generosa com ela.
Vou fazer de tudo para a ter cá outras vezes. Sempre que puder.

Correu de forma muito pacífica

12 de maio de 2009

Eles gostaram, apesar de o Gabriel ter tido medo do mini cão que a C. tem. O pobrezito, que não faz mal a uma mosca teve de ficar fechado na cozinha o tempo todo.
Portaram-se muito bem, palavras da C. .
Eu ainda brinquei com ela, perguntando-lhe se ia ter de pagar horas extras... :)
É uma querida e a Diana pôs-se logo a falar em voltar. Uma espaçosa, esta minha filha.
Proudly designed by | MLEKOSHI PLAYGROUND |