Instaweekend

13 de maio de 2013








Apesar de eu andar cansada, estes dias com cheirinho a Verão sabem muito bem.
Provei o melhor gelado da Olá dos últimos anos.
Tive mesa cheia no almoço de Domingo, porque na opinião dos meus filhos, nunca estão tempo suficiente com o tio e com a prima e cada um pedincha como pode mais umas horas de brincadeira.
Ontem tiveram sorte.
No sábado demos graças a Deus por mais um aniversário concedido a uma querida amiga. Houve piquenique, brincadeiras e comida boa. Ao ar livre tudo sabe melhor. Fiz umas empadas de soja que ficaram, modéstia à parte, maravilhosas. A repetir.
Hoje é dia de retirar o gesso do braço da filhota. Pelo menos assim o espero.

Brunch em Cascais

8 de maio de 2013

Nunca tenho grande paciência para passatempos e afins, mas há uns dias o blog Dias de Uma Princesa (que sigo desde que iniciei o meu, em 2005), na sua página do facebook, lançou um passatempo a que não resisti concorrer, até porque implicava apenas o envio de uma foto tirada em Cascais. Esta, que está neste post.
O prémio seria um brunch no Grande Real Villa Itália Hotel & Spa.
E ganhei!!! Yay!

O dia em que se assinala um título de todos os dias

5 de maio de 2013



Parte de nós está neles. Nos filhos. Saíram das nossas entranhas com bocadinhos da nossa essência e, acredito eu, que é precisamente por isso que quando não podemos senti-los, cheirá-los e acolher os seus pequenos (já não tão pequenos assim) corpos no nosso regaço isso nos incomoda, pesa, dói.
Eu passo a semana inteira à espera dos dois dias em que poderei acordar com os seus beijos e em que poderei, sem pressas vê-los brincar e gastar as horas descomprometidas como bem lhes apraz.
Quando, mesmo que por motivos muito válidos, me vejo privada desta bolha de oxigénio emocional, a coisa causa-me angústia e chega a ser algo tão físico que mal tenho palavras para explicar aquilo que isso me  faz sentir.
Depois de 2 dias a chegar a casa já depois deles estarem a dormir e de sair antes deles acordarem, hoje foi dia de saciar saudades e de apaziguar a ressaca a que esta abstinência de filhos me levou.
O certo é que este é um caminho de dois sentidos e a minha filha que, apesar de ser tão diferente de mim, carrega nela outro tanto em que me revejo disse-me, num abraço:
- mãe, ainda bem que finalmente podemos estar juntos. Já não me conseguia lembrar da tua voz.
Agradeço todos os dias a Deus, esta bênção que me concedeu há quase 9 anos, de ser mãe.
Agradeço por tudo aquilo que Ele me ensina através deles. Por me polir os defeitos, por me mostrar qualidades que eu desconhecia, por me confrontar com as minhas falhas e ideias pré-concebidas.
Estou desejosa de continuar a aprender e a evoluir e de os ver crescer e desenvolver no Seu caminho. Íntegros, amados e felizes.
Não tenho a ousadia de chamar a mim o título de melhor mãe do mundo, porque isso não existe mas, como diz a minha miúda tantas e tantas vezes, - és a minha melhor mãe!
E isso eu sou, a única mãe que eles alguma vez terão. E tudo o que é único é inestimável.
Sabendo da minha ausência no fim de semana, na sexta feira enviei uma sms à minha mãe:
"Estás a contar com os meus filhos para o almoço?"
E a resposta não se fez esperar:
"Estou a fazer tudo o que eles gostam."

E é isto, pessoas...o amor de mãe. Que perdura para sempre e nunca nos abandona, antes se redobra na proporção dos frutos que dão os nossos filhos, quando nos tornamos avós. 

Obrigada, mãe.
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