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Não pode ser só cascar

20 de setembro de 2016

4 dias de novas rotinas. Rotinas essas que exigem deles mais autonomia e independência, ou seja, mais responsabilidade. Correndo o risco de estar a cantar de galo antes da hora, só tenho uma palavra para os meus filhos: orgulho. 

Da reunião na escola

7 de janeiro de 2016

Em relação às notas, já sabia ao que ia. Não houve surpresas. 
Muitas dificuldades na matemática, mas lá teve positiva. Português, é o que ela domina. Seria bom que gostasse de ler, porque aí então, acho que melhorava para o Muito Bom. Estudo do Meio, desceu a nota, mas a professora  referiu que foi mais ou menos geral. Este ano é dar conceitos à bruta, muitos nomes, definições, etc...já sem falar em história. Imensas datas, nomes de gente e de batalhas para decorar. Os miúdos até ficam atordoados. 
Para finalizar, o reparo de sempre. Fita-cola na boca e, tenho a impressão, que nem assim.

Manhãs difíceis (dias difíceis)

25 de novembro de 2015

Estou com uma dor tão grande no pescoço (assim a apanhar a omoplata e o ombro, conversa de velha, mas enfim) que me proporcionou uma noite daquelas para esquecer.
Devo ter olheiras daqui até à lua. 
Levantei-me, preparei o lanche da Diana, cozi massa e brócolos para o almoço do Gabriel, que tem a tarde livre e almoça em casa, tomei o meu pequeno-almoço. 
Ao inspeccionar a mochila dela, reparo que a caderneta do aluno nunca foi preenchida (shame on me!) e, em parcos minutos, dedico-me a preencher pelo menos a primeira folha, com os dados essenciais de contacto.
A seguir faço a inspeção à mochila dele. Fichas e testes machucados no meio dos cadernos e livros, quando tem uma capa para os arrumar, evitando que pareçam ter sido achados no lixo. Um sumo e uma barra de cereais que não comeu no dia anterior, apesar das minhas ordens constantes para comer tudo o que mando. Mais uma vez, num dia em que entra às 8h20 e sai às 17h00, esteve o dia inteiro apenas com uma sandes.
Deparo-me com um recado no caderno de português, com data de 20 de novembro (de há cinco dias, portanto) em que a professora informa que ele levou falta de material porque não tinha consigo a caderneta do aluno e que falhou em apresentar o Relatório de Leitura do livro que lhe foi pedido que escolhesse ler para este projeto (logo no início do ano letivo), relatório este que contaria para avaliação. Contaria....
A semana passada já tinha recebido um telefonema da DT, pedindo-me que andasse mais em cima dele. Teve negativa no teste de Inglês e nem se deu ao trabalho de me dizer que a DT tinha marcado uma reunião comigo para me ser entregue o plano de recuperação, elaborado pelo prof da disciplina. Reunião essa a que não compareci, porque ele nunca falou nela. Que dias antes, quando inquirido sobre um trabalho de casa, respondeu que tinha feito, mas depois ao fazer a correção na aula ela se apercebeu que ele estava a responder às coisas na hora e não tinha nada escrito. Quando o confrontei, já em casa, respondeu que se tinha esquecido de colocar o caderno na mochila, mas que o trabalho estava feito. 
Fui acordá-lo. Falei com ele. Mostrei-me triste e desiludida. Zangada até. Afinal, tínhamos tido uma conversa séria há poucos dias sobre o seu desinteresse na escola. Exigimos mudanças. Mais empenho. E hoje isto.
Saí e quando liguei à Diana ela disse-me que as coisas tinham corrido mal com o pai, depois de eu sair.
Esteve 25 minutos enfiado no quarto. Levantou-se a 5 minutos de sairem. O pai já fervia em brasa. Claro. Disse que adormeceu. 
E eu pergunto. Depois de levar um sermão, deita-se e adormece (já vestido) sabendo que o pai estava à espera que ele descesse para tomar o pequeno-almoço e despachar-se? Sabendo que ia ter português ao primeiro tempo (a tal disciplina em que estava em falta com o relatório)? Sabendo que ia atrasar tudo e piorar a vidinha dele, que já não estava famosa?
Ele é um miúdo que comunica muito pouco em casa. Sempre foi de poucas falas. Quando pergunto como correu o dia é monossilábico nas respostas. Sinto que não o conheço e que não sei o que se passa na sua cabeça, quais as suas emoções, porque é que é tão "deixa andar".
Faltam 8 dias para o seu 11º aniversário. Será isto o princípio das dores?

