Tia, mãe, irmã

31 de maio de 2006

Gosto de os ver juntos.
A Luna está uma marota. Não dorme muito durante o dia mas já faz 8 horas a dormir de noite.
Dá gargalhadas quando lhe faço cócegas na barriga e sorri se lhe digo que é linda.
Enche-me a alma pensar que ela e a Diana terão 8 meses de diferença e que poderão ser muito amigas.
Eu tive a minha irmã, ela terá a prima. Vai ser a re-edição do nosso afecto. É esse o meu desejo...

Tu e os teus amiguinhos no parque

31 de maio de 2006

Agrada-me ver que és sociável e nada conflituoso.

Imagens de uma tarde quente de Maio

31 de maio de 2006


Eu estava a regar as rosas e ele começou a xafurdar na água suja de lavar o chão, que a vizinha varria para a rua.
Fui de mangueira em riste para o lavar e a alegria de ter água nos pés e nas mãos foi tanta que não resisti a deixá-lo brincar com a mangueira. Foi um banho e tanto!
Adoro vê-lo feliz!

Habemus nome

31 de maio de 2006

Diana.
E pronto.
Não há mais conversas.

Importam-se???

29 de maio de 2006



De abrir uma janela algures???
Já não consigo respirar!!!
Será que se me imaginar com muita força num sítio destes me passa o calor?
Acho que vou sofrer um bocadinho este Verão...

Terminou o suspense

29 de maio de 2006


O Gabriel vai ter..........
??
UMA MANA!!!!
Escusado será dizer que foi difícil conter a emoção. As lágrimas começaram logo a escorrer-me pela cara.
Tal como o irmão fez-se de difícil e como a mãe também tem uma barriguinha gorda que não ajuda, estivémos muito tempo a ser massacradas com a sonda, toca dali e empurra daqui.
Mas felizmente está tudo bem!
E eu hoje estou nas nuvens...
Nomes é que ainda não há...

Manhã de sábado à beira rio

27 de maio de 2006




Aquele cheiro de água salgada e um sol abrasador que nos faz procurar desesperadamente sombras. O som do rio em movimento. O cheiro a relva.
Ele pede para subir para cima dos muros e andar de mãos dadas connosco. Lembro-me de fazer isto com o meu pai.
Adoro estar ali, com Lisboa de fundo, os cacilheiros ao longe na lufa-lufa entre as duas margens, a ponte que se ergue do lado esquerdo...tudo aquilo é meu, da minha infância, da minha adolescência.
Gosto de voltar a sítios que me fazem sentir em casa.
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