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Ontem fizémos 13 anos de casados

9 de setembro de 2015



Fomos até Sintra, à Casa do Fauno e por lá ficámos quase até ao sol se pôr.
Depois rumámos ao Hotel Tivoli e lá jantámos.
Foi bom. Como estes 13 anos. Com dias que não são todos maravilhosos, povoados apenas de palavras bonitas e românticas, como nos filmes, e de gestos nobres em que os temperamentos nunca se chocam. É verdade que é uma viagem, nem sempre a direito, às vezes por terrenos acidentados, mas tem sido bom. E não gostaria de a fazer com mais ninguém.
É a tua pele que me aquece na cama, a tua mão que procuro quando preciso de sentir que não estou sozinha nisto, o teu abraço que me conforta. Continuas a ser tu.
Não estou apaixonada por ti como quando me faltava o ar se não te via um dia inteiro, ou quando me batia o coração descompassado se os nossos olhares se cruzavam. Mas isto não é uma coisa má.
Cresceu, o nosso amor. Conhecemos os nossos defeitos, as nossas qualidades. Construímos uma família. Partilhamos dois filhos e todos os desafios que isso encerra. Já vivemos despedimentos, ansiedades, chatices, doenças, alegrias, muitos natais e aniversários, etapas no desenvolvimento dos nossos filhos. 
Temos uma história. A nossa história, que em si nada encerra de extraordinário, mas que é única.
Os meus verdes anos são teus e os teus são meus. 
Prossigo para o futuro, certa de que quero continuar a dar-te os anos todos que ainda me faltam.
No dia anterior a Diana, com a doçura que sempre a caracteriza, entregou-nos esta mensagem. ♥

Entre os corações que tenho tatuados, de você eu lembro mais...

15 de fevereiro de 2012




Há 16 anos, eu tinha exactamente 16 anos e foi a dia 16 de Fevereiro que nos ligámos para sempre. 
É quase uma vida, pois éramos dois miúdos. Os dias não são sempre fáceis, somos tão diferentes...mas o certo é que há toda uma história que liga cada pedaço do nosso passado até aos dias de hoje. É isso que é o amor. E sempre que no fim de uma fase pior o que restar for este sentimento de pertença, de singularidade. Enquanto for a tua presença que me torna um todo, coerente, completo, centrado, seguro. Sempre que o teu beijo, o calor do teu abraço, o teu cheiro for tudo o que preciso para saber que vale a pena, seguimos para o que o futuro nos reserva.

Can't buy me love...

22 de janeiro de 2012

E não. Há estes que nascem connosco.


A harmonia foi restaurada no reino das primas princesas. 
As saudades agora matam-se de semana a semana.

Amor de irmã

18 de janeiro de 2012

Uma das características que mais aprecio na minha filha é a sua generosidade para com o irmão, em todas as vertentes que esta pode ter. Seja defendendo-o em algum momento de crise ou partilhando o que tem com ele.  Hoje, como todos os dias após o jantar, o Gabriel quis um chocolate. Foi ao frigorífico e tirou dois quadradinhos. Passados alguns minutos, a irmã chegou à sala com dois filipinos na mão. Ele ficou super frustrado, porque não os tinha visto e lamentou-se por ninguém ter avisado de que havia, birrinha parva e tal. Eu disse-lhe que já tinha comido o seu doce e que não ia comer mais nada.
Pois a irmã comeu apenas um filipino e deu-lhe o outro. 

Reencontros

8 de janeiro de 2012

Ontem, finalmente, depois de todas as peripécias que envolveram o regresso dos tios do Brasil, pudemos abraçá-los a todos de novo. As saudades eram muitas e foi lindo de ver a emoção das duas primas quando se abraçaram. Estiveram uns bons dois minutos agarradas uma à outra. O João não quis ninguém, só foi ao colo do tio mais novo, mas depressa perdeu a timidez inicial. Já fala imenso, uma delícia. 
Completos outra vez. :)

Aos 32 posso dizer que tenho uns Merrel

29 de dezembro de 2011

Os meus velhinhos Nike, com quase 10 anos de uso, foram para a reforma. 
Agora passam a servir para a "guerra" (acampamentos).
Escolhidos e oferecidos pelo marido, ainda tem mais valor, já que presentes surpresa da parte dele é coisa raríssima (normalmente leva-me para eu escolher...não sabe ao mesmo).




Going to bed

13 de dezembro de 2011


E fingir que a cama não está assim tão vazia, enquanto tento aquecer os pés e adormecer.
[e pensar que quando casei achava que a cama era pequena demais para dois...]

Pode-se morrer de saudades?

6 de dezembro de 2011

A minha filha está mesmo deprimida com a falta da prima.
 Todos os dias fala nela e em como gostava que ela voltasse logo.


9 anos depois II

8 de setembro de 2011

Jantámos a 4, pela primeira vez em 9 anos. Eles gostaram. A minha filha acabou a noite a dizer que tinha vontade de chorar quando pensava no Elvis, porque gostava muito dele e perguntou se podíamos ir aos Estados Unidos ver o sítio onde ele está.
Comemos, cantámos (havia música ao vivo), foi muito giro. Adorei o espaço, a decoração, as fatiotas dos empregados, tudo.
No fim ainda recebi um miminho doce do meu marido. E que bem que sabem estes gestos. Eu não sou de pedir muito e quando é inesperado, sabe ainda melhor.
O melhor de tudo é que ganha pontos comigo e com a filha, que se derreteu toda:
- ó mãe, chocolates de amor!!! o pai é um querido para ti! (e toca de abraçar o pai)

9 anos depois

8 de setembro de 2011

E o casamento continua a ser para o resto das nossas vidas. Fazemos por isso todos os dias. Nos bons e nos maus momentos. 
Love You dearly!

Teasing her...loving her...

24 de agosto de 2011


Gosto de a provocar, porque ela ignora, aguenta estoicamente o riso e personifica o total desprezo. Mas há aquele momento, em que os músculos descontraem tanto que ela cede, sorri e solta a tão esperada gargalhada.
E por breves fracções de segundo, dou-me conta de que está tão crescida, tão menina, quase nada bebé.
Quase 5 anos...

Uma questão de amor

11 de maio de 2011

Esqueço-me de beber água, quase tanto como me esqueço de comer fruta. É péssimo, eu sei. Mesmo assim continua a ser recorrente. 
É raro o dia em que o meu marido chega a casa e em que não me dá sermões acerca do tema, e-que-vou-morrer-cedo e outros argumentos que tais.
Nada muda em mim. Continuo a esquecer-me. 
Hoje encontrei isto na cozinha, depois de ter ido levar os miúdos à escola.
Adivinhem quem vai comer laranja hoje?

Sou uma romântica inveterada

29 de abril de 2011


Foi hoje o casamento real. Gostei das árvores que a princesa pediu para decorar a Abadia, gostei dos olhares ternos do príncipe. O coro de crianças foi um momento sublime.


Gosto de os ver juntos, pronto.


E lembrei-me dela. Muito. Do orgulho e felicidade que sentiria e de como a festa brilharia ainda mais se ela estivesse ali presente.
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