Esse karma da matemática

13 de outubro de 2015

Devem haver poucas pessoas que consigam cantar ao mesmo tempo que fazem contas de multiplicar e dividir.
Por isso, das duas uma. Ou a miúda é um génio ou então aquilo no fim é uma trapalhada só.
Vou pela segunda opção, claro.
Foram tantas as vezes que a mandei calar, enquanto fazia o jantar, que às tantas desisti.
Ela explicava-me, como que falando de um facto incontrolável, "ó mãe, isto está na minha cabeça, não consigo parar, percebes?"
Não, não percebo, mas adiante.
Comeu um marshmallow, para se animar, depois pediu um abraço, depois levantou-se para ir ver o gato que tinha saltado para a janela da cozinha, depois foi à casa-de-banho, depois caiu o lápis ao chão, depois perdeu a borracha, enfim...isto tudo, sempre com cantoria pelo meio.
Eu percebo. A matemática também era a minha tormenta. Mas convenhamos que vai piorar e isto das contas é um passeio no parque. 
Resumindo. Os meus miolos ficam moídos. Ela esteve até ao jantar para fazer 2 contas e a seguir ao jantar fez mais 4, tomou banho e foi dormir.
Não corrigi. Espero que a senhora professora não tenha um treco.
FIM

O muro da vergonha ou o everest da preguiça ou a montanha do flagelo maternal

22 de setembro de 2015

As possibilidades para o título deste post são tão infinitas quanto a imaginação. 


Apesar de ter encarado o que não tinha remédio, fiz alguma batota, porque uma mãe tem de sobreviver a estas coisas como pode para manter a sanidade mental e forrei apenas os de lombada larga. Os pequenos livros de atividades (mais finos, em cima, na foto) ficaram como vieram ao mundo e esperemos que sobrevivam ao ano letivo num estado mais ou menos aceitável.
Etapa superada!

Apreciação Global da filhota

10 de janeiro de 2013

"A Diana conhece as letras dadas e já lê palavras e pequenas frases. Faz a correspondência de letra de imprensa para letra manuscrita com correcção. Distingue sílabas e ditongos. 
Na Matemática, a aluna conhece os números, localiza-os na recta numérica e também consegue compor e decompor algarismos até 10. Constrói gráficos e interpreta-os com correcção. 
No geral, a Diana é uma aluna interessada e participativa. Precisa ainda de desenvolver mais a sua capacidade de trabalho para conseguir terminar os trabalhos."

Reunião de Pais do mais velho

9 de janeiro de 2013

O 1º período chegou ao fim e, como é costume, recebemos dos professores a avaliação do aproveitamento.
Apesar de as notas dele não serem más, como puderam ver aqui, fico sempre com a sensação de que estas notas, numa escola com outro tipo de exigência, seriam outras.
Divido-me entre o dar-lhe os parabéns e o dizer-lhe que acho que aquelas notas não correspondem à realidade, pois ele pode fazer melhor, correndo, com isto, o risco de o desmotivar. 
Na verdade, interrogo-me como é que um miúdo que ainda se engana e escreve "do" com "du" ou que ainda se engana a empregar os "S" e os "C" e não sabe que antes do "p" e do "b" é sempre a letra M e não o N...enfim...num 3 º ano, na minha altura, já não nos podíamos dar ao luxo de cometer estes erros, e ele tem um Bom.
Será que sou eu que estou a exagerar? Por vezes tenho esse receio.
1 professor por ano não ajuda. Ainda que sejam todos bons, e não me posso queixar, são 3 personalidades diferentes, 3 formas de leccionar diferentes, 3 adaptações. E, pelo que antevejo, para o ano é mais um. Ainda que possa não ser a causa, pode ser mais um motivo. 
:(
E depois a filosofia - ah, e tal, com as crianças vindas do meio envolvente em que a escola está inserida, os resultados já são muito bons... irrita-me solenemente.
Sim senhor, haverão sempre mais casos de insucesso por parte das crianças menos favorecidas, familiarmente, economicamente, socialmente, mas será que a escola, o professor, não deve ser um pólo de incentivo à excelência? Não conhecemos tantos casos de jovens desfavorecidos que fazem percursos académicos brilhantes, apesar de todos os contras? Não deve a escola alargar horizontes a estes miúdos e exigir deles aquilo que em casa não lhes é exigido, em vez de os tratar como coitadinhos ou casos perdidos?
No fundo, ficamos pela mediocridade porque achamos que não há mais nada para além disso. E tenho medo que o meu filho comece a acreditar nisto.
Resta-me fazer a minha parte, em casa. 


