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Nightmares

7 de janeiro de 2013

Depois de 2 semanas em casa, o fim de semana parece-me ainda mais curto. Não chega para recarregar baterias, de descanso, de filhos, de marido. Ao fim ao cabo, o fim de semana, ou melhor, o Domingo, serve para orientar a lida da casa e o resto da semana, por isso já estamos com um pé na lufa-lufa diária. Valha-me o sábado, para desintoxicar de tudo, televisão, preocupações, de todo o ruído na minha vida. É uma verdadeira bênção, um oásis neste corre-corre.
A minha filha, de há uns meses para cá que dá em boicotar as minhas noites de sono. Não o fez em bebé, ainda vai a tempo. Pesadelos, monstros, muito aflita, insiste em ir para a nossa cama. Eu acho que isso não é solução, não a ajuda a enfrentar a sua dificuldade, muito menos a sentir-se capaz de superar os seus medos. Estes são bem reais, embora aquilo que lhes dá origem não seja. Quem nunca sentiu medo do escuro, ou nunca imaginou pessoas ou criaturas sombrias dentro do quarto. Todos fomos crianças, a imaginação levava-nos a melhor. Lembro-me de o Gabriel ter passado uma fase assim, de acordar aflito e não o conseguirmos acordar daquele estado de pânico em que estava, nem nos via e ouvia. Mas há uns 2 anos que não tem nenhum episódio destes.
Eu já selecciono bastante o que eles vêem na televisão, mas pelos vistos não é suficiente. Ela, ou o seu subconsciente, são muito sensíveis. 
Hoje, a uma hora de o meu despertador tocar, lá tivemos mais uma crise. 
- não Diana, os zombies não existem. Isso só existe na tua cabeça, não é real. Tens de pensar em coisas boas e tentar dormir. 
Depois agarra-me, não me quer deixar ir, uma aflição. Escusado será dizer que foi uma hora perdida até soarem as 6 badaladas. Para mim e para ela, que quando me levantei ainda não tinha pregado olho. Hoje despedi-me dela. Estava de olho bem aberto. Sempre a pedir para deixar a porta o mais aberta possível. 
Ah, afinal não lhe disse a verdade. Os zombies existem, eu hoje pareço uma.

É rara a tarde em que isto não acontece

29 de janeiro de 2012


E eu aproveito o mimo dela e o privilégio de ainda a poder ver a dormir, neste abandono, com esta idade.

Nunca me lembro daquilo que sonho

12 de maio de 2010

Hoje sonhei (ou melhor dizendo, tive um pesadelo) que estava no meio de um terramoto.

Hoje encontrei-o assim...

17 de setembro de 2009

Fui a última a chegar e, mal abri a porta, dei de caras com o um puto completamente esparramado no pouf a dormir.
Pediu ao pai para ver Tv na cozinha, mas queria deitar-se e nas cadeiras não dava...óbvio que acabou por ceder ao cansaço.
Ainda não pude pôr as novidades da escola dele em dia, portanto.

Sonos - Diferenças e semelhanças

4 de maio de 2007

Ele sempre dormiu bem (tirando os 1ºs 4 meses de vida, durante o dia). Ela, até aos 4 meses, dormia bem durante o dia, mas durante a noite perdia constantemente a chucha e refilava.

Ele dormia uma sesta de quase 2 horas de manhã, até aos 10 meses. Ela não chega a dormir 1 hora.

Ele dormia 3 horas, ou mais, à tarde. Ela dorme 2 horas, nos dias bons lá faz 2 horas e meia.

Para meu regozijo, ambos dormem a noite toda. Das 22h às 8/9 da manhã, ele desde os 2 meses, ela desde os 5 meses.

Dormir com o Noddy

12 de abril de 2007

E já há muito que não o conseguia fotografar a dormir...hoje estava ferrado.
Lá fui aproveitar...
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