Não estamos ainda de férias

21 de julho de 2016

Mas tentamos por todos os meios, especialmente ao fim-de-semana, sentir a descompressão tão própria do verão. O calor tem sido intenso. No domingo estiveram mais de 38ºC. Muita água (experimentei aromatizar com limão, pepino, mirtilos e um pau de canela e adorei). Sardinhas, salada, gelados, muita fruta.
Comprei vários quilos de mirtilos biológicos ao Prazer Rural, congelei e agora faço uns smoothies maravilhosos sempre que me apetece um lanche ou um jantar mais leve. 
Ontem colhi uma mão cheia de physalis do nosso canteiro. ♥ 
Hoje recebemos uma notícia boa. A Diana foi aceite na escola para onde escolhemos transferi-la. Menos uma preocupação que levo para as férias. Agradeço a Deus por esta benção.

15 de julho de 2016

Continuar...
Com a quase culpa de termos aberto os olhos para mais um dia. 
Vamos trabalhar. Temos os nossos queridos serenos e ao pé de nós. Tudo na paz. 
O quase sentimento de que termos direito a isso, quando tantos outros, numa fração de segundos deixaram de ter, é uma filha duma mãe duma injustiça. 
Tudo se reveste de futilidade. O belo prato de frutas que se comeu ao jantar e que se postou no Instagram. O filme que gostámos tanto e que partilhámos no Facebook. 


"Lembra-te do teu Criador, enquanto fores jovem, 
enquanto não vierem os tempos difíceis 
e os anos em que vais dizer: «Não sinto gosto em viver.» 
Lembra-te dele enquanto não escurecer o Sol, a luz do dia, 
a Lua e as estrelas e enquanto não voltarem as nuvens, 
que hão-de vir depois das chuvas. 
(...)
Fecham-se as portas que dão para a rua, 
apaga-se o ruído das mós e, embora as aves cantem, 
já não se ouve o seu cantar.
A altura começa a causar vertigens e os caminhos ficam cheios de perigos, 
enquanto a amendoeira começa a florir, 
o gafanhoto a engordar e a alcaparra a dar fruto. 
Mas o homem vai para a sua morada eterna. 
Os que acompanham o seu funeral já se juntaram na rua. 
Lembra-te do teu Criador, antes que se quebre o fio de prata, 
se despedace a taça de ouro, antes que o cântaro se quebre na fonte 
ou que a roda do engenho caia dentro do poço. 
Então o que é pó volta para a terra donde veio. 
E o sopro da vida volta para Deus, que a tinha dado. 
Eu, o sábio Qohelet, repito: «Tudo é ilusão, pura ilusão!»
(...) 
É tempo de concluir; já tudo foi dito. 
Respeita a Deus e guarda os seus preceitos. 
Isto é tudo para o homem. 
De facto Deus pedirá contas de todas as acções, 
mesmo quando feitas às ocultas, sejam boas, sejam más."

Eclesiastes 12

E como dias não são dias

12 de julho de 2016

Aproveitando o facto de trabalhar na capital, toca de dar uma corridinha na hora de almoço para saudar os rapazes que nos deram a alegria de sermos campeões.
Foi bonito. São coisas que não se repetem.
Que sejamos assim campeões, unidos e solidários também fora do futebol.

Campeões!

11 de julho de 2016

Ontem foi assim. Fizémos história.
Ganhámos o Europeu de futebol à França, com muito mérito e sofrimento. 
F(S)omos grandes!
Agora estou com muito sono.......

News

7 de julho de 2016

Portugal ganhou à seleção do País de Gales e passou à final do Euro 2016. Os miúdos estavam obviamente felizes. Fomos ao parque ver o jogo no ecrã gigante com os meus irmãos, cunhado, sobrinhos e felizmente esteve calor mesmo depois de escurecer e não fomos atacados por nenhum exército de melgas e mosquitos.


Mas a minha felicidade suprema foi receber esta manhã, pelo correio, o filme "Mulherzinhas".
Já andava no seu encalce há tanto, tanto tempo...♥ Da primeira vez que tentei comprá-lo a coisa parecia estar encaminhada, mas depois não se concretizou porque não conseguiram chegar a entendimento com o fornecedor. Ficaram com a nota do meu interesse e esta semana (2 anos depois, better late than never) recebi um email a avisar-me que havia alguém a vender um dvd novo. Yay! Eu sei que é só um dvd. Mas uma pessoa pode ficar feliz, não pode?


As pequeninas coisas

6 de julho de 2016

Desde 2012 que apanho o mesmo metro para ao trabalho, sensivelmente à mesma hora. Não sei se vos acontece, mas ao fim de algum tempo, mesmo sem nenhuma apresentação formal, começa a ser quase espontâneo dizer bom dia às caras habituais. 
Há um senhor em particular, aparentemente já na casa dos setenta, que é de uma delicadeza e cavalheirismo que me encanta.
Com os seus sapatos sempre bem engraxados, camisa de mangas curtas enroladas, mãos de trabalho e cabelo ainda farto, impecavelmente penteado para trás. Se, por acaso, quando o nosso olhar se cruza, ele já está sentado, ao me dizer bom dia, levanta-se ligeiramente num gesto de deferência. E isto é bonito. Que pena que se perderam estes apontamentos de gentileza. Ou então é o meu Eu-Jane-Austen que se inflama com estas pequenas coisas. Não sei o nome dele. Mas fica aqui o registo da minha apreciação.

Sair da praia às 21h50

4 de julho de 2016

Ora aí está algo que já não acontecia há muito tempo. Aliás, na companhia dos miúdos acho que foi a segunda vez e da primeira, pouco se devem recordar
O domingo foi quente, com as temperaturas a chegarem aos 38º. 
Os miúdos estiveram irreconhecivelmente amistosos um para com o outro. Direi antes, o Gabriel esteve particularmente amistoso com a Diana, porque é, indubitavelmente, ele que está sempre a ser rude e ela acaba por lhe dar troco na mesma moeda. Jogaram raquetes, fizeram palhaçadas, foram a banhos (com especial cuidado porque estava bandeira amarela).

E no fim, porque estava tão difícil dizer adeus a um dia tão bom, ficámos para ver o pôr-do-sol.
Jantámos algo leve, o pai viu o jogo do euro e saímos já com o relógio quase a bater as 10 badaladas e as melgas a fazerem das suas. Mesmo àquela hora, estavam 27º e nenhum vento que nos importunasse. 

Queremos mais dias destes, Verão!
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