A bimbar um caldo verde para a janta

5 de maio de 2011

Hoje é sopinha, azeitonas e pão com fiambre de perú e queijo. 
De vez em quando fazemos isto e sabe muito bem.

Gabriel no dentista

3 de maio de 2011

Outra vez, dia 13.  A última foi em Janeiro do ano passado, quando tirou uma ortopantomografia, para avaliar as consequências da queda de um dente, aos 2 anos de idade.
Caiu-lhe apenas um dente de leite, até agora.
O espaço já foi preenchido pelo primeiro definitivo a nascer. Está torto e ainda não cresceu tudo, pelo que é menor do que os que o ladeiam. Sei que esta semana verifiquei que está com uma linha negra na base, junto à gengiva. Será cáries?? Já? Ainda agora nasceu?? E porquê se ele lava os dentes de manhã e à noite?
Depois li isto, aqui.
Pelo sim, pelo não, marquei consulta. Ele e os dentes não têm uma história simpática.
Tinha logo que sair a mim nisto. :(

Hoje quis despachar os banhos

2 de maio de 2011


E, contrariando o que tenho feito, tomaram banho juntos. Eu lavo cabelos enquanto eles se esfregam com a esponja e ainda fizémos uns penteados de brincadeirinha.

Filha em casa

2 de maio de 2011

A educadora teve um colapso nervoso e está internada no hospital, com uma depressão. Não sei pormenores, mas desejo sinceramente que se recupere. Está em final de carreira, já não é nova. Enfim...
A Diana, e outros meninos,  que não têm prolongamento de horário, não ficaram. Não sei se irão colocar uma substituta, por isso já me preparei para o cenário de ela ficar em casa até ao fim do ano lectivo.
Ao fim ao cabo, ela não é das que está pior, pois ainda terá outro ano de pré pela frente. Para as crianças que transitarão, já em Setembro, para o ensino básico é pior.

E pronto, acabou-se o recreio

1 de maio de 2011

Depois de 4 dias, blogue privado outra vez.

Para a minha mãe

1 de maio de 2011

Fiz um bouquet muito doce. 
Porque ela gosta de fruta e de rosas amarelas, fiz cupcakes de baunilha com buttercream de manga.

Não há nada melhor do que sentirmo-nos amadas pelos nossos filhos

1 de maio de 2011

nestas idades bonitas em que estão. 
Ver a palavra mãe, na sua letra primitiva e singular é coisa para me deixar lamechas e sentimental.
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