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Tala fora

9 de maio de 2017

Mas a verdade é que o dedo ficou torto. O médico diz que vai ao lugar...aguardemos.
Tem dificuldade em dobrar a articulação, mas pode ser da imobilização. Foram 3 semanas e uns pós sem mexer, por isso acredito que daqui a uns dias a realidade seja diferente, para melhor.

Aquela altura do ano

4 de outubro de 2016

Não sei como é que é com vocês, mas aqui em casa, de estação para estação, há muita roupa que deixa de servir. Sapatos então, nem se fala...
As aulas já começaram, o Outono está a instalar-se. Não tarda há que começar a arrumar as t-shirts e as sandálias e dar lugar a roupas mais quentinhas.
A convite da C&A, pela primeira vez, deixei-a (sob censura, claro!) escolher um look para ela e para o irmão (que dispensou o nosso périplo ao shopping). O que não estávamos à espera era de calhar estarem a fazer 20% de desconto em toda a roupa de criança. O que não faltava era escolha. Apaixonou-se por estas botas e pelo colete de pêlo.
{treggings de ganga + botas com franjas de camurça + blusa com aplicação de lantejoulas + colete de pêlo}
Senhor D. Gabriel, que pouco se presta a fotos por esta altura, acedeu a estas duas com muito esforço. Escolhemos o que sabemos que ele gosta mais. Camisas aos quadrados e sweatshirts com capuz. 
Não percebo rigorosamente nada de moda, mas gosto de roupa e quando tenho de escolher há três fatores que são importantes para mim: variedade; conforto; preço.
O Gabriel gostou particularmente destas calças pretas porque parecem de ganga (têm um corte slim, mas são extensíveis) e o cós é elástico (nada de botões), estilo fato de treino. 
{leggings pretas + camisola de linha com capuz}


Ainda falta muita coisa, mas na C&A começamos com o pé direito. Pré-adolescentes felizes, mãe feliz. ♥

Um dia destes pegam no carro e vão à vida deles

28 de setembro de 2016

Hoje liguei para os miúdos à hora de almoço.
O costume: - então, já comeram? arrumaram os pratos sujos? espero bem que não tenham comido na sala...etc, etc...
Do outro lado: - sim, acabámos ainda há bocado. Agora estamos a comer gelado. 
- gelado? mas não há gelado em casa...
- nós fomos ao café comprar.
- com que dinheiro?
- com o dinheiro que temos no mealheiro.

Não pode ser só cascar

20 de setembro de 2016

4 dias de novas rotinas. Rotinas essas que exigem deles mais autonomia e independência, ou seja, mais responsabilidade. Correndo o risco de estar a cantar de galo antes da hora, só tenho uma palavra para os meus filhos: orgulho. 

Maravilhoso mundo da culinária

1 de abril de 2016

Lição Básica Nº 1: Ovos Mexidos 

Se há coisa que desenrasque a malta num aperto gastronómico é um ovo (mexido, estrelado, escalfado, cozido, you name it).
Seguindo esta ordem de ideias ontem o Gabriel foi iniciado na arte de fazer ovos mexidos, porque cozidos já sabe e estrelados ainda é cedo (eu própria às vezes ainda estatelo alguns e não raras vezes me saltam micro salpicos de azeite a ferver para os olhos, pelo que, o meu coração de mãe ainda não aguenta o risco).


Prova superada.

Das tecnologias (versão feminina)

1 de fevereiro de 2016

Fica aqui devidamente registado que dar um telefone a um rapaz não é a mesma coisa que dá-lo a uma rapariga. 
É isso mesmo. A Diana registou-se com sucesso no whatsapp e agora, durante o dia, eu na sala e ela no quarto, manda-me mensagens como: mãe, és fofinha. E muitos, mas mesmo muitos, emojis.
(versão masculina aqui e aqui)

A crescer...

29 de janeiro de 2016

A Diana disse-me ontem que quer ser escritora de histórias para crianças, talvez poeta ("sabes, mãe, a minha professora diz que eu tenho jeito para fazer rimas") ou professora.
Há 2 meses queria ser cantora, portanto não posso dizer que desgosto da evolução. ☺
Respondi-lhe que tinha de estudar e ser aplicada. Tirar um curso de línguas.
- não tem matemática, pois não, mãe?
Onde é que eu já ouvi isto...a história repete-se.

Sabemos que a pré-adolescência se instalou de vez...

19 de janeiro de 2016

...quando o nosso filho de onze anos acorda dez minutos mais cedo que o normal para lhe enrolarmos a poupa para trás com a prancha.

