Farta de gente que cospe para o ar

3 de junho de 2010

E se esquece que lhe pode cair em cima. 
Para quem está de fora, é muito fácil fazer juízos de valor. É muito fácil lançar olhares reprovadores ou tecer comentários infelizes. Quando se tem crianças que nunca dão chatices, é fácil bater no peito e debitar teorias fantásticas. O pior é quando nos calha um que não vai em tudo aquilo que vem nos livros. Aí é que a porca torce o rabo. Eu tenho as duas experiências. E enerva-me bastante, depois de a minha filha, que eu conheço muitíssimo bem e que sei que não é nenhuma santa, fazer mil e uma birras (e que no seu estado normal já é teimosa, com sono e moída depois de vir da praia, pior), ouvir coisas como - porra, que esta miúda é mesmo terrível!!!
Eu sei bem quem tenho. Nunca deixo nenhum NÃO por dizer, sempre que é necessário, mesmo nas alturas em que me apetece fingir que não vi ou ouvi. Dou-lhe palmadas, quando vejo que esgotei todas as alternativas, ponho-a de castigo, falo com ela a bem, tudo. Tento tudo. Agora não me venham com bitáites infelizes, nem teçam comentários menosprezantes sobre os meus filhos, que para lhes dar na cabeça estou cá eu. E, se Deus quiser, é ao pé de mim que se vão portar mal, porque aquilo que lhes ensino há-de vir ao de cima quando estiverem fora da minha asa. E não vai ser hoje, amanhã, ou quando me convier. Vai ser sempre que eu não esperar, sempre que se lembrarem do que ficou no sub consciente. Vai ser quando eu pensar que não lhes ficou lá nada. Sou eu que me esforço todos os dias, é a minha cabeça que fica em água. Ninguém, mais do que eu quer que ela obedeça ou se porte bem. Um dia....e esse dia há-de chegar. Porque tal como ela, eu também sou teimosa, e chegará o dia em que ela vai ouvir à primeira, e obedecer à 3ª, um dia ela vai conhecer-me tão bem como eu a ela. Mas até lá, não me chateiem. Cada um tem as suas lutas. E não há crianças boas e crianças más. Há crianças diferentes. E não há receitas infalíveis para educar. Há esforço...muito. E cada um sabe de si.

E, às vezes, lembro-me que o vou ver em Novembro

2 de junho de 2010

Tudo bem que o Pavilhão Atlântico não é o Madison Square Garden, ok, ok...
Mas espero que a emoção seja ainda maior que a que sinto ao ver estes vídeos.
Sónia! Vai ser a loucura!!! :)

Priminhas

2 de junho de 2010

Têm ambas personalidades vincadas. Não é fácil de gerir. Adoram-se, mas quando estão muito tempo juntas os feitios vêm ao de cima e há sempre momentos de choro, birras, disputas e outras coisas que tais.
Quando estão longe uma da outra, não falam noutra coisa. E, para a Diana, não há melhor programa de fim de semana que estar com a prima.

Sobrinho João com 1 mês

2 de junho de 2010

E eu, que tenho saudades do seu cheirinho de bebé tantas vezes, durante a semana.

Ao pôr-do-sol

2 de junho de 2010

O rio será sempre tão meu, como o é a minha infância e adolescência. Embalava as minhas noites, quando sonhava, quando chorava, quando suspirava por amores, quando escrevia nos meus diários o que me ia na alma. 
Sentir-me-ei sempre em casa neste lugar.

Run for your life

2 de junho de 2010

Ontem ia morrendo com o calor

2 de junho de 2010

Durante a minha corrida, parei em todos os bebedouros que existem no parque. Cheguei a casa a destilar e os meus abdominais pareciam que se iam desintegrar. Amanhã volto à carga.
Nem tive oportunidade de escrever sobre o dia da criança. O Gabriel divertiu-se no parque da cidade, onde esteve com a escola toda a manhã. Ganhou uma t-shirt muito gira e depois em casa, tinham uma surpresa da avó Gui. Uma corda de saltar para a Diana e saquetas de cromos para o Gabriel. Deliraram, óbvio.
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