Da violência dos TPC

27 de novembro de 2012

A Diana traz trabalhos para casa todos os dias (sendo que têm um horário completo de "trabalho", das 9h-17:15, na escola, acho um exagero). A sorte dela é ser despachada. Mas ontem, o meu pai, que os vai buscar todos os dias, disse-me que a pôs a fazer os deveres, e que entretanto lhe fechou a porta da cozinha, pois o irmão estava a ver TV e o barulho incomodava-a. Ficou descansado, pois normalmente ela não demora muito a terminar. Estranhando a sua demora, foi espreitá-la e lá estava a garota, prostrada sobre a mesa...a dormir. 
Cheguei a casa ela estava ainda à mesa no mesmo. Não conseguiu terminar antes do jantar, e depois do jantar meteram-se os banhos e afins e eu confesso que me esqueci que ainda lhe faltavam 4 linhas para terminar. Estava já a penteá-la para se deitar quando me lembrei. Lá foi ela, que disse que não era capaz de ir dormir sem ter os trabalhos feitos. Ela é muito conscienciosa com as coisas da escola. Se isto não é violento, não sei que será. 

Não podia deixar de aqui registar

20 de novembro de 2012


A primeira avaliação da pequena. 
Muito orgulhosa por ver que está aplicada e a acompanhar bem as matérias.

Neura!

9 de janeiro de 2012

O meu filho, depois de ter estado o tempo todo, desde que chegou a casa até ir dormir (tirando o momento em que jantou), a jogar na maldita PS, diz-me, no momento em que lhe fui dar o beijo de boa-noite:
- mãe, acho que tinha trabalhos de casa...
Pois que vai com eles por fazer, com obrigação de se justificar à professora e playstation, até eu achar que ele merece outra oportunidade, só aos Domingos (até agora era dia sim, dia não). Temos pena.

Avaliação do primeiro período

5 de janeiro de 2012

Confesso que estava à espera de melhor. A verdade é que, tal como a professora disse, isto é o que ele dá por ele mesmo, sem grandes insistências da nossa parte e com muita precipitação à mistura. Quer fazer depressa e depois acaba por cometer erros fruto dessa impetuosidade. A parte humana da sua personalidade continua a encantar quem lida com ele e isso deixa-me orgulhosa, mas já lhe disse que tem de se aplicar mais na parte académica. E não, não teve nenhum não satisfaz. Mas teve um Suficiente que podia ser um Bom e dois Bons que podiam ser Muito Bons. E não é o assim-assim que me desagrada é o eu saber que isto não é o melhor que ele pode fazer. 
Esta foi a apreciação global:

"É um aluno respeitador, simpático, prestável e obediente. Relaciona-se bem com todos os colegas e serve, por vezes, de tutor.
Nas aulas é autónomo mas, por vezes é distraído e executa as suas tarefas sem seguir as orientações transmitidas. Poderia ser ainda melhor aluno pois tem capacidades de aquisição e retenção dos conteúdos programáticos."

Festa de Natal na escola

16 de dezembro de 2011



Os amiguinhos [rapazes] gostam imenso dela

16 de dezembro de 2011


Mas ela não lhes liga nenhuma e acha-os chatos a todos ... excepto um.
- oh mãe, ele diz que quer casar comigo [muitos risos]!

SOCORRO!!!!

11 de dezembro de 2011

A ouvir as crias a cantar isto em modo repeat há mais de 1 semana.



Estou em modo lavagem cerebral.

Feira do Livro

5 de dezembro de 2011


Está a decorrer na escola deles uma mini feira do livro, com preços muito convidativos. Os livros da Editora Everest (que fechou) estão todos com desconto. Aproveitei e comprei dois desta colecção, para a Diana.
Para mim comprei uma colecção de livros de actividades manuais, composta por 4 livros a 3€ cada um, sim, leram bem. Ainda comprei mais dois livros para oferecer no natal aos bebés da família e um outro para o Gabriel, desta feita para ser ele a ler sozinho. "Contos para adormecer", com as histórias "A Bela Adormecida"; "Capuchinho Vermelho"; O traje novo do Imperador"; "Pele de Burro"; "Ali Babá e os quarenta ladrões"; "O soldadinho de chumbo"; "Peter Pan" e o "Pinóquio". 

Trabalhos manuais

28 de novembro de 2011

Para decorar a escola. Pedido feito a semana passada, mas eu só hoje é que me inspirei para fazer isto com eles. 

Desvantagens de ter um filho que já não é analfabeto

9 de novembro de 2011

Estar ao portão a entregar as criancinhas e uma mãe vir-me perguntar quando é a festa.
Eu, com cara de tacho, perguntar: - qual festa?
O filho da tal mãe dizer ah e tal a festa do Gabriel, tenho aqui um convite na mala que ele me deu...
Hã-festa-Gabriel-convite....
Ver os Profs das AEC's sairem todos com pedaços de papel rasgados com as inscrições Festa, 4 de Dezembro, porta 41. 
Chega o Gabriel, triunfante:
- ó mãe, já viste passar a Professora de música. Falta-me dar-lhe o convite dela.
(contagem mental 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10...)
- Gabriel, vai lá para o ATL que já conversamos.
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