Manhãs difíceis (dias difíceis)

25 de novembro de 2015

Estou com uma dor tão grande no pescoço (assim a apanhar a omoplata e o ombro, conversa de velha, mas enfim) que me proporcionou uma noite daquelas para esquecer.
Devo ter olheiras daqui até à lua. 
Levantei-me, preparei o lanche da Diana, cozi massa e brócolos para o almoço do Gabriel, que tem a tarde livre e almoça em casa, tomei o meu pequeno-almoço. 
Ao inspeccionar a mochila dela, reparo que a caderneta do aluno nunca foi preenchida (shame on me!) e, em parcos minutos, dedico-me a preencher pelo menos a primeira folha, com os dados essenciais de contacto.
A seguir faço a inspeção à mochila dele. Fichas e testes machucados no meio dos cadernos e livros, quando tem uma capa para os arrumar, evitando que pareçam ter sido achados no lixo. Um sumo e uma barra de cereais que não comeu no dia anterior, apesar das minhas ordens constantes para comer tudo o que mando. Mais uma vez, num dia em que entra às 8h20 e sai às 17h00, esteve o dia inteiro apenas com uma sandes.
Deparo-me com um recado no caderno de português, com data de 20 de novembro (de há cinco dias, portanto) em que a professora informa que ele levou falta de material porque não tinha consigo a caderneta do aluno e que falhou em apresentar o Relatório de Leitura do livro que lhe foi pedido que escolhesse ler para este projeto (logo no início do ano letivo), relatório este que contaria para avaliação. Contaria....
A semana passada já tinha recebido um telefonema da DT, pedindo-me que andasse mais em cima dele. Teve negativa no teste de Inglês e nem se deu ao trabalho de me dizer que a DT tinha marcado uma reunião comigo para me ser entregue o plano de recuperação, elaborado pelo prof da disciplina. Reunião essa a que não compareci, porque ele nunca falou nela. Que dias antes, quando inquirido sobre um trabalho de casa, respondeu que tinha feito, mas depois ao fazer a correção na aula ela se apercebeu que ele estava a responder às coisas na hora e não tinha nada escrito. Quando o confrontei, já em casa, respondeu que se tinha esquecido de colocar o caderno na mochila, mas que o trabalho estava feito. 
Fui acordá-lo. Falei com ele. Mostrei-me triste e desiludida. Zangada até. Afinal, tínhamos tido uma conversa séria há poucos dias sobre o seu desinteresse na escola. Exigimos mudanças. Mais empenho. E hoje isto.
Saí e quando liguei à Diana ela disse-me que as coisas tinham corrido mal com o pai, depois de eu sair.
Esteve 25 minutos enfiado no quarto. Levantou-se a 5 minutos de sairem. O pai já fervia em brasa. Claro. Disse que adormeceu. 
E eu pergunto. Depois de levar um sermão, deita-se e adormece (já vestido) sabendo que o pai estava à espera que ele descesse para tomar o pequeno-almoço e despachar-se? Sabendo que ia ter português ao primeiro tempo (a tal disciplina em que estava em falta com o relatório)? Sabendo que ia atrasar tudo e piorar a vidinha dele, que já não estava famosa?
Ele é um miúdo que comunica muito pouco em casa. Sempre foi de poucas falas. Quando pergunto como correu o dia é monossilábico nas respostas. Sinto que não o conheço e que não sei o que se passa na sua cabeça, quais as suas emoções, porque é que é tão "deixa andar".
Faltam 8 dias para o seu 11º aniversário. Será isto o princípio das dores?

Não lerás as sms do teu filho...

29 de setembro de 2014

Porque a ignorância às vezes é uma ilusão bonita, mas a tentação é maior.
Eles são, verdadeiramente, outros quando estão fora da nossa alçada.
Uns mais outros menos, mas acho que se passa com todos os miúdos, não é só com o meu.
Este é um choque para os pais. Estou a falar por mim, e não falo de choque, de uma forma dramática, mas no sentido de um acordar para a realidade. Aquele baque. Imaginamos os nossos meninos queridos de uma maneira e depois percebemos que afinal até são mais confiantes e extrovertidos do que demonstram. Ou o contrário, que também acontece.
Tenho um D. Juan em casa e não sabia. 
Enquanto isso não interferir com o seu aproveitamento, a minha boca será um túmulo.


Quase 10 anos...

26 de setembro de 2014

Ontem, o mais velho pediu-me para ir ao youtube descarregar algumas músicas para o seu telemóvel. 
No meio de várias, que fomos seleccionando, diz-me:
- manda-me esta, que as miúdas gostam.

