Lá vou eu ao médico

5 de agosto de 2009

E espero que, depois de ter andado a emborcar uma caixa de 16 comprimidos de antibiótico há 1 mês atrás, finalmente cure isto de uma vez por todas.
A febre não chega a subir, porque alterno o Brufen com o Ben U Ron, mas ontem vi que já tinha pontos brancos, vai daí que não posso fugir à ida ao médico e a toma de mais antibiótico [mas vou evitar a injecção de penicilina...meu rico traseiro...só se não houver alternativa].

A minha filha cuida de mim

5 de agosto de 2009

A minha filha [que ontem bateu numa coleguinha] disse-me hoje, da janela onde me acena todas as manhãs:
- mãeeeeee! porta-te bem, ouviste???

Com amigdalite outra vez

5 de agosto de 2009

Já ando saturada.

Ontem tivémos um fim de tarde diferente

4 de agosto de 2009


O tio Pedro fez anos e fomos até à praia aproveitar os últimos raios de sol.
As miúdas vibram imenso quando chega a hora de cantar os parabéns. Nós deliciamo-nos com o magnífico pôr-do-sol, os pescadores a recolherem as redes, a lua a surgir tímidamente por detrás da arriba...

Sufoco

3 de agosto de 2009

Jamais pensei que me pudesse acontecer, mas ontem, perdi a minha filha no estacionamento da praia.
Saímos da praia todos juntos, 3 adultos e 4 crianças. Levava a Diana pela mão. Chegados ao carro, a algazarra habitual de 4 miúdos juntos, nós a tentar arrumar a tralha, organizar as cadeirinhas...
Sentámos todos. Quando chegou a vez de sentar a Diana, a Diana não estava em parte nenhuma.
O meu coração disparou, a boca secou. Começamos todos a gritar por ela. Tudo me passou pela cabeça. A linha do comboio que liga as praias ali ao pé, tantos carros a chegar aquela hora, será que? Estava desesperada. No meio da nossa aflição, uma senhora que tinha acabado de chegar ao estacionamento veio ter connosco e disse:
- tenham calma! é uma menina pequenina? é que o senhor que está aqui a ajudar a arrumar os carros levou uma menina, que estava a chamar pela mãe, até à polícia marítima.
Minhas amigas, eu não corri, eu voei.
Só pensava, tem de ser ela, só pode ser ela.
E era. Estes momentos foram eternos mas, na realidade, entre dar pela falta dela e abraçá-la, devem ter passado somente 2 minutos. A minha vida ficou suspensa ali.
Quando a vi, impávida e serena, junto dos guardas, descomprimi e chorei. Estava nervosa e, ali com ela nos meus braços, as lágrimas que tinha guardadas desde há 2 minutos jorraram sem controlo.
Não desejo isto a ninguém, percebi que basta 1 segundo de distração e que, afinal, não é irresponsabilidade de ninguém, mas que a culpa deve ser tremenda. Porque eu encontrei a minha filha, mas há quem não encontre os seus, nunca mais.

Noite para dois

1 de agosto de 2009

1º passo: deitar os miúdos cedo [considerando que é fim-de-semana, aí às 22H]
2º passo: degustar lentamente um fondue, com muita fruta, molhos, batata frita, tudo bem regado
3º passo: ver uma comédiazinha romântica, coisa que já não vejo há não sei quanto tempo

Talvez o meu espiritual negro preferido (depois do Amazing Grace)

1 de agosto de 2009



(numa versão fabulosa da Lauryn Hill c/a Tanya Blount)

Why should I feel discouraged?
Why should the shadows come?
Why should my heart feel lonely?
And long for heaven and home

When Jesus is my portion
A constant friend is He
His eye is on the sparrow
And I know He watches over me

His eye is on the sparrow
and I know He over watches me
His eye is on the sparrow
and I know He watches me

I sing because I'm happy
I sing because I'm free
His eye is on the sparrow
And I know He watches me (He watches me)
His eye is on the sparrow
And I know He watches (I know He watches)
I know He watches me

(I) I sing because I'm happy
I sing because I'm free
His eye is on the sparrow
And I know He watches me (He watches me)
His eye is on the sparrow
I know, He watches me
He watches me
He watches me
I know
He watches me.

(baseado no texto do sermão da montanha que se encontra em Mateus 6:25 - 34)
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