Normalmente, quando vamos jantar a casa da minha sogra, eu tiro o carro do estacionamento, e como aquilo é uma praceta levo o carro até à saída do bairro e troco com o meu marido.
Ontem, ele disse-me Vá anda, levas até casa. Entre o meu ar de espanto e receio (multas e ser apanhada a conduzir sem carta não seria um cenário agradável) lá continuei mesmo.
Desde o Pragal até ao Feijó, com passagem na via rápida.
Correu muito bem, tirando o pequeno pormenor de ter deixado o carro ir abaixo 2 vezes nos semáforos. É que um carro a gasolina é muito diferente do carro de instrução (a gasóleo).
Tive alguma dificuldade em estacionar, porque a minha casa fica numa subida e o espaço é apertado para a manobra.
Mas acho que estive calma. Chegámos vivos e não atropelei ninguém.