Consulta dos 8 anos

16 de janeiro de 2013

Lembro-me da primeira vez que tive o livrinho azul na mão, na maternidade. De folhear as suas páginas e de as imaginar preenchidas, de o imaginar a crescer naqueles gráficos, de considerar todos aqueles parâmetros de desenvolvimento que apontavam para cada etapa que ele ainda não tinha passado. Tão pequeno e frágil, aquele pedacinho de carne quentinha deitado ao meu lado, que nem gordura tinha o suficiente para encher a pele dos braços e das pernas. 
Lembro-me de me interrogar se ia conseguir dar conta do recado. De sentir a irreversibilidade disto que é ser mãe pela primeira vez. De me sentir pequena para tanto, mas ao mesmo tempo tão capaz. Era meu. Ia protegê-lo, alimentá-lo, aquecê-lo, mimá-lo, repreendê-lo, fazer dele um homem bom.
Animo-me com aquilo que ele tem feito com o que lhe damos. Nuns dias mais do que noutros. Mas a vida é assim mesmo. 

Isto tudo para dizer que a criatura que nasceu com 3.170Kg e 48.5cm, já mede 1.30m e pesa 24Kg. Recebeu elogios pela autonomia e pelos gostos alimentares saudáveis. Teve recomendações para escovar muito bem os dentes, sem os pais terem de o intimar à bruta e começar a usar o fio dental. De corrigir a postura à mesa, seja para comer ou para escrever, porque a coluna está meio desalinhada, nada de preocupante...ainda. Recomendações de ler. Faz bem à cabeça, aos olhos, à imaginação, ao português. 
E volto a dizer que gosto muito da minha (nossa) médica de família. E que, por causa dela, só posso dizer coisas boas do SNS. Afinal de contas, as instituições não são as paredes, são as pessoas. 

Tarde a fazer bolos

2 de dezembro de 2012



Foi um enorme sacrifício que fiz hoje, pelo meu querido filho. Acordei com um jeito no pescoço. Ao longo da manhã as dores foram intensificando e por volta da hora em que me dediquei aos bolos estava já no auge do insuportável. Estou quase entrevada. A cabeça parece pesar-me toneladas em cima dos ombros. Como sempre, estas chatices têm um timing perfeito. 
Mas está feito. Por nada neste mundo falharia ao meu rapaz.
Os cupcakes seguem amanhã de manhã para a escola, onde os coleguinhas lhe cantarão os parabéns e o bolo é para partilhar com a família pós o jantar.

Estimular a independência dos meus filhos

16 de novembro de 2012

Não é uma boa medida anti-crise.
Gasta-se muito mais água e gás desde que as criaturas tomam banho sozinhas. 
[e de repente...lembro-me do meu pai com os nervos em franja a bradar palavras de ordem quando eu tomava banho]

Diz que as matrículas para o 1º ano do 1º ciclo são já Abril

29 de fevereiro de 2012

GLUP!

[e por esta ordem de ideias, quer dizer que em Setembro já terei um filho no 3º ano. MEGA GLUP!]

Leitura

29 de janeiro de 2012

Hoje, enquanto acompanhava os tpc's do mais velho, percebi que ele já lê bastante melhor que no início do ano. É uma coisa banal, mas que enche o coração de uma mãe, ver os nossos pequenos a ganharem aptidões até há tão pouco tempo inexistentes. Já se engasga muito pouco, o mal é querer ler depressa demais e por vezes inventa para arrepiar caminho.

Parabéns, filhote!

3 de dezembro de 2011


Pensar que algumas de vós, que já acompanham o blog desde o início, o conheceram com 6 meses...
Tem sido uma bela viagem, conhecer este meu filho. É infinitamente maior do que eu, este amor. Só peço que Deus lhe conserve esta generosidade, esta compaixão pelos outros, este fantástico sentido de humor  por toda a sua existência.

O tapete mágico [mini conto]

21 de novembro de 2011

Processo criativo: Diana e Gabriel
Escritor: Gabriel
Ilustrações: Diana

Era uma vez uma noiva. Estava a passear e encontrou um homem e depois encontraram uma criança. Estava perdida no meio da floresta. Ela encontrou um casal e foram todos para casa e depois a Dina e o Rogério foram passear. 
Mas a Dina ficou com dores de barriga e foi para casa da tia e deitou-se na cama.
A Dina depois encontrou um tapete mágico e contou à mãe e a mãe foi ver. A mãe disse ao pai e depois comeram bolo e foram para casa no tapete mágico.
 FIM


O meu filho vestiu-se sozinho

20 de novembro de 2011

Ora vejamos: calças de fato de treino azuis escuras, meias às riscas [cinza escuro e claro + roxo], sweat verde e por baixo uma camisola de gola alta de algodão cor de laranja. 

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