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Para pensar

1 de fevereiro de 2007

  • Em média (sublinho em média) cada mulher fará pelo menos um aborto em toda a sua vida.
  • A cada 6 minutos morre uma mulher em consequência de um aborto ilegal.
  • A criminalização do aborto não previne gravidezes indesejadas - a educação, os melhoramentos sociais e as condições económicas sim.
  • Só a atenção pública irá reduzir o número de abortos que ocorrem e mudar as leis que custam milhares de vidas.
Aqui

Ainda sobre o aborto

31 de janeiro de 2007

Ela disse tudo o que eu gostaria de ter dito.
A minha posição é esta.
E sim, continuo a ser contra o aborto.
Quem votar Sim no dia 11 não é, por isso, a favor. Isso é que devia ficar bem claro.

Já muita tinta correu sobre este assunto

30 de janeiro de 2007


São diários os debates sobre ele e eu continuo sem saber o que votar.
Não julgo quem o fez. Acho que ninguém se deve achar nesse direito. Por isso sim, não concordo que uma mulher que o pratique tenha de ser humilhada públicamente e presa. Mas também, realísticamente falando, isso, estranhamente, nunca aconteceu antes do referendo de 1998. E os abortos acontecem há muitos e muitos anos no nosso país ( e em todo o mundo).
Por outro lado, a pergunta que está a ser feita é mal formulada para a lei que se quer aprovar.
Pessoalmente só faria um aborto se existisse perigo de vida para mim (podem chamar-me egoísta) ou se a criança tivesse uma deficiência profunda, que lhe proporcionaria uma vida sem qualidade nenhuma, cuja vida representasse sofrimento tanto para a família como para ela mesma.
Mas estas duas situações a actual lei já prevê.
A favor da despenalização da mulher sim, a favor do aborto não.
E agora, em que é que fico?

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