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31 de janeiro de 2014

Dizer adeus a Janeiro

E olá a Fevereiro

Os hidratos de carbono, essa fonte de energia maléfica que me devia emagrecer, mas não...

31 de janeiro de 2014

Se tenho saudades de comer arroz, batatas, pão e massa? Tenho. 
Se isso me tem tirado o sono e o bom humor? Não.
Na verdade, nem dos doces tenho sentido falta.
O que me chateia mesmo? Só ter perdido 500g ao fim de uma semana.
Hoje não tive tempo de arranjar o meu "pote" delicioso para o meio da manhã e achei que aguentava bem sem comer até ao almoço. Mas o que é certo é que a tensão desceu e a cabeça começou a doer ao ponto de eu ficar enjoada. Até os olhos começaram a desfocar.
Não há muita coisa na rua sem hidratos de carbono, tirando fruta, mas não era bem isso que me apetecia. Acabei por comprar uma sandes de peito de frango com alface e pedi que fosse em pão de centeio porque não tinham integral e bebi um sumo de laranja natural. Não desfaleci. 
Agora vou ali comer kiwi e frutos secos. Para o jantar quero grão e bacalhau! 

O meu jantar

30 de janeiro de 2014




Oh yeah!!

30 de janeiro de 2014

Daisypath Vacation tickers

Das coisas inestimáveis ou #o melhor do meu dia

30 de janeiro de 2014

De se ter uma família, de termos construído algo palpável ao longo destes quase 12 anos de casamento é podermos, como nestes dois últimos serões, relembrar e reviver os nossos primeiros momentos de paternidade/maternidade com os nossos filhos.
O pai conseguiu passar as filmagens que tínhamos numa cassete VHS jurássica para dvd. São só alguns momentos dos primeiros 2/3 anos da nossa aventura no mundo dos pais e das mães.
Mas não deve haver melhor que vê-los sorrir ante as suas conversas atabalhoadas aos 2 anos de idade, ou ouvi-los gargalhar perante as suas próprias gargalhadas contagiantes com menos de 1 ano de idade.
Ver que já se passaram tantas coisas e que nós já partilhámos tantos momentos e que já embarcámos em tantas montanhas russas emocionais e sobrevivemos.
Que afinal já fui muito mais gorda e ele não deixou de olhar para mim.
Que ele afinal sempre teve um sentido de humor idiota, e que eu gosto dele assim.
Que os meus miúdos, estes projectos de gente crescida, já foram espontaneamente deliciosos, de sorrisos fáceis, com bochechas gordas e mãos agitadas a borboletear.
Não consigo explicar a sensação, mas olho para aquelas pessoas que fomos nós e 9 anos parecem ter sido mil. 
Esta é a força do nosso amor. Do meu amor.

Sustos

25 de janeiro de 2014

Na noite que passou acordei com o coração descompassado e uma sensação de falta de ar.
O meu filho tinha acabado de morrer afogado.
Já tiveram pesadelos que pareciam mesmo muito reais?
Era uma grande confusão numa piscina, que metia colchões de praia e motas de água. Uma coisa totalmente sem sentido.
A dada altura o meu pai disse-me: - não te preocupes, deixa o miúdo à vontade.
E momentos mais tarde eu só consigo sentir o desespero a percorrer-me a pele num arrepio ao ver um corpo inerte, virado de barriga para baixo a flutuar.
Não sei se têm sido as notícias e o muito que se tem escrito e dito sobre a tragédia do Meco, mas a verdade é que o nosso inconsciente nos prega estas partidas e traz os nossos maiores medos ao de cima.

Gatos vadios aqui da rua

25 de janeiro de 2014





Hoje, abri a janela do quarto, pela manhã, e dei de caras com estes dois amiguinhos em cima da "nossa" árvore.
Estava tanto frio...nem sei como conseguem aguentar estas temperaturas.
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