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Hoje

10 de outubro de 2007

Finalmente fui a uma entrevista que gostei.
Agora é esperar que a sorte venha ter comigo desta vez.
Waiting...

Da minha (falta de) sorte

3 de outubro de 2007

Deus deve achar que eu tenho uma medida de paciência bem cheia. Porque estas provações só podem ser uma forma de refinar o meu modo de ser. Eu tenho um ego forte, mas hoje senti-me humilhada e desconsiderada.
O pior de tudo é eu só conseguir organizar as minhas emoções em palavras depois das coisas terem passado. Fica tudo a borbulhar dentro do peito como um vulcão prestes a explodir. Mas como já não faz sentido, desabo sozinha.
Ontem marcaram e desmarcaram a entrevista 3 vezes. Eu sempre a dançar conforme a música deles. Até parecia que não tinha vida...como preciso, disse que sim a tudo. A hora final acordada foi as 12:45. (que raio de hora, não é?)
Infelizmente, cheguei 15 minutos atrasada (eu que odeio atrasos e que até prefiro chegar antes da hora). Perdi o barco por segundos...e depois foi uma bola de neve.
Cheguei lá e depois de 1 minuto a recepcionista informou-me que devido ao meu atraso já não me iam receber. -O Sr. Dr. está de saída para almoço.
Ora, deixem ver se eu percebi bem. Atrasos acontecem. Quem anda de transportes sujeita-se a isso. É comum. Foi só um quarto de hora. Se a hora de almoço do senhor era às 13h porque carga de água me marcaram para 15 minutos antes?
Se tinham mais gente para entrevistar do que horas no dia, porque não repartiram por 2 dias?
Senti-me do tamanho duma ervilha. Desprezada e desconsiderada. Fui a voar. Corri escadas no metro. Corri para o barco. Cheguei lá com os bofos de fora...perdi a manhã.
- Se quiser venha às 18:30, sem compromisso. (eram 13h, e eu não moro em Lisboa)
Pois que para bom entendedor meia palavra basta. Eu era só mais uma. E a mensagem era, se quiser vir, venha, se não quiser, a nós tanto se nos dá.
Como se tivesse sido eu que tivesse impingido a minha ida até lá. Que eu soubesse fui lá chamada por eles.
Estou enervada. Senti-me reles.

Mais uma entrevista

2 de outubro de 2007

Amanhã.

e a ginástica para conciliar o horário de chegada dele com a hora da dita e o stress de arranjar onde deixar a miúda...

Desilusão ou Fecho esperado

27 de setembro de 2007

Pois é. Era tudo o que eu queria que não fosse.
Hoje tive a certeza que uma mulher com filhos, se quer um emprego que se faça pagar bem e que seja mínimamente entusiasmante tem de abdicar de ser mãe (já não falo em ser esposa).
Ou melhor. Mais vale é ficar solteirona e desimpedida.
Querem tudo. Que se aposte na carreira, que se esteja disponível, que não hajam entraves.
Entrei no edifício, escuro, super impessoal. Saí no 2º andar e fez-se luz. À minha frente algum entulho de obras. Duas portas. Nenhum letreiro indicativo. Abriu-se a porta. Um escritório to be.
Dois miúdos. Advogados, a começar por si num escritório deles.
Por entre salas sem portas e um corredor vazio lá me sentei numa cadeira em frente a uma secretária com dois portáteis.
Eles, com um ar muito profissional lá me foram pondo questões e fiquei com a impressão que nem sequer tinham estudado o meu currículo antes daquela hora.
Tentei manter sempre um espírito aberto e interessado. Mesmo depois do "ah e tal isto da advocacia tem imprevistos...o horário é até às 18h mas haverá dias em que terá de ficar até mais tarde...e tal os prazos..." ou então na parte em que falaram em formação "ah e tal porque não tem formação específica para dar apoio nesta área...nós patrocinaríamos, claro, mas era em horário pós laboral."
Ou seja, mais horas roubadas ao final do meu dia por sei lá quanto tempo.
Eu até percebo que isto era muito bom para o meu currículo, até imagino que iria gostar das funções.
Mas...(o mas mais importante de todos)...e o principal??? E o tempo com os meus filhos?? Não vou ser mãe nos tempos livres. Já bem basta o ter que trabalhar para viver...
No mínimo, quero ter direito a dar jantar e a deitar os meus filhos todos os dias.
Fiquei triste. Fiquei.
Disseram que me ligavam para a semana, caso passasse à 2ª fase de entrevistas. Não sei se vou querer avançar sabendo o que me espera.
Sou estúpidamente amorfa, será??? Pouca ambição?
Ou será simplesmente um investimento na família e não na carreira que me interessa? Será uma coisa má?

Roupa - check!

26 de setembro de 2007

Esta parte já está tratada. Ontem acabei por ir às compras com a minha irmã, para ver se descobria alguma coisa de jeito para vestir.
Foi logo na 1ª loja e nem gastei muito dinheiro.
Umas calças num tom assim caramelo ou sei lá, super normais e uma blusa rosa velho...
Agora só me falta mesmo um bocadinho de sorte.

Telefonaram

25 de setembro de 2007

Como prometido.
Na quinta feira tenho entrevista no tal escritório de advogados.
Era bom que fosse uma boa proposta e que eles fossem com a minha cara.

[socorro!!! não tenho roupa nenhuma de jeito!!! o que hei-de vestir???]

Últimas

12 de setembro de 2007

A entrevista ficou em stand-by. Ligaram-me a dizer que tinham tido um imprevisto e que me contactavam para a semana a remarcar nova data.
Espero que liguem mesmo.
O ponto positivo é que assim, entretanto, a Diana recupera da varicela.
Estou um pouco mais leve, um pouco mais feliz. O meu rapaz hoje almoçou. Não quis a sopa mas comeu o 2º prato. Disse que comeu arroz mas não soube especificar se foi com carne ou com peixe. Tenho que pedir ao pai para amanhã perguntar (aliás, se fosse eu a entregá-lo de manhã, era coisa que não me escapava...ver o menú, que está de certeza afixado).
Antes de o deitar para a sesta começou logo a choramingar que não queria ir para a escola... (stress!).
Mas o facto de ter comido lá dá-me a esperança de que, com o tempo, ele há-de aprender a gostar daquelas pessoas e daquele espaço.

Yeeeeeeeesss!!!

11 de setembro de 2007

Entrevista na 5ª feira às 16h.

é o que é, SÓ uma entrevista, mas já me enche de esperança

Entrevista

5 de setembro de 2007

Amanhã às 11:30.
Tudo bem até aqui...mas...
É uma empresa de trabalho temporário. E eu pensei logo. Bolas!! Porque é que não tenho sorte nenhuma??? São os primeiros a dar sinais de vida e logo uma empresa de trabalho temporário!!!
Enfim...vou tentar ir de olhos abertos e não aceitar coisas que me prejudiquem. O mal é mesmo precisarmos. Porque esta gente não quer saber mínimamente de quem está do outro lado.
Vou tentar manter o espírito desbloqueado de ideias pré-concebidas mas os sentidos bem alerta.
Mas que fiquei desanimada, fiquei...

stress imprevisto: acho que não vou à entrevista. é péssimo, eu sei. o pai hoje trouxe o carro da empresa em vez do nosso. um comercial de 2 lugares. tem um serviço bem cedo amanhã. não há forma de ir pôr os miúdos à minha mãe.
estamos a começar bem... :(

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