Eu já tenho a minha contribuição preparada

29 de abril de 2009

Ajudem também.
Podem pôr-se a par do assunto aqui e aqui.
Não custa nada. Um bocadinho a cada um e ajudamos uma família que está a passar por dificuldades.
Deve ser angustiante não termos comer para pôr na boca dos nossos filhos, nem mesmo passando nós mesmos fome. Toca a fortalecer o espírito de comunidade e entreajuda de todas nós!

Quem for da margem sul e arredores e quiser contribuir com géneros alimentícios, roupa ou mesmo donativos, compareçam no Forum Almada este sábado. Podem contactar a Ana, que é quem vai reunir e entregar tudo, através do email anacpg@sapo.pt, para se inteirarem das horas em que ela vai receber as coisas.

Estou melhor, obrigado!

29 de abril de 2009

Não a 100%...mas melhor.
A balança já marca abaixo dos 60Kg...há sempre algo de positivo nestas indisposições.
Brincadeiras à parte, ainda não consigo pensar em comida. Há que aproveitar esta onda para dizer ao meu estômago que a medida certa para se sentir cheio é inferior à que vinha pondo em prática.
As waffers de chocolate vão ter de ficar só para os miúdos.
Dizem que com a idade ficamos mais gulosos, o que no meu caso se comprova. Ontem ia no comboio, a observar uma moça, com um ar muito fresco e saudável, com tudo no sítio, a retirar pedaços de manga de um mini tupperware. Porque é que eu não me sinto satisfeita com frutinha e iogurtinhos?? Porquê?
Croissants ou scones, isso sim...um belo lanche. Mas estou a chegar aos 30...e estas gordurinhas já não me abandonam quando eu quero, como antes. Tenho que me fazer uma mulher antes que seja tarde demais. :)
(ó p'ra mim a sonhar alto!)

Da reunião

28 de abril de 2009

Correu bem. Não vou dizer que fiquei satisfeita a 100%, mas...
Ela mostrou-se disponível. Deixou-me trazer o Projecto Pedagógico do colégio para casa, para analisar e disse-me que está tudo bem com o Gabriel.
Manifestei-me em relação ao facto de achar que ele está muito atrasado nos grafismos. Os desenhos são super rudimentares (os braços, na figura humana, ainda saem da cabeça, não faz pescoço) e isso preocupa-me. Ainda não definiu a lateralidade. Continua a passar a colher ou os lápis de uma mão para a outra enquanto come ou desenha.
Ela desvalorizou tudo. Para ela, avaliando o todo, não existe nada de errado que motive preocupação. Acha simplesmente que ele ainda é muito infantil e precisa de brincar. Segundo ela, os rapazes despertam para as manualidades e para o desenho mais tarde, e que cada criança tem o seu próprio ritmo. Acha que de um momento para o outro ele "dá o salto" e que, muito embora ele faça trabalhos quando assim tem de ser não se deve impôr ou exigir que ele já saiba fazer números e letras, ou mesmo escrever o próprio nome.
Não sei se concordo, mas acabei por me calar e decidi ver como corre até ao fim do ano.

Fim de tarde de cão

28 de abril de 2009

Saí do trabalho já com umas dores manhosas no estômago. Quando cheguei à estação já não me sentia nada bem. Ainda me aguentei para poder ter a reunião com a Educadora e mal cheguei a casa deitei-me, toda contorcida com contrações na barriga.
O melhor de tudo (not) é que tinha água a cair do exaustor e meia cozinha estava cheia de água.
O pai lá de casa lembrou-se, no Domingo, com a ajuda do tio Pedro, de tentar estancar um cheiro de retorno que saía da sanita lá de cima. Desmontaram a sanita e, supostamente, tinham resolvido a questão, mas devem ter feito alguma trapalhada que ficou a pingar água lá de cima pelo exaustor.
Tivémos que chamar um canalizador. Encomendei uma pizza, para poder dar jantar aos miúdos. Um pandemónio. Já eram quase 21:30 quando o homem saiu lá de casa. Estava o pai a tratar das crianças quando eu me vomitei toda, finalmente, e pude descansar um pouco. Foi uma noite para esquecer... dores e dores.
Estou aqui em modo automático.

Dia em que as primas estão juntas

26 de abril de 2009

A festa é garantida. Adoram-se! Trocam de sapatos, querem andar de igual...
Uma delícia de ver...

25 de Abril, sempre!

25 de abril de 2009

No dia de hoje

25 de abril de 2009

Morar em Almada é ouvir canções da revolução e emocionar-me.
É vibrar com o fogo de artifício que celebra a liberdade.
É o povo na rua, é cultura, é música.
São pombas brancas e cravos vermelhos.
Um pouco de Alentejo sofrido.
Almada é Abril